RCO fecha 15 novos negócios na Concrete Show South America

Os equipamentos mais vendidos foram a central de concreto NOMAD-D20 e o silo horizontal L2200, lançamentos da companhia para o evento

Os três dias de Concrete Show South America renderam bons frutos à RCO, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, localizada em Tambaú (SP). A companhia comprova a afirmação com a divulgação de um balanço sobre o evento, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de agosto. De acordo com a empresa, foram fechados 15 novos negócios durante a feira, grande parte deles motivada pela condição de preço especial para o evento.

A central dosadora de concreto NOMAD D-20 e o silo horizontal de armazenagem L2200, lançamentos da RCO para o evento, foram os equipamentos com o maior número de contratos fechados, além de outras soluções RCO em silos de armazenagem e centrais de concreto, como outros modelos da linha NOMAD. A nova central chegou ao mercado com o objetivo de atingir, principalmente, pequenos e médios empreendimentos: sua capacidade é de 20m³/h, o que permite uma produção mensal que varia entre 2000 e 3000 metros cúbicos, possibilitando que centrais dosadoras tradicionais sejam substituídas por ela. O diferencial também está na rapidez de montagem e operação, na mobilidade – pelo fato de não precisar de fundações-, e pela necessidade reduzida de veículos para transporte. Essas características fazem com que o equipamento seja ideal também para obras com altura restrita.

Carlos de Oliveira, diretor da RCO, explica que o número de vendas no evento é o resultado de uma ação conjunta. “Levamos mais de 15 pessoas entre atendimento comercial e suporte técnico”, diz. “Além disso, houve também a constante participação das equipes de engenharia e produção da empresa”, complementa.

O otimismo do executivo não se esgota ao período de feira. De acordo com ele, o desempenho da RCO na Concrete Show refletirá em novos negócios até o final do ano. “Aumentamos nossa visibilidade de mercado com a qualidade técnica e atendimento diferenciado. Essas características devem render novas negociações no decorrer do segundo semestre”, finaliza.

Na contramão da crise, RCO amplia fábrica em Tambaú, lança novos produtos e prevê crescimento de 20% em 2015

Empresa também cria índice para avaliar desempenho de centrais de concreto e silos de armazenagem. Novidades serão apresentadas na edição 2015 do Concrete Show, que acontece de 26 a 28 de agosto no São Paulo Expo

Carlos de Oliveira, Diretor da RCO

O ano de 2015 teria tudo para brecar a RCO: a construção civil, de modo geral, está em modo de espera e os projetos de infraestrutura também caminham a passos lentos. Mas a empresa, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, resolveu partir para o ataque. A estratégia é aperfeiçoar seus produtos, criando equipamentos diferenciados e com maior tecnologia, ampliar o conhecimento detalhado dos clientes e investir nas suas duas unidades de produção sediadas em Tambaú, no interior de São Paulo. Em termos de resultados, as iniciativas devem levar ao crescimento de 20% em 2015, percentual suportado tranquilamente pelo aumento de 35% nas instalações de sua fábrica principal. “Nossa meta é totalmente realista, porque estamos ganhando espaço de mercado, mesmo que o crescimento seja mínimo em 2015”, resume Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da RCO.

Reforçando o conhecimento do “padrão de uso” no cliente  

A experiência de mais de 20 anos de mercado, e há 07 atendendo o mercado consumidor de centrais de concreto e silos de armazenagem deu à RCO um fôlego para posicionar equipamentos como a tecnologia de silo horizontal adotado pelo Consórcio Linha 4 Sul, construtor da linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro. Mas, desde 2014, a empresa criou um departamento exclusivo para entender melhor o que os usuários esperam de centrais de concreto e silos de armazenagem. Trata-se do Serviço Ampliado Direcionado (SAD). O departamento tem uma agenda prevista de 700 auditorias in loco nos clientes da RCO até o final do ano.

