Silo da RCO ajuda Grupo CMP a fortalecer sua área de concreto usinado

Empresa mineira adotou o silo de 98 toneladas para atender operação combinada em três cidades de Minas Gerais, otimizando logística de entrega de concreto.

Silo RCO de 98t. Foto: CMP Concreto Usinado

Sediado em Passos, no interior de Minas Gerais, o Grupo CMP é uma das maiores corporações do estado com foco em cinco áreas: construção, caldeiraria, fabricação de pré-moldados, concretagem e empreendimentos.  A distribuição de negócios contempla quatro empresas. A área de construção, semente do grupo ainda em 1990, levou à criação das demais áreas, incluindo a CMP Concreto Usinado em 1994.

A sinergia entre as operações pode ser verificada com a compra da Concretar Pré-Moldados, em 2004, responsável pela produção de galpões industriais e rurais com estruturas pré-moldadas. “É essa integração que marca nossa estratégia de atuação, inclusive geográfica”, explica Sílvio Costa, gerente da divisão de Concreto Usinado.

Com a ampliação das demandas em 2015, a empresa resolveu investir, principalmente em maquinário, mas tinha que levar em conta o fato de possuir três plantas ativas, uma na sede em Passos, outra em Formiga e a terceira em Piumhi. “Nós já tínhamos adquirido uma usina de concreto completa no passado, mas sentimos a necessidade da implantação de mais um silo já a partir de 2014 em Piumhi”, explica Costa.

Apesar de definida a necessidade, a companhia tinha o desafio de continuar a atender uma produção de grande porte e, ao mesmo tempo, posicioná-la estrategicamente entre as três unidades. Para isso, a empresa resolveu adotar um silo com capacidade para 98 toneladas e instalá-lo na unidade de Piumhi. A escolha do local facilitou a operação logística de fabricação e entrega do concreto.

Com as operações de concreto usinado focadas nas três cidades, o Grupo consegue atender diversas cidades as margens da Rodovia MG050 sem encarecer os custos de transporte e a prejudicar a qualidade do produto. Simples: existe um prazo médio de quatro horas entre a fabricação e a entrega do concreto no cliente final. Dentro desse range, não há danos na qualidade do produto. A geografia, nesse caso, ajuda.

“Se estivéssemos somente com a planta de Passos, precisaríamos enviar muitos caminhões de uma só vez para atender o mesmo cliente, além da dificuldade de atender aos que compram grandes quantidades” diz. “Com a nossa operação atual, podemos utilizar uma quantidade menor de caminhões, fazendo com que eles retornem a uma planta mais próxima para reabastecer”, completa.

A qualidade do concreto também é garantida por outro fator: o controle da temperatura do cimento usado. Ela não deve exceder os 75 ºC, caso contrário vai exigir uma mistura com mais água em sua composição. O resultado afetaria negativamente a qualidade do concreto produzido.

Para evitar esse tipo de situação na planta de Piumhi, a empresa utiliza os dois silos para intercalar o armazenamento do cimento “O produto chega da cimenteira com a temperatura alta, então revezamos a armazenagem nos silos. Isso mantém a produção de concreto com a matéria prima na temperatura ideal”, diz.

O consultor técnico da RCO, Alex Nogueira, afirma que essa característica do equipamento se dá pela robustez dos materiais aplicados em sua produção. “A qualidade dos silos fabricados pela marca é um diferencial para o cliente. Por esse motivo, temos hoje modelos com capacidade de estocagem que varia de 40 até 4 mil toneladas de material em pó como cimento e calcário”, diz.

Costa destaca ainda a importância da consultoria técnica e do timing correto da visita da RCO. No segundo caso, ele ressalta que a presença do especialista da fabricante paulista aconteceu no momento de definição do silo a ser comprado. Já a respeito da consultoria, o gerente explica que o histórico de conhecimento de outros clientes com demandas similares é um diferencial importante.

“O Alex veio até aqui e mostrou o know how da fabricante. Depois, fomos convidados a conhecer a sede da RCO, com o intuito de acompanhar o processo de produção dos equipamentos e, então, fechamos o negócio. Simples assim”, finaliza.

Concretto Engenharia opera central com capacidade máxima

Instalada há pouco mais de um ano, a CDR-40, fabricada pela RCO, faz parte dos investimentos de expansão da empresa mato-grossense e deve ser empregada na diversificação de produtos da concreteira

Recém-criada, a Concretto Engenharia, empresa especializada na produção de concreto usinado, tem como foco clientes no entorno de Pontes e Lacerda, cidade mato-grossense onde está sua sede. Esse universo inclui empresas do comércio local e do segmento agropecuário e, principalmente, construtoras da região do Vale do Guaporé. Como se trata de um local onde a demanda por concreto usinado é crescente, a expansão dos negócios é um processo natural para a concreteira, que opera a central dosadora CDR-40, da RCO, a plena carga. A máquina faz parte do pacote de investimentos recentes da Concretto, o qual inclui ainda caminhões betoneiras, carretas silo e basculante e caminhão munck.

