RCO fecha Concrete Show com vendas de novas centrais dosadoras

Mais de 15 contratos de compra foram realizados durante os três dias do evento. Depoimentos de clientes reforçam estimativa de crescimento da empresa em 2015

Criada há apenas seis meses, a Global Mix acumula a experiência de seus dois sócios – Brunno Sena e José Amaro – no mercado de concreto. Arrojada, a companhia localizada em Goianésia (GO) quer ganhar espaço no mercado de produção de concreto e placas pré-moldadas. Já a Cal Concretos, de Miritituba (PA), está de olho na expansão de projetos portuários em sua região. O que as duas empresas têm em comum – além de não falar em crise – é a necessidade de soluções adequadas em centrais dosadoras. E ambas são clientes da RCO que passaram pelo estande da empresa na Concrete Show. “Eles são empreendedores que investem em tecnologia e que comprovam nossa previsão de crescimento de 20% em 2015”, argumenta Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da fabricante.

Compradora da primeira Nomad D-20 na Concrete Show, um dos equipamentos expostos no estante, a Global Mix aposta na tecnologia embarcada e no pós-venda. “Os serviços que prestamos exigem mobilidade para atender o cliente final, o que a nova Nomad oferece”, explica o sócio proprietário Brunno Sena. José Amaro, também sócio proprietário, lembra que os dois empreendedores já conheciam a RCO de nome e por indicações de parceiros, com destaque pelo fato da empresa ser uma referência na área de silos e de centrais dosadoras. “Esperamos que o novo equipamento nos ajude a alcançar nosso objetivo, que é combinar qualidade, rapidez e precisão de horários”, completa Sena.

A Celestium Engenharia é outra empresa que formalizou a compra de equipamentos da RCO ainda durante a feira. Cesar Paulo de Moraes Ribeiro, diretor geral da empresa, destaca que já vinha pesquisando a central dosadora CDR-40 pela internet. “Acabei conhecendo a RCO há pouco mais de um mês. Nem programei fazer a compra na feira, nós viemos apenas visitar”, adianta. “Vimos o estande e negociamos. E saímos com o equipamento comprado”, destaca o executivo.

De acordo com ele, o que chamou a atenção da Celestium na hora de comprar o equipamento foi o histórico da RCO. “É uma empresa que já atende o Brasil todo e expande-se para outros países e, por ser uma companhia familiar, nos coloca em maior proximidade com quem tem o poder de decisão, o que favorece a negociação”, explica Ribeiro.

A já citada Cal Concretos também confirma a assertividade da RCO na Concrete Show. A empresa, dirigida pelo engenheiro civil Carlos Cezar Corrêa, tem como objetivo atender os portos que existem na região da cidade paraense onde está sua sede. Com bastante movimentação de transporte fluvial, a região demanda obras nas estruturas portuárias locais.

“O mercado logístico definiu nossa decisão de criar a concreteira”, adianta Corrêa. Donos de uma central dosadora CDR-40, a Cal Concretos negocia a aquisição de uma CDR-60. “Apostamos no slogan de Inovabilidade Sempre, da RCO, pois está dando certo. Em termos tecnológicos, o equipamento atendeu nossas expectativas”, argumenta o diretor.

Já a Welmix Concreto, sediada em Uberlândia (MG), é outro cliente que conhece a tecnologia da RCO – tendo adquirido uma central de concreto, modelo CDR-40, em 2013 -, que esteve no evento. O equipamento trabalha com uma produção de 40 m³/h e até o final de agosto desse ano já teria produzido cerca de 14 mil m3 de concreto.  “Estamos muito satisfeitos com o equipamento, que vem atendendo todos os requisitos necessários. O que mais nos surpreendeu, no entanto, foi o suporte de pós-vendas oferecido pela RCO”, destaca o gerente de Produção e sócio-proprietário Cassio Alvim.

“Trabalhamos com diversos fornecedores e temos que correr atrás deles quando precisamos de algum suporte. Mas com a RCO, não. A empresa sempre se antecipa, fazendo visitas periódicas para acompanhar o funcionamento da máquina e solucionar qualquer problema que possa vir a aparecer”, afirma Alvim.

Para Oliveira, o depoimento dos clientes é a melhor tradução do relacionamento que a empresa estabeleceu nos últimos anos. “É importante destacar que o crescimento que estamos estimando para 2015 tem bases sólidas”, diz. Segundo o diretor geral da RCO, a base do incremento da empresa é a maior participação num mercado com novas empresas do setor de concreto, de olho em novas oportunidades de negócios. “Criamos uma área específica, o SAD, sigla para Serviço Ampliado Direcionado, justamente para consolidar toda a experiência de pós-venda”, complementa.