O levantamento mais recente envolveu a visita a mais de 250 plantas no Brasil e apontou os principais pontos de melhoria. “Com base nos dados reais de operação, criamos o Índice RCO, que mede a performance das centrais e silos de concreto, ressaltando o aumento da produtividade e conferindo maior segurança em campo”, explica Oliveira. Inédita no setor, a criação do SAD cria uma massa crítica de informações que pode orientar novos clientes da RCO a tirarem o máximo de produtividade de seus equipamentos.

 

Novos equipamentos para novos mercados

Nomad D-20

O melhor conhecimento do cliente – e do momento atual da economia brasileira – também impulsionou a RCO a destacar soluções mais compactas para empresas que começam a entrar no mercado de produção de concreto. Duas dessas soluções são destaques no Concrete Show desse ano: a Central Dosadora de Concreto Móvel Nomad D-20 e o Silo Aparafusado Vertical com diâmetro de 3000 mm. Nos dois casos, a principal característica é a mobilidade. O silo, por exemplo, com montagem aparafusada permite que seja deslocado, rapidamente de uma obra a outra, diferenciando-se dos modelos montados com solda. Além disso, a logística para transporte destes novos equipamentos é reduzida e ainda podem ser transportados em contêineres. Já a Nomad D-20, com capacidade para 20 m³/h, pode substituir centrais dosadoras tradicionais. No Concrete Show 2015, ela será apresentada em conjunto com um silo horizontal, outra diferenciação da RCO. “Ambos representam bem nossa campanha “Equipamentos Compactos – Grandes Resultados”, nosso mote para novos mercados.”, explica Oliveira.

A Nomad RCO acaba de ser escolhida como a vencedora do Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil 2015 – iniciativa da Editora PINI em conjunto com a Revista Téchne, cujo objetivo é identificar e premiar empresas pelo desenvolvimento de produtos, sistemas construtivos ou equipamentos inovadores, capazes de melhorar a produtividade nas obras e o desempenho do ambiente construído.

Tecnologia de ponta já adotada no Brasil

Além de novas soluções, a RCO vai destacar soluções inovadoras já adotadas no Brasil. É o caso do silo horizontal, cuja maior vitrine brasileira é a construção da Linha 4, do Metrô do Rio de Janeiro. Três deles estavam alocados na obra e foram especialmente desenhados em função da limitação de altura dos túneis da via em construção. A eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Silo pro horizontal RCO

A marca RCO também está presente em processos inovadores como o da AVS Artefatos, do Rio Grande do Sul. Fabricante de blocos de concreto leve, a companhia é a primeira, no Brasil, a adotar o poliestireno (isopor) como ingrediente da produção de concreto leve, material que pode reduzir, em média, 30% do custo total de obras. Além de sustentável, a tecnologia agrega uma economia média de 30% no custo final de uma obra em relação à alvenaria tradicional. Na planta da fabricante gaúcha, os dois silos modelo S-70-98, têm capacidade para armazenar 98 toneladas de materiais: um deles é abastecido com cimento Portland e o outro com cinzas volantes de carvão, operando em sincronia para abastecer os equipamentos de mistura que alimentam a produção do bloco celular.

Dispositivo garante maior segurança aos silos

Sistema de segurança para silos comercializado pela RCO

Outra novidade da RCO no Concrete Show 2015 é o dispositivo que aumenta a segurança da operação de silos verticais e horizontais da própria marca ou de outros fabricantes. O sistema inclui sensores, painéis eletroeletrônicos e avisos sonoros, indicando os níveis de armazenagem do silo. A tecnologia também monitora a ocorrência de excesso de pressão no interior do equipamento. Com esses dados, os técnicos e responsáveis conseguem evitar possíveis riscos de explosões ou implosões, acidentes com colaboradores e entupimentos de filtros. Além da segurança dos operadores, o dispositivo de segurança amplia a durabilidade estrutural do silo. “O risco de explosões sempre deve ser avaliado, principalmente em locais fechados como os túneis, mas a instalação do dispositivo é opcional”, detalha Oliveira.