A aquisição da central foi feita pouco tempo depois da criação da empresa no segundo semestre de 2014. Apesar de operar com capacidade máxima há cerca de um ano e meio, a CDR-40 nunca precisou passar por reparos. “Não tivemos nenhum problema com o equipamento até hoje. A central é robusta e apresenta grande qualidade”, diz Irineu Carlos Turazzi, diretor e presidente da Concretto Engenharia. Ele explica que adquiriu o equipamento por indicação de funcionários da empresa e que o processo de escolha envolveu a visita à RCO e a outros dois concorrentes. “Escolhemos, na época, pelo preço e excelente atendimento. Hoje, recomendo o equipamento também pela qualidade comprovada em campo”.

Atualmente a central dosadora, equipada com um silo e com uma balança de cimento, é utilizada somente para a produção de concreto usinado, realidade que tende a mudar. Segundo Turazzi, existem planos de levar o equipamento para projetos maiores com o objetivo de reduzir custos. “Vamos montar uma indústria de pavers e blocos de concreto. Nossa intenção é utilizar a CDR-40 para fazer o processo de mistura juntamente com as betoneiras, diminuindo o custo na compra de silos”, afirma.

Mantendo o ritmo de crescimento, a Concretto Engenharia está de olho em projetos maiores e mais longes de sua base – mais de 150 km da planta. Novamente, os equipamentos da RCO podem fazer parte da expansão da empresa. “Nossa intenção é adotar centrais móveis para projetos distantes. Os equipamentos da RCO são seguros e eficazes, com um sistema de pós-venda e assistência técnica excelentes”, finaliza Turazzi.

O sucesso da parceria entre as duas empresas, segundo Natã Sachetto, Consultor Técnico de Vendas da RCO, está diretamente ligado ao relacionamento criado durante a venda do equipamento. “O atendimento diferenciado, o domínio técnico e a clareza nas informações na negociação foram fundamentais para a venda”, diz. “Reforçamos ainda mais nossa credibilidade com o cliente quando ele visitou nossa estrutura”, completa.

Sachetto destaca ainda que a CDR-40 tem baixíssimo custo de manutenção devido à qualidade dos componentes e materiais utilizados na fabricação do equipamento. No caso da Concretto Engenharia, a Central Dosadora ganhou um dispositivo adicional: um software de automação. “Com o sistema instalado, o processo de fabricação do concreto acontece de maneira mais ágil e eficiente, minimizando a possibilidade de erros na fabricação”, explica. O controle e rastreamento dos processos de fabricação do concreto também são amplificados com a automatização, uma vez que a CDR-40 passa a emitir relatórios de desempenho.

RCO aproveita câmbio favorável para ampliar presença na Bolívia

Empresa amplia vendas para a construtora boliviana Comercio Y Construcciones HJVA, que já tinha comprado uma central dosadora CDR 30 RS e, agora, adquiriu o Sistema de Descarregamento de Big Bag, com balança, da marca brasileira

Localizada em Puerto Quijaro, no Departamento de Santa Cruz, a construtora HJVA acaba de complementar a compra da central dosadora CDR-30 RS, feita no meio do ano. Agora, a empresa, adquiriu um Sistema de Descarregamento de Big Bag com balança para ser adicionado ao equipamento vendido anteriormente. “O relacionamento começou com uma consulta pela internet e avançou para uma parceria maior”, explica Henry Arza, diretor da Comercio Y Constucciones HJVA.

De acordo com Arza, depois de utilizar a CDR-30 RS, a compra do Sistema de Descarregamento de Big Bag com balança foi facilitada. “Escolhemos a RCO novamente por conta da relação custo e benefício”, explica. “Além disso, percebemos que a tecnologia aplicada da fabricante é ótima, o que reflete na montagem, operação e manutenção”, completa. O executivo salienta que novos negócios devem ser fechados entre a construtora boliviana e a RCO nos próximos anos.

CDR 30 RS

Segundo Carlos Donizetti Oliveira, a negociação confirma o investimento que a empresa brasileira está fazendo na ampliação da marca para os países vizinhos. O passo mais destacado até agora é a participação recente – em outubro – da Conexpo Latin America, no Chile. “O câmbio atual, combinado com nossa tecnologia inovadora, torna o portfólio da RCO interessante para clientes da América Latina”, detalha. O executivo lembra, no entanto, que as exportações envolvem uma atenção especial em relação às questões legais e fiscais, principalmente as especificações alfandegárias de cada país.