Segundo ele, o departamento tem uma agenda prevista de 700 auditorias in loco nos clientes da RCO até o final do ano e já cumpriu quase metade da meta. Além da proximidade com os clientes, Oliveira aposta na inovação tecnológica, caso da nova central Nomad D-20, apresentada na feira, e do silo aparafusado de 3.000 mm de diâmetro, outro lançamento do evento que tem como característica a montagem e desmontagem rápida. O equipamento é mais uma solução da RCO que atende as demandas de maior mobilidade, principalmente entre as empresas de pequeno e médio porte do segmento concreteiro.

RCO fecha 15 novos negócios na Concrete Show South America

Os equipamentos mais vendidos foram a central de concreto NOMAD-D20 e o silo horizontal L2200, lançamentos da companhia para o evento

Os três dias de Concrete Show South America renderam bons frutos à RCO, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, localizada em Tambaú (SP). A companhia comprova a afirmação com a divulgação de um balanço sobre o evento, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de agosto. De acordo com a empresa, foram fechados 15 novos negócios durante a feira, grande parte deles motivada pela condição de preço especial para o evento.

A central dosadora de concreto NOMAD D-20 e o silo horizontal de armazenagem L2200, lançamentos da RCO para o evento, foram os equipamentos com o maior número de contratos fechados, além de outras soluções RCO em silos de armazenagem e centrais de concreto, como outros modelos da linha NOMAD. A nova central chegou ao mercado com o objetivo de atingir, principalmente, pequenos e médios empreendimentos: sua capacidade é de 20m³/h, o que permite uma produção mensal que varia entre 2000 e 3000 metros cúbicos, possibilitando que centrais dosadoras tradicionais sejam substituídas por ela. O diferencial também está na rapidez de montagem e operação, na mobilidade – pelo fato de não precisar de fundações-, e pela necessidade reduzida de veículos para transporte. Essas características fazem com que o equipamento seja ideal também para obras com altura restrita.

Carlos de Oliveira, diretor da RCO, explica que o número de vendas no evento é o resultado de uma ação conjunta. “Levamos mais de 15 pessoas entre atendimento comercial e suporte técnico”, diz. “Além disso, houve também a constante participação das equipes de engenharia e produção da empresa”, complementa.

O otimismo do executivo não se esgota ao período de feira. De acordo com ele, o desempenho da RCO na Concrete Show refletirá em novos negócios até o final do ano. “Aumentamos nossa visibilidade de mercado com a qualidade técnica e atendimento diferenciado. Essas características devem render novas negociações no decorrer do segundo semestre”, finaliza.

Na contramão da crise, RCO amplia fábrica em Tambaú, lança novos produtos e prevê crescimento de 20% em 2015

Empresa também cria índice para avaliar desempenho de centrais de concreto e silos de armazenagem. Novidades serão apresentadas na edição 2015 do Concrete Show, que acontece de 26 a 28 de agosto no São Paulo Expo

Carlos de Oliveira, Diretor da RCO

O ano de 2015 teria tudo para brecar a RCO: a construção civil, de modo geral, está em modo de espera e os projetos de infraestrutura também caminham a passos lentos. Mas a empresa, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, resolveu partir para o ataque. A estratégia é aperfeiçoar seus produtos, criando equipamentos diferenciados e com maior tecnologia, ampliar o conhecimento detalhado dos clientes e investir nas suas duas unidades de produção sediadas em Tambaú, no interior de São Paulo. Em termos de resultados, as iniciativas devem levar ao crescimento de 20% em 2015, percentual suportado tranquilamente pelo aumento de 35% nas instalações de sua fábrica principal. “Nossa meta é totalmente realista, porque estamos ganhando espaço de mercado, mesmo que o crescimento seja mínimo em 2015”, resume Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da RCO.

Reforçando o conhecimento do “padrão de uso” no cliente  

A experiência de mais de 20 anos de mercado, e há 07 atendendo o mercado consumidor de centrais de concreto e silos de armazenagem deu à RCO um fôlego para posicionar equipamentos como a tecnologia de silo horizontal adotado pelo Consórcio Linha 4 Sul, construtor da linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro. Mas, desde 2014, a empresa criou um departamento exclusivo para entender melhor o que os usuários esperam de centrais de concreto e silos de armazenagem. Trata-se do Serviço Ampliado Direcionado (SAD). O departamento tem uma agenda prevista de 700 auditorias in loco nos clientes da RCO até o final do ano.