Projeto FIT avança como novo formato de negócio

Primeira no Brasil a oferecer um processo completo para instalação de usinas de concreto, incluindo planejamento, processos e equipamentos eficientes, a RCO vai reforçar a “inovabilidade” do Projeto FIT. Diferenciado, o modelo inclui serviço completo de consultoria para dimensionamento do negócio, incluindo escolhas logísticas, definições dos equipamentos e treinamento de mão de obra. Esta inovação inclui ainda um roteiro completo de informações necessárias para o planejamento estratégico na montagem de plantas para produção de concreto usinado.

O FIT está apoiado em três pilares: inteligência, economia de recursos e redução no período de implantação. Entre os principais serviços, o FIT oferece estudo de viabilidade econômica e elaboração do planejamento estratégico, incluindo aspectos de marketing, organograma e projeções de fluxo de caixa. “Ainda engloba projeto arquitetônico, instalação e start-up dos equipamentos e construção de prédio administrativo”, completa Oliveira.

Para comprovar a eficiência do projeto, a RCO está construindo uma planta piloto em Tambaú, interior de São Paulo, ao lado da filial da empresa. Dessa forma, clientes e parceiros poderão acompanhar de perto o funcionamento do FIT.

Pesquisa da RCO aponta principais erros de operação em centrais de concreto e silos de armazenamento de cimento e de agregados

Empresa realizou levantamento em 108 plantas no Brasil, que adotam equipamentos da marca e ouviu quase uma centena de profissionais. O resultado é uma radiografia da operação e uma orientação personalizada para evitar erros em campo

A RCO, fabricante nacional de centrais dosadoras, silos verticais e horizontais de concreto, acaba de fechar uma primeira fase do Serviço Ampliado Direcionado (SAD), seu programa de pós venda. Com a iniciativa, 99 clientes foram visitados até o final de abril desse ano, totalizando 108 plantas. Nos locais, equipamentos como centrais de concreto, silos de armazenamento e sistemas de transporte foram detalhadamente avaliados. Outra ação envolveu a entrevista pessoal com os responsáveis pelas empresas e com os técnicos especializados. Do total de empresas, 65% são concreteiras e 30% são companhias fabricantes de pneus. Os 5% restantes pertencem aos setores alimentício e de cosméticos.

“As visitas serviram para realizar um levantamento dos problemas técnicos enfrentados em campo e como eles podem ser endereçados pela nossa área de engenharia”, explica Zulli, Gestor de atendimento ao cliente (SAD). De acordo com ele, as visitas são a base do banco de dados que a empresa já criou e que vai mapear os principais pontos de atenção nos equipamentos operados com a marca RCO. “Na verdade, a base de dados vai funcionar como um índice de como as centrais de concreto, silos e sistemas de transporte operam”, complementa. “Nossa ideia é criar um índice de referência para o setor e criar um roteiro de resolução de problemas para os casos onde as máquinas não têm sido adequadamente operadas”, complementa.

Zulli também lista o plano de ações elaborado pela RCO para atender as demandas de campo observadas na pesquisa. “A partir de agora devemos levantar os pontos mais críticos apresentados por nossos clientes e implementar um plano de ação com o objetivo de suprir as falhas apresentadas – nesse caso, estimulando receita e venda de novos produtos”, explica. Além disso, as novas medidas envolvem o planejamento para a criação do chamado Kit Emergencial: serão três tipos diferentes de kits com planilhas e recursos que auxiliam os próprios proprietários na hora de fazer a manutenção preventiva dos equipamentos já instalados.

As recomendações gerais para a operação correta das centrais de concreto

De acordo com Zulli, a experiência da RCO em campo mostra que vários pontos de operação devem ser observados pelos operadores de centrais de concreto. Entre as recomendações gerais, ele cita a atenção para a falta de manutenção em filtros de cartuchos. Segundo o especialista, a limpeza deve ser feita de acordo com o manual do equipamento e, se for o caso, deve-se substituir os cartuchos.

Outro ponto é a manutenção e limpeza na válvula de subpressão, assim como o controle da lubrificação dos mancais, que nunca podem ficar sem esse processo. No caso das válvulas, a atenção deve ser concentrada no excesso de umidade, principalmente na válvula da balança de cimento, o que pode ocasionar o travamento do dispositivo.

O entupimento dos dutos pneumáticos de acionamento dos aeradores é outro problema comum na operação incorreta de centrais de concreto, assim como o desalinhamento da correia dos transportadores. Já o travamento em roletes, igualmente comum, precisa de uma ação imediata: substituir os dispositivos deficientes e fazer a análise posterior dos mesmos para entender as razões do problema.

Uma ocorrência comum, não diretamente relacionada às centrais, mas que as afeta acontece quando o operador da pá-carregadeira que abastece a balança de agregados faz uma manobra indevida. “O problema ocorre quando a roda da máquina toca a  estrutura das centrais, o que pode levar à desregulagem das células de carga que fazem parte da balança”, detalha.

No caso específico dos silos, Zulli chama a atenção para a ausência de limpeza em filtros e válvulas. “A manutenção preventiva evita esse problema”, argumenta.

Tabela – o que se observar em cada componente da central de concreto

Silos: limpeza e verificação geral mensal de filtros e válvula de subpressão.

Aeradores: verificação semanal de todo sistema pneumático (dutos) e checando se o ar comprimido está sendo suficiente para aciona-los.

Compressor de ar: semanalmente abrir e esgotar a agua que se acumula internamente.

Parafusos e porcas: reaperto em toda a estrutura semestralmente.

Válvula da balança de cimento: limpeza de mensalmente, pois devido à umidade existente no local pode ocorrer a formação de uma crosta dura de cimento. Essa ocorrência dificulta o acionamento da válvula, ou seja, o processo de abrir e fechar.

Obras da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro adotam silos horizontais da RCO

Equipamentos personalizados foram a solução para montagem de dispositivos de armazenamento em local com restrição de altura

Prevista para entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2016, a Linha 4 do Metrô carioca deve transportar cerca de 300 mil pessoas por dia e retirar nada menos do que 2 mil veículos por hora no pico do trânsito no Rio de Janeiro. O projeto liga as regiões da Barra da Tijuca à Zona Sul e inova em vários aspectos. Um deles é a adoção de silos horizontais, da RCO, no canteiro de obras do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô entre Ipanema e a Gávea.


Os silos horizontais foram uma opção para a falta de espaço vertical, uma vez que obras em túnel apresentam limitação de altura. A RCO participou do desenvolvimento do silo com as dimensões necessárias para o projeto. Quanto à operação, o sistema funciona da mesma forma que os silos verticais.

Dos três silos horizontais usados pelo Consórcio Linha 4 Sul na obra, dois são utilizados para estoque de cimento e o terceiro pelo armazenamento de bentonita. Juntos, o trio de equipamentos serve para alimentar o material utilizado na central de grout (argamassa composta por cimento, areia, água, quartzo e aditivos especiais). O grout é a matéria-prima do grauteamento, processo de preenchimento de vazios e juntas de alvenaria industrial.

Além da participação ativa da RCO na personalização dos silos, o Consórcio Linha 4 Sul também contou com o valor competitivo dos equipamentos e o bom atendimento do suporte comercial e da área de pós-venda da RCO.