O levantamento mais recente envolveu a visita a mais de 250 plantas no Brasil e apontou os principais pontos de melhoria. “Com base nos dados reais de operação, criamos o Índice RCO, que mede a performance das centrais e silos de concreto, ressaltando o aumento da produtividade e conferindo maior segurança em campo”, explica Oliveira. Inédita no setor, a criação do SAD cria uma massa crítica de informações que pode orientar novos clientes da RCO a tirarem o máximo de produtividade de seus equipamentos.

 

Novos equipamentos para novos mercados

Nomad D-20

O melhor conhecimento do cliente – e do momento atual da economia brasileira – também impulsionou a RCO a destacar soluções mais compactas para empresas que começam a entrar no mercado de produção de concreto. Duas dessas soluções são destaques no Concrete Show desse ano: a Central Dosadora de Concreto Móvel Nomad D-20 e o Silo Aparafusado Vertical com diâmetro de 3000 mm. Nos dois casos, a principal característica é a mobilidade. O silo, por exemplo, com montagem aparafusada permite que seja deslocado, rapidamente de uma obra a outra, diferenciando-se dos modelos montados com solda. Além disso, a logística para transporte destes novos equipamentos é reduzida e ainda podem ser transportados em contêineres. Já a Nomad D-20, com capacidade para 20 m³/h, pode substituir centrais dosadoras tradicionais. No Concrete Show 2015, ela será apresentada em conjunto com um silo horizontal, outra diferenciação da RCO. “Ambos representam bem nossa campanha “Equipamentos Compactos – Grandes Resultados”, nosso mote para novos mercados.”, explica Oliveira.

A Nomad RCO acaba de ser escolhida como a vencedora do Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil 2015 – iniciativa da Editora PINI em conjunto com a Revista Téchne, cujo objetivo é identificar e premiar empresas pelo desenvolvimento de produtos, sistemas construtivos ou equipamentos inovadores, capazes de melhorar a produtividade nas obras e o desempenho do ambiente construído.

Tecnologia de ponta já adotada no Brasil

Além de novas soluções, a RCO vai destacar soluções inovadoras já adotadas no Brasil. É o caso do silo horizontal, cuja maior vitrine brasileira é a construção da Linha 4, do Metrô do Rio de Janeiro. Três deles estavam alocados na obra e foram especialmente desenhados em função da limitação de altura dos túneis da via em construção. A eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Silo pro horizontal RCO

A marca RCO também está presente em processos inovadores como o da AVS Artefatos, do Rio Grande do Sul. Fabricante de blocos de concreto leve, a companhia é a primeira, no Brasil, a adotar o poliestireno (isopor) como ingrediente da produção de concreto leve, material que pode reduzir, em média, 30% do custo total de obras. Além de sustentável, a tecnologia agrega uma economia média de 30% no custo final de uma obra em relação à alvenaria tradicional. Na planta da fabricante gaúcha, os dois silos modelo S-70-98, têm capacidade para armazenar 98 toneladas de materiais: um deles é abastecido com cimento Portland e o outro com cinzas volantes de carvão, operando em sincronia para abastecer os equipamentos de mistura que alimentam a produção do bloco celular.

Dispositivo garante maior segurança aos silos

Sistema de segurança para silos comercializado pela RCO

Outra novidade da RCO no Concrete Show 2015 é o dispositivo que aumenta a segurança da operação de silos verticais e horizontais da própria marca ou de outros fabricantes. O sistema inclui sensores, painéis eletroeletrônicos e avisos sonoros, indicando os níveis de armazenagem do silo. A tecnologia também monitora a ocorrência de excesso de pressão no interior do equipamento. Com esses dados, os técnicos e responsáveis conseguem evitar possíveis riscos de explosões ou implosões, acidentes com colaboradores e entupimentos de filtros. Além da segurança dos operadores, o dispositivo de segurança amplia a durabilidade estrutural do silo. “O risco de explosões sempre deve ser avaliado, principalmente em locais fechados como os túneis, mas a instalação do dispositivo é opcional”, detalha Oliveira.

Projeto FIT avança como novo formato de negócio

Primeira no Brasil a oferecer um processo completo para instalação de usinas de concreto, incluindo planejamento, processos e equipamentos eficientes, a RCO vai reforçar a “inovabilidade” do Projeto FIT. Diferenciado, o modelo inclui serviço completo de consultoria para dimensionamento do negócio, incluindo escolhas logísticas, definições dos equipamentos e treinamento de mão de obra. Esta inovação inclui ainda um roteiro completo de informações necessárias para o planejamento estratégico na montagem de plantas para produção de concreto usinado.

O FIT está apoiado em três pilares: inteligência, economia de recursos e redução no período de implantação. Entre os principais serviços, o FIT oferece estudo de viabilidade econômica e elaboração do planejamento estratégico, incluindo aspectos de marketing, organograma e projeções de fluxo de caixa. “Ainda engloba projeto arquitetônico, instalação e start-up dos equipamentos e construção de prédio administrativo”, completa Oliveira.