Leonardo Cavalcante, Coordenador Comercial da RCO, destaca que a tecnologia de silo horizontal fabricado pela empresa incorpora know how europeu e, diferente de outros modelos comercializados no mercado brasileiro, não apresenta problemas para realizar a descarga de materiais. O silo horizontal, segundo ele, é uma alternativa valiosa para as plantas que têm limitação de altura e, portanto, não podem adotar silos verticais, caso da Linha 4 do Metrô carioca. Disponível em modelos de 47 a 150 toneladas de capacidade de armazenamento, o equipamento é indicado para armazenagem de cimento, cal, areia, bentonita, sílicas e diversos outros tipos de materiais em pó.

“Eles podem ser utilizados em conjunto com centrais de concreto, ou aplicados isoladamente, no processo produtivo do cliente”, explica Cavalcante. O especialista lembra que a eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Além disso, o design diferenciado do silo horizontal da RCO facilita o escoamento do material para a rosca transportadora e isso supre o efeito da gravidade, que dá a eficiência dos silos verticais. “A mobilidade é a principal vantagem desse equipamento e ela existe porque as ligações elétricas e pneumáticas são feitas na nossa fábrica, permitindo que o silo siga pronto para a montagem no destino”, explica Cavalcante.

Sobre a Linha 4 do Metrô

A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Serão seis estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. A Linha 4 do Metrô entrará em operação no primeiro semestre de 2016, após passar por uma fase de testes. Será possível ir da Barra a Ipanema em 13 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. Os usuários poderão ainda deslocar-se da Barra da Tijuca até a Pavuna, pagando apenas uma tarifa.

Ilha Pura, projeto inovador de bairro planejado no Rio adota tecnologia da RCO

Bairro planejado: Ilha Pura

Central dosadora NOMAD, com silos horizontais faz parte do canteiro de obra do empreendimento. Flexibilidade de movimentação e tecnologia embarcada são os destaques

Idealizado pela Carvalho Hosken e a Odebrecht Realizações Imobiliárias, a Ilha Pura é um bairro planejado localizado na região da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Com um terreno de mais de 800 mil metros quadrados, o empreendimento começou a ser construído em junho de 2012 e reúne edifícios de alto padrão com diversas plantas, grandes afastamentos entre os edifícios, que privilegiam as vistas e a ventilação. Outro aspecto do projeto é a independência de cada condomínio, sendo que cada um deles terá sua área de lazer própria e fachadas diferenciadas, potencializando a identidade individual. Apesar disso, a integração faz parte da Ilha Pura em dois aspectos: com a natureza e entre os vários condomínios.

No primeiro caso, o ícone do bairro será um parque linear de 72 mil metros quadrados, o que equivale à dimensão de dez campos de futebol do tamanho do Maracanã. O projeto de paisagismo é assinado pelo escritório Burle Marx. Além disso, a maior parte das mudas do parque é cultivada num viveiro próprio, com mais de 30 mil mudas de 163 espécies nativas. Já em termos de integração, o planejamento urbano da Ilha Pura prevê a interligação de espaços residenciais e comerciais, acompanhados por lazer e serviços no mesmo local. As áreas de caminhada e ciclovias da Ilha Pura, por sua vez, terão grandes espaços sombreados, o que permitirá ao morador do bairro caminhar ou ir de bicicleta até a Praia da Reserva, entre diversos outros destinos. Os mais de quatro quilômetros de ciclovias do bairro irão conectar todos os condomínios às áreas de serviços, lazer, trabalho e à ciclovia da Avenida Salvador Allende, que atualmente está em fase de construção.

O perfil de sustentabilidade do projeto também se estende à fase de construção e o canteiro de obras apresenta várias iniciativas, sendo uma delas a adoção de uma central dosadora de concreto da RCO. De acordo com Maurício Cruz Lopes, Diretor Geral da Ilha Pura, a central dosadora Nomad D-40 foi adotada por ser a opção mais economicamente viável para a Ilha Pura, que precisava de um terceiro ponto de carga para o carregamento das argamassas necessárias para a execução das obras. “Nossa decisão foi pautada pela rapidez na entrega, a facilidade de montagem do equipamento e as condições comerciais”, explica Lopes. De acordo com ele, a flexibilidade do equipamento para a mudança do local de instalação, algo que seria necessária no decorrer das obras, também pesou na escolha.

Tecnologicamente, o fato de ter silos horizontais para o estoque de cimento evitou os custos elevados de instalação de sistemas verticais. “O sistema de automação de primeira linha e de alta confiabilidade é outro diferencial”, explica Lopes. “A eletrônica embarcada registra os traços de concreto efetivamente pesados, facilitando o rastreamento das entregas. Além de facilidade de operação e de manutenção”, completa. Lopes lembra ainda que a implantação do equipamento não apresentou nenhum desafio que mereça destaque, em virtude da experiência dos profissionais envolvidos no processo (Ilha Pura e RCO).

“A RCO demonstrou um ótimo nível de atendimento e de qualidade do equipamento, virtudes importantes para a manutenção da parceria entre as empresas”, argumenta o especialista a respeito do relacionamento entre o consórcio construtor e a fabricante. Ele avalia que a equipe da RCO atendeu plenamente as expectativas com relação à identificação e apresentação do equipamento que melhor atenderia às necessidades da Ilha Pura. “Além disso, a equipe deu todo o apoio na movimentação, transporte e instalação do equipamento e acompanhou os primeiros dias de funcionamento para treinamento dos operadores”, detalha. As dúvidas de manutenção e operação também foram discutidas nesse período de entrega técnica, assim como o apoio na etapa de movimentação do equipamento de uma área a outra dentro do terreno do empreendimento.

Para Leonardo Cavalcante, executivo da área comercial da RCO, a contratação do projeto Ilha Pura é um destaque em função da magnitude do empreendimento. “Trata-se de uma iniciativa de grande visibilidade nacional e reforça nossa interação com duas empresas extremamente respeitadas da área de construção civil”, explica. De acordo com ele, o contrato na modalidade turn key, envolveu o transporte e a montagem do equipamento. O consórcio Ilha Pura, por sua vez, cuidou das atividades de infraestrutura para abastecimento da central.

Tecnicamente falando, a central NOMAD adotada na obra foi a mais completa até então fornecida pela RCO. Com dois silos horizontais, o conjunto de soluções adotou uma balança para a dosagem de água, em vez do hidrômetro. “A balança de água, desenvolvida inicialmente para a Ilha Pura, foi adotada posteriormente como equipamento padrão na central de concreto”, detalha Leonardo.

Outro diferencial para o Ilha Pura aconteceu na rampa de agregados, que é um acessório fornecido pela RCO constituído de paredes metálicas, item que contribuiu para agilizar o processo de ativação da central, dispensando as obras de alvenaria. A NOMAD instalada possui ainda três balanças de aditivos, quando o padrão em obras é a utilização de apenas uma ou, no máximo, duas. “É uma central completa com software de automação, que garante qualidade, precisão, confiabilidade e rastreabilidade das informações”, finaliza Leonardo.

 

Sustentabilidade define o perfil da Ilha Pura

Um dos pilares de desenvolvimento da Ilha Pura é a sustentabilidade, implantada desde a instalação do canteiro de obras até o final da construção do bairro planejado. As iniciativas aplicadas contemplam o recrutamento e capacitação prioritários da mão de obra do entorno, implantação de centrais de concreto, redução na geração e reuso dos resíduos, redução do impacto na utilização de recursos hídricos e energéticos e redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Além das práticas sustentáveis na construção do bairro, este pilar se fortifica no legado que as estruturas do parque e dos condomínios implantarão para o viver sustentável dos futuros moradores, ações que farão parte do dia a dia do morador de Ilha Pura: reuso de águas cinzas, iluminação eficiente, aquecimento solar,  painel fotovoltaico, telhados verdes, medidor da qualidade do ar, recarregamento de veículos elétricos, economizadores de água e energia, paisagismo com espécies nativas, bicicletários, ciclovias e integração com linha e ônibus de ônibus de transporte rápido (BRTs).