Para comprovar a eficiência do projeto, a RCO está construindo uma planta piloto em Tambaú, interior de São Paulo, ao lado da filial da empresa. Dessa forma, clientes e parceiros poderão acompanhar de perto o funcionamento do FIT.

RCO recebe Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil

O concurso destaca produtos e sistemas construtivos que podem melhorar a produtividade e desempenho do setor

A RCO acaba de ser escolhida como vencedora do Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil na categoria Máquinas e Equipamentos. O produto vencedor, indicado pela fabricante, foi a central dosadora NOMAD, que tem como característica, entre outras, a montagem simples e rápida em até 7 horas. De acordo com Carlos Oliveira, Diretor da RCO, outro diferencial do equipamento está no fato de a central ser pré-montada na fábrica. “Dessa forma, as centrais já saem da empresa com toda a ligação elétrica, pneumática e hidráulica, permitindo a mobilização de uma obra para outra em menos de um dia”, explica.

O concurso é uma iniciativa da editora Pini em conjunto com a revista Techné e tem como objetivo identificar e premiar empresas pelo desenvolvimento de produtos, sistemas construtivos ou equipamentos inovadores, capazes de melhorar a produtividade nas obras e o desempenho do ambiente construído. Além da categoria Máquinas e Equipamentos, outras duas modalidades compõem o prêmio: Produtos e Materiais de Construção, e Sistemas Construtivos. No primeiro caso, empresas como Duratex e Isover foram destaque em edições anteriores. Já para Sistemas Construtivos, os produtos vencedores da última edição foram desenvolvidos por SH Fôrmas e Casa Express.

A entrega oficial do prêmio à RCO será feita durante a Concrete Show 2015, que acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, em São Paulo. Para Carlos Oliveira receber um prêmio deste tipo tem uma importância significativa: “é a comprovação que nosso desenvolvimento e know-how estão alinhados às demandas do mercado”, finaliza.

Central de concreto móvel da RCO acelera obras de infraestrutura

Adotada pela Topos Engenharia na etapa de fundação das linhas de transmissão de energia no Mato Grosso, a Nomad D-30 pode ser montada e desmontada em um dia

A Topos Engenharia tinha um desafio importante no segundo semestre de 2013, quando foi contratada pelo consórcio construtor SME/Lotufo para executar as etapas de funda

Equipamento no campo de obra

ção de 180 km de linhas de transmissão no Mato Grosso. A empresa precisava de uma central dosadora de concreto que pudesse ser montada e desmontada a cada 50 km ao longo da obra e que tivesse a capacidade para produzir 30 m³/hora de concreto. E mais: que estivesse disponível para entrega quase que imediata. As três condições foram atendidas quando a Topos visitou o estande da RCO durante a feira Concrete Show daquele ano e conheceu a Nomad D-30. Hoje, depois de quase um ano de utilização em campo, a empresa adotou a tecnologia como referência e estuda a compra de uma segunda central dosadora do mesmo modelo.

“Com oito meses de uso nós já tínhamos deslocado a máquina três vezes, produzindo mais de 6.000 m³ de concreto, com uma média de 1.200 m³ ao mês”, informa Carlos Henrique, sócio-diretor da Topos Engenharia. De acordo com ele, os resultados foram obtidos graças à facilidade de desmontagem, transporte e montagem da Nomad D-30, que mantém a produção de concreto próxima da obra. A rapidez também aconteceu na entrega da central – 30 dias após o pedido – um tempo impressionante, considerando que a máquina tinha acabado de ser lançada. “Fomos pioneiros na aquisição da central”, reforça o executivo. Henrique.

O executivo lembra ainda que a compra foi antecedida de um período de teste no trecho inicial da linha de transmissão de 500 KV com circuito duplo. O trecho total do Consórcio SME/LOTUFO tem 355 km, infraestrutura que interliga a subestação Parantinga (MT) à subestação de Ribeirãozinho (MT), trecho A3, e que faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), a rede que conecta os pontos de produção de energia no Brasil (usinas de vários tipos) aos polos consumidores.

“Também ficamos satisfeito com a durabilidade, produtividade e a facilidade de montagem e desmontagem do equipamento”, completa Carlos Henrique. Na avaliação dele, a Nomad D-30 entregou a capacidade esperada. A flexibilidade de deslocamento pode ser comprovada pelo fato de o equipamento ser deslocado com uso de um único caminhão guindaste. O melhor exemplo da durabilidade, por sua vez, é a ausência de manutenção em quase um ano de operação. “A RCO tem nos dado uma boa assistência técnica e acompanha a produção da Nomad, o que é muito importante”, conclui Carlos. O executivo adianta, inclusive, que a Topos Engenharia estuda a compra de uma segunda central.