Silo vertical da RCO opera na Base Aérea de Brasília

Instalado pela JM Terraplanagem, cliente da RCO desde abril de 2014, um silo vertical com capacidade de 100 toneladas de armazenamento está atendendo a duas centrais de concreto na Base Aérea de Brasília (BABR), que está passando por reformas para ampliar o pátio de estacionamento das aeronaves.

Segundo o engenheiro Diego Augusto Arruda, Gerente de Contratos da JM Terra, o silo foi adquirido para atender simultaneamente as duas centrais, uma de concreto e outra de solo. Para que isso pudesse ser feito, a RCO adaptou o silo para ter duas bocas de saída, antes da entrega ao cliente. Na avaliação do engenheiro, o equipamento está funcionando bem e a previsão é que o projeto seja finalizado no final do ano, quando será desmontada e enviada a novos clientes da empresa.

A JM Terra está sediada em Brasília (DF), a empresa atua como prestadora de serviços de terraplanagem, pavimentação e drenagem, entre outros serviços, como locação de equipamentos pesados. Entre a gama de clientes da empresa, estão diversos órgãos públicos, como a Infraero, o DNIT, DERDF, Deinfra e a BABR. Além do Distrito Federal, a JM já atendeu a projetos em Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina.

A Base Aérea de Brasília (BABR), inaugurada em 1957, foi ativada para transporte de militares e materiais de construção, que teve papel fundamental no desenvolvimento das obras da Capital do Brasil. Atualmente, a estrutura funciona junto ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, e é conhecida por receber diversas autoridades estrangeiras, como líderes religiosos e políticos. A base área também é conhecida por ser o local de operações do FAB VC-1A, popularmente conhecida como “AeroLula”, principal aeronave de transporte dos últimos dois Presidentes da República.

RCO na Concrete Show 2013

Lançamento de novo modelo em central de concreto e com grande visibilidade é a proposta da RCO para a participação na Concrete Show 2013.

A RCO confirma orgulhosamente sua participação na próxima edição da Concrete Show 2013. O evento anual, organizado pela UBM Siena, é realizado em diversos locais no mundo e, neste ano, atingirá a 7ª edição.

Realizada no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, a feira Concrete Show envolve toda a cadeia produtiva do concreto desde fabricantes de concreto, equipamentos, artigos pré-moldados, compostos químicos até serviços e consultoria na área.

A RCO contará com um expressivo stand na área externa, logo na entrada principal, com 330 m². Soluções em Centrais de concreto estarão expostas dentre elas o grande lançamento: Central Dosadora Móvel. Além deste equipamento estará exposta uma Central Dosadora CDR-80 completa, o mesmo equipamento que já registrou recordes de produtividade.

A organização da feira espera um público aproximado de 30 mil pessoas a visitar 580 marcas em exposição em 62.500 metros quadrados de área expositora.

Visite a RCO no stand E255 (área externa). Veja aqui a planta do evento.

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Central Dosadora CDR 80 RCO estará exposta em stand da empresa na Concrete Show. Além deste equipamento, haverá o lançamento da novidade de Central de concreto Móvel.

Silos Horizontais RCO operam em obra do Metro Linha 4 no Rio de Janeiro

A nova solução RCO em armazenagem já estão instalados com sucesso em seu primeiro case de fornecimento. Os silos horizontais compõem o portfólio da RCO para atendimento de necessidades de armazenagem em situações onde há restrições de altura ou espaços fechados, e, para a obra do Metro Linha 4 no Rio de Janeiro, os equipamentos começarão sua operação brevemente.