Porque a Nomad D-30 é de fato nômade e pode ser mobilizada em um dia

Lançada em agosto de 2013, durante a Concrete Show, a central dosadora Nomad D-30 já conquistou diversos clientes pela facilidade de transporte e durabilidade. Com uma produção de 30 m³/h, o modelo foi desenvolvido para trabalhar em obras de menor porte. Ou em projetos de maior envergadura, desde que os prazos sejam mais estendidos.

A rápida mobilização da central acontece porque o equipamento é totalmente pré-montado na fábrica. Ou seja, já possui todas as ligações elétricas, pneumáticas e hidráulicas, o que permite sua mobilização e desmobilização em menos de um dia. “Outro fator que contribui para isso é a montagem fixa, sem chassi ou rodas, o que viabiliza o transporte do equipamento em carretas comuns”, explica Alex Guimarães, consultor de vendas da RCO. De acordo com ele, a Nomad D-30 não necessita de obras de fundação ou elevação para ser posicionada, mas apenas de um terreno nivelado e compactado.

O usuário da central possui a opção de personalizar o equipamento, ativando diversos acessórios opcionais. É o caso dos dosadores e da balança de aditivos e do sistema de abatimento de pó, entre outros. O modelo possui ainda um sistema de proteção para o operador, incluindo dispositivos ao redor do ponto de carga de agregados, evitando o contato do operador com as partes móveis, como a comporta e a esteira.

Ilha Pura, projeto inovador de bairro planejado no Rio adota tecnologia da RCO

Bairro planejado: Ilha Pura

Central dosadora NOMAD, com silos horizontais faz parte do canteiro de obra do empreendimento. Flexibilidade de movimentação e tecnologia embarcada são os destaques

Idealizado pela Carvalho Hosken e a Odebrecht Realizações Imobiliárias, a Ilha Pura é um bairro planejado localizado na região da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Com um terreno de mais de 800 mil metros quadrados, o empreendimento começou a ser construído em junho de 2012 e reúne edifícios de alto padrão com diversas plantas, grandes afastamentos entre os edifícios, que privilegiam as vistas e a ventilação. Outro aspecto do projeto é a independência de cada condomínio, sendo que cada um deles terá sua área de lazer própria e fachadas diferenciadas, potencializando a identidade individual. Apesar disso, a integração faz parte da Ilha Pura em dois aspectos: com a natureza e entre os vários condomínios.

No primeiro caso, o ícone do bairro será um parque linear de 72 mil metros quadrados, o que equivale à dimensão de dez campos de futebol do tamanho do Maracanã. O projeto de paisagismo é assinado pelo escritório Burle Marx. Além disso, a maior parte das mudas do parque é cultivada num viveiro próprio, com mais de 30 mil mudas de 163 espécies nativas. Já em termos de integração, o planejamento urbano da Ilha Pura prevê a interligação de espaços residenciais e comerciais, acompanhados por lazer e serviços no mesmo local. As áreas de caminhada e ciclovias da Ilha Pura, por sua vez, terão grandes espaços sombreados, o que permitirá ao morador do bairro caminhar ou ir de bicicleta até a Praia da Reserva, entre diversos outros destinos. Os mais de quatro quilômetros de ciclovias do bairro irão conectar todos os condomínios às áreas de serviços, lazer, trabalho e à ciclovia da Avenida Salvador Allende, que atualmente está em fase de construção.

O perfil de sustentabilidade do projeto também se estende à fase de construção e o canteiro de obras apresenta várias iniciativas, sendo uma delas a adoção de uma central dosadora de concreto da RCO. De acordo com Maurício Cruz Lopes, Diretor Geral da Ilha Pura, a central dosadora Nomad D-40 foi adotada por ser a opção mais economicamente viável para a Ilha Pura, que precisava de um terceiro ponto de carga para o carregamento das argamassas necessárias para a execução das obras. “Nossa decisão foi pautada pela rapidez na entrega, a facilidade de montagem do equipamento e as condições comerciais”, explica Lopes. De acordo com ele, a flexibilidade do equipamento para a mudança do local de instalação, algo que seria necessária no decorrer das obras, também pesou na escolha.

Tecnologicamente, o fato de ter silos horizontais para o estoque de cimento evitou os custos elevados de instalação de sistemas verticais. “O sistema de automação de primeira linha e de alta confiabilidade é outro diferencial”, explica Lopes. “A eletrônica embarcada registra os traços de concreto efetivamente pesados, facilitando o rastreamento das entregas. Além de facilidade de operação e de manutenção”, completa. Lopes lembra ainda que a implantação do equipamento não apresentou nenhum desafio que mereça destaque, em virtude da experiência dos profissionais envolvidos no processo (Ilha Pura e RCO).

“A RCO demonstrou um ótimo nível de atendimento e de qualidade do equipamento, virtudes importantes para a manutenção da parceria entre as empresas”, argumenta o especialista a respeito do relacionamento entre o consórcio construtor e a fabricante. Ele avalia que a equipe da RCO atendeu plenamente as expectativas com relação à identificação e apresentação do equipamento que melhor atenderia às necessidades da Ilha Pura. “Além disso, a equipe deu todo o apoio na movimentação, transporte e instalação do equipamento e acompanhou os primeiros dias de funcionamento para treinamento dos operadores”, detalha. As dúvidas de manutenção e operação também foram discutidas nesse período de entrega técnica, assim como o apoio na etapa de movimentação do equipamento de uma área a outra dentro do terreno do empreendimento.

Para Leonardo Cavalcante, executivo da área comercial da RCO, a contratação do projeto Ilha Pura é um destaque em função da magnitude do empreendimento. “Trata-se de uma iniciativa de grande visibilidade nacional e reforça nossa interação com duas empresas extremamente respeitadas da área de construção civil”, explica. De acordo com ele, o contrato na modalidade turn key, envolveu o transporte e a montagem do equipamento. O consórcio Ilha Pura, por sua vez, cuidou das atividades de infraestrutura para abastecimento da central.

Tecnicamente falando, a central NOMAD adotada na obra foi a mais completa até então fornecida pela RCO. Com dois silos horizontais, o conjunto de soluções adotou uma balança para a dosagem de água, em vez do hidrômetro. “A balança de água, desenvolvida inicialmente para a Ilha Pura, foi adotada posteriormente como equipamento padrão na central de concreto”, detalha Leonardo.

Outro diferencial para o Ilha Pura aconteceu na rampa de agregados, que é um acessório fornecido pela RCO constituído de paredes metálicas, item que contribuiu para agilizar o processo de ativação da central, dispensando as obras de alvenaria. A NOMAD instalada possui ainda três balanças de aditivos, quando o padrão em obras é a utilização de apenas uma ou, no máximo, duas. “É uma central completa com software de automação, que garante qualidade, precisão, confiabilidade e rastreabilidade das informações”, finaliza Leonardo.

 

Sustentabilidade define o perfil da Ilha Pura

Um dos pilares de desenvolvimento da Ilha Pura é a sustentabilidade, implantada desde a instalação do canteiro de obras até o final da construção do bairro planejado. As iniciativas aplicadas contemplam o recrutamento e capacitação prioritários da mão de obra do entorno, implantação de centrais de concreto, redução na geração e reuso dos resíduos, redução do impacto na utilização de recursos hídricos e energéticos e redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Além das práticas sustentáveis na construção do bairro, este pilar se fortifica no legado que as estruturas do parque e dos condomínios implantarão para o viver sustentável dos futuros moradores, ações que farão parte do dia a dia do morador de Ilha Pura: reuso de águas cinzas, iluminação eficiente, aquecimento solar,  painel fotovoltaico, telhados verdes, medidor da qualidade do ar, recarregamento de veículos elétricos, economizadores de água e energia, paisagismo com espécies nativas, bicicletários, ciclovias e integração com linha e ônibus de ônibus de transporte rápido (BRTs).

Prealto cria nova divisão de negócios e adota central dosadora CDR-40 da RCO

Baseada em Coromandel, cidade mineira da região de Uberlândia, a Pré-moldados Alto Paranaíba (Prealto) tem uma história de crescimento e diversificação. Fundada em 1998, a empresa posicionou-se como um empreendimento para produção de pré-fabricados de concreto, especialmente postes de energia e blocos para construção civil. A primeira mudança aconteceria em 2010, quando a companhia ampliou sua atuação e passou a incorporar os serviços de concretagem. Três anos depois, a Prealto estabeleceu outro desafio: montar uma planta industrial totalmente nova, criando uma divisão para atuar como concreteira, inclusive com marca e CNPJ próprios. Esse terceiro salto da empresa teve como resultado o nascimento da Phivela Concreto.

Com a criação da Phivela Concreto, um dos desafios era substituir a central dosadora tow-go, pois a nova unidade teria não só uma frota independente da empresa-mãe como também sua própria planta industrial. Sediada num imóvel próprio com 10 mil m2 de área em Coromandel, a fábrica engloba um sistema de estocagem de agregados, com baias amplas e seguras. A unidade possui ainda casa de máquinas e de comandos com vidros e ar condicionado. As instalações também foram projetadas com piso concretado liso, poço artesiano e um mecanismo com caixas de decantação e reaproveitamento de água. Ou seja, uma linha de produção nova e alinhada com requisitos de sustentabilidade.