Para a obra do Metro Linha 4 no Rio de Janeiro, foram fornecidos 3 silos horizontais com 110 m³ de capacidade cada. Eles armazenarão cimento e bentonita para grande parte do processo de construção do empreendimento. Pelo motivo de obra ser estruturada toda em túneis, há a restrição de altura para implantação de silos verticais onde, neste caso, os silos horizontais atenderam adequadamente a necessidade. Além disso, os silos horizontais RCO podem ser movimentados com facilidade pois não são fixados em estruturas civis convencionais onde, com isso, os mesmos podem se movimentar para outros locais de operação conforme a obra avança para outros locais. Porém, para esta obra específica, os silos ficarão determinados a um local específico, sem necessidade de movimentação. Os silos horizontais RCO são ofertados ao mercado brasileiro em parceria com a empresa britânica Antar@Pressvess que possui grande expertise na fabricação deste tipo de solução.

Segundo o consórcio construtor da obra, o Metro Linha 4 do Rio de Janeiro ligará a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, a Ipanema, na Zona Sul e transportará mais de 300 mil pessoas por dia e retirará das ruas cerca de 2 mil veículos por hora. A obra ainda é composta por 16 km de túneis, seis estações, zonas de manobra e estacionamento de composições ao custo total, incluindo a aquisição do material rodante (trens) de R$ 8,5 bilhões, com conclusão do projeto  a partir de 2016.

*Mais informações em www.metrolinha4.com.br

**Mais informações de Silos Horizontais RCO em www.rco.ind.br/armazenagem

Silos Horizontais RCO na obra do Metro Linha 4: restrição de altura direcionou a adoção desta solução em armazenagem.

 

 

RCO adota novas cores em centrais de concreto e silos

Tons de vermelho e cinza são as novas cores padrão em centrais de concreto e silos RCO

Central Dosadora CDR 80 com 2 silos: cores que para uma identidade visual RCO

Para os modelos de Centrais de Concreto RCO, a empresa aplica novas cores com objetivo de dar uma nova identidade aos equipamentos. Cinza e vermelho, aplicados em tons escuros, integram o conjunto, dando um destaque visual no local onde o mesmo é colocado em operação como obras e concreteiras.

Os modelos de silos padronizados da RCO também recebem as cores padrão. Vale ressaltar que cores e outras personalizações solicitadas pelo cliente como aplicação de logotipo, ainda são normalmente atendidas pela empresa.

Antar@Pressvess e RCO fecham parceria em Silos Horizontais

A RCO e a Antar@Pressvess, empresa com sede britânica, fecham parceria para oferta de silos horizontais no mercado brasileiro e América do Sul.

O objetivo da parceria é aprimorar o portfólio RCO em soluções em armazenagem, ampliando a gama de equipamentos. A RCO já possui um reconhecido know-how em silos verticais, tanto soldados quanto de estrutura aparafusada, e decidiu recentemente ampliar as soluções em armazenagem com a oferta de silos horizontais.

O silos horizontais são unidades de armazenagem que caracterizam-se basicamente por possuírem uma estrutura horizontalizada e sem necessidade de bases civis para instalação. Partindo destas características, entre outras tantas, silos horizontais ganham grandes vantagens como a adequação do equipamento para locais com baixa estatura, como obras em túneis ou locais fechados, e a fácil mobilidade e deslocamento do equipamento, pois basta uma superfície planificada para instalação do mesmo, sem a necessidade de equipes de montagem. Há ainda outras vantagens como: instalação em campo muito rápida, reduzida incidência de vento na estrutura, fácil acesso à manutenção e operação, menor consumo de ar-comprimido, além de outras, isso tudo disponibilizados em capacidades a partir de 33 até 83 m³ em volume.Conheça mais aqui.

A empresa parceira, a Antar@Pressvess, esta sediada em Kingswinford, West Midlands, Reino Unido e possui grande experiência no desenvolvimento e fabricação de sistemas de armazenagem, entre eles os silos horizontais. Sua atuação de mercado concentra-se em toda Europa. A parceria com a RCO é uma oportunidade para a empresa ampliar sua atuação em outros mercados no mundo.

Entre em contato com a RCO e conheça outros benefícios da solução em silos horizontais.