Para funcionar como peça central dessa operação, a Phivela definiu-se pela central dosadora CDR-40, fabricada pela RCO. A aquisição, em 2013, selou a parceria entre as duas empresas. “Escolhemos a CDR 40 porque ela atendia a nossa meta de ampliar o investimento no segmento de concreto”, explica João Ary Gomes, fundador e diretor da Prealto. De acordo com ele, a instalação da central, aliada às novas instalações e equipamentos, trouxe benefícios para todos os segmentos da empresa, agregando maior produtividade, melhor qualidade do produto e mais rapidez na entrega. “O destaque, no entanto, é o menor custo de produção, especialmente pelo sistema de silo de cimento automatizado”, ressalta Gomes. Outro ponto positivo da CDR-40 é a combinação de segurança e maior conforto para os operadores do equipamento. Do lado dos clientes, o diretor avalia que a satisfação observada atualmente deve impulsionar o ingresso de outros compradores.

Sobre o relacionamento com a RCO, Gomes lembra que os equipamentos instalados conseguiram vencer os desafios da rapidez e da qualidade do produto. “Foram diferenciais importantes, ao lado do atendimento”, esclarece. Segundo ele, o processo de aquisição envolveu uma pesquisa com outros fornecedores, seguida por reuniões presenciais com a equipe da RCO, que deslocou até Coromandel e até Itaúna, região de Belo Horizonte, para discussões técnicas. O atendimento focado fez a diferença. “Já havíamos adquirido o conjunto de outra empresa, mas, diante da exposição dos diferenciais do equipamento da RCO, optamos pelo cancelamento do pedido anterior e fechamos a aquisição da CDR 40”, detalha.

O bom relacionamento também deve influenciar, segundo ele as novas fases de ampliação da Phivela Concreto. Os planos incluem a aquisição de uma central móvel ou, dependendo dos resultados da usina de Coromandel, a montagem de uma planta completa em outra cidade. “Com certeza, a RCO será chamada para apresentar sua proposta no momento de avaliação dos novos investimentos”, finaliza Gomes.

O consultor de Vendas, Alex Nogueira responsável pelo atendimento à Phivela Concreto reforça que o atendimento diferenciado, aliada ao domínio técnico da solução RCO, agrega credibilidade e transmite a segurança no momento da compra “Acreditamos que o atendimento e clareza nas informações e os grandes diferencias das centrais de concreto RCO foram fundamentais para que o sr. Gomes nos desse o voto de confiança. Temos orgulho de ver uma planta muito bem montada e organizada”, diz ele.

Nogueira lembra que a CDR-40 é um equipamento versátil, de fácil montagem e operação e que se encaixa perfeitamente em obras de pequeno e médio porte, com produção de 40 m³/h reais. A central pode ainda ter sua produção ampliada para 60 m³/h com a aquisição de um conjunto de equipamentos e software para automação total da CDR-40, possibilitando a emissão de relatórios diários de produção e controle de estoque dos agregados e cimento. O consultor de Vendas destaca também que a CDR-40 possui o melhor custo/benefício para as empresas que apresentam planos de ingressar no segmento. Isso se deve ao custo acessível do equipamento e à produção razoável de concreto, além dos benefícios de se ter um silo de estocagem de cimento que reduz a mão de obra, elimina poeira e o desperdício dessa matéria prima.

Central da RCO protagoniza em comercial da Macro Concreto

A central de concreto CDR-40 da RCO marcou presença em uma propaganda elaborada pela sua parceira Macro, empresa distribuidora de materiais para construção, localizada em Ituitaba (MG). A propaganda, que foi divulgada na internet e já tem mais de 200 visualizações, aborda a importância e utilidade do concreto usinado para o Estado de Minas Gerais.

A Central dosadora CDR-40, com capacidade de produção de 40 metros cúbicos de concreto por hora, opera na nova filial da Macro, recém-instalada no Distrito Industrial Afonso Cancella. A empresa foi a primeira a receber o terreno no novo espaço industrial de Ituitaba e está investindo cerca de R$ 1,5 milhão na operação.

Assista ao vídeo na íntegra através do link http://www.youtube.com/watch?v=CavYt_8J0qE

EMSA adquire sua segunda central dosadora de concreto da RCO

Construtora destaca facilidade de operação e flexibilidade de montagem e desmontagem para atendimento de obras rodoviárias

Considerada uma das maiores construtoras brasileiras, a EMSA reforçou sua parceria com a RCO, fabricante de soluções industriais para a área de infraestrutura. Sediada em Aparecida de Goiânia, a construtora adquiriu uma central dosadora de concreto CD-30 RS, com capacidade de produção de 30 m³/h. O equipamento foi comprado em fevereiro de 2013 e, depois de oito meses de operação, passou pelo crivo dos especialistas da EMSA.

Atualmente, a CDR-30 RS está em operação no canteiro da empresa no Mato Grosso, no município de Alto Araguaia. A central é a segunda desse tipo comprada pela construtora, que já tem um histórico de utilização da marca. “Ela atingiu os requisitos de produção nominal e combina a facilidade de operação com a flexibilidade de montagem e desmontagem”, explica Gilberto Alencar Prates, gerente de Máquinas e Equipamentos da EMSA.

Responsável pela gestão desses ativos na construtora, o engenheiro destaca que havia a demanda por uma central dosadora fácil de operar e com bom desempenho. A partir dessa premissa, a gerência de máquinas e equipamentos executou uma pesquisa para determinar a aquisição mais vantajosa entre as propostas apresentadas por alguns fabricantes. Um dos fatores determinantes era o prazo de despacho. “Além de termos recebido o equipamento em pronta-entrega, as marcas concorrentes ofereciam equipamentos mais complexos e de custos mais elevados. A RCO tinha justamente o que precisávamos”, argumenta Prates.

Despachada para o Centro-Oeste, a CDR 30 produz concreto para a construção de obras de arte, o que, na engenharia civil, inclui construções especializadas ou únicas. No Mato Grosso, a central fornece o concreto para as obras de arte, como bueiros e meio fios em rodovias, um dos segmentos onde a EMSA é fortemente respeitada. “Nossos contratos exigem alta movimentação, razão pela qual valorizamos muito o aspecto de qualidade e facilidade de montagem e desmontagem das centrais dosadoras da RCO”, avalia Prates. O executivo lembra que a simplicidade de operação também é acompanhada do custo benefício, o que motivou a compra do segundo equipamento desse gênero.

Antes da aquisição formalizada em fevereiro de 2013, a EMSA já tinha outra operando em Pernambuco. Nos dois casos, elas fazem parte de um portfólio diversificado da construtora, o que inclui construção de estradas, pontes e viadutos, além de obras de saneamento, para ficar entre as atividades principais. “O atendimento, incluindo a entrega técnica, também contou a favor”, avalia Prates. “Na primeira compra, tivemos a necessidade de trocar o hidrômetro e fomos prontamente atendidos pela fábrica que substituiu a peça com rapidez” recorda.

“A EMSA é um cliente extremamente importante para a RCO, pois trata-se de uma das maiores construtoras do país, com grande experiência em várias obras e forte atuação, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste”, afirma Leonardo Cavalcante, executivo da área comercial da RCO. De acordo com ele, a parceria é recente, mas as aquisições seguidas reforçam a satisfação com a marca e o bom desempenho das centrais dosadoras em campo. “A facilidade de mobilização – montagem e desmontagem – acontece em função do projeto modular. Como é construída com materiais de alta qualidade, a robustez garante ainda que a mobilização seja feita sem prejuízo do equipamento”, finaliza.

RCO demonstra supremacia de suas Centrais Dosadoras Fixas

A linha de Centrais Dosadoras Fixas da RCO inclui modelos de 30 a 120 m³ por hora de produção de concreto e se destaca no mercado pelos preceitos de inovação e durabilidade. No aspecto inovação, um diferencial recente é o incremento de silo e balança de cimento no conjunto, algo pontuado como upgrade da série anterior de Centrais Dosadoras Fixas da RCO, a RS.

Os modelos podem ser instalados em qualquer região do Brasil e a RCO dispõe de tecnologia e corpo técnico para efetuar o dimensionamento diferenciado para instalação em áreas com atividades sísmicas, alta salinidade ou outros vieses climáticos.

No aspecto tecnológico, os equipamentos da RCO trazem esteiras transportadoras com sistema otimizado de roletes, que proporcionam maior vida útil às correias, dotadas de raspadores internos e externos. O bocal de descarregamento também é de tecnologia avançada, todo feito em chapa de aço de alta resistência e sistema de redução de desgaste.

Passível de aquisição via Finame e cartão BNDES, a RCO assegura garantia de 12 meses para suas Centrais Dosadoras Fixas e comprova a qualidade de seus produtos com uma gama ampla de casos de sucesso, envolvendo clientes como Odebrecht, Camargo Corrêa, Engemix e outras (veja mais sobre os cases em www.rco.ind.br/cases)