Arza também destaca o câmbio atual do Real como um facilitador de importações de produtos fabricados no Brasil. “A HJVA continua crescendo e expandindo com incentivo do governo e do estado, em especial nos últimos quatro meses, favorecida pelo cambio monetário”, diz. “Nossa empresa importou vários equipamentos e máquinas do Brasil”, complementa. O executivo destaca que os investimentos feitos em 2015 têm o objetivo de proporcionar um crescimento de 18% à HJVA em 2016. “Nossa intenção é criar unidades em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e expandir nossas instalações no Brasil, nas cidades de Corumbá (MS) e Uberlândia (MG)”, conta. Natã Sachetto, consultor Técnico da RCO que atende a empresa boliviana, destaca que o Sistema de Descarregamento de Big Bag com balança tem como características principais a maior agilidade no processo de produção de concreto; menor desperdício de cimento, uma vez que o sistema possui balança para pesagem; economia em mão de obra e na compra de cimento em Big Bags ao invés de cimento ensacado.

Natã Sachetto, consultor RCO

Já a Central Dosadora CDR-30 RS, também conhecida como “tow-go com rasga-saco”, é considerada uma excelente solução com o melhor custo-benefício para a produção de concreto, operando com uma capacidade nominal de 30 m3 por hora e uma produção de 8m3 de concreto por ciclo. “O projeto da central é modular, o que facilita o transporte e a compra, inclusive por clientes de países vizinhos”, explica Sachetto.

Ainda em relação à logística, o consultor Técnico lembra que a RCO mantém um acompanhamento das regras de cada país e que, geralmente, o transporte rodoviário é a forma mais utilizada na América do Sul. “Há situações que o transporte marítimo também pode ocorrer, dependendo do destino e prazo de entrega”, explica. 

RCO revê metas, mas emplaca 15% de crescimento em 2015

Estratégia iniciada no ano passado explica resultados positivos em ano difícil para economia brasileira no mercado de construção civil. Para 2016, empresa deve ampliar estratégia de venda no mercado latino-americano

A combinação de crise política e econômica afetou vários segmentos nacionais da construção civil, incluindo os equipamentos móveis – com uma retração de vendas estimada em 57% – e o próprio mercado de fabricação de cimento, que deve fechar o ano com uma queda de 8%. A RCO também reviu sua meta de crescimento de 20% para 15%, um número positivo diante do resultado da economia brasileira. A estimativa reflete várias iniciativas da empresa, incluindo a modernização e ampliação de suas duas unidades em Tambaú, interior de São Paulo, e a implantação do SAD ou Serviço de Atendimento Direcionado, um programa de pós-venda diferenciado.

Carlos Donizetti de Oliveira, diretor da RCO, explica que desde 2014 – quando efetivou um crescimento de 35% – a empresa já vinha se preparando para uma provável desaceleração nesse ano. “Estamos colhendo os frutos de nossa estratégia de mercado, inclusive com o lançamento de produtos adaptados aos pequenos e médios negócios, além da expansão de nossa atuação no comércio dos países vizinhos, principalmente na América do Sul”, argumenta.

No caso das duas plantas industriais, as unidades foram preparadas para comportar um incremento de 35% na capacidade de produção. Com a mudança, setores da empresa foram separados, os espaços para armazenagem de materiais e almoxarifado foram aumentados e o fluxo desses materiais pôde ser melhorado.

Com a casa em ordem, a RCO lançou produtos compactos para um mercado que acredita ser promissor: as pequenas e médias concreteiras. Entre os lançamentos está a central dosadora de concreto móvel Nomad D-20, que apesar de ocupar menos espaço físico, possui capacidade para 20 m³/h e pode substituir centrais dosadoras tradicionais. “Criamos, inclusive, uma campanha chamada ‘Equipamentos Compactos-Grandes Resultados’ para dar voz à nossa nova estratégia”, diz Oliveira.

Com o aumento das vendas, a fabricante também precisou investir na excelência do  atendimento ao cliente e criou o SAD (Serviço de Atendimento Direcionado). Com a adoção do sistema, os técnicos da RCO conseguem identificar preventivamente os problemas que podem ocorrer nos equipamentos utilizados e ensinam os clientes a melhor maneira possível de operar seus produtos. Todo o processo foi ativado a partir da visita em campo a mais de 100 clientes da empresa em todo o Brasil.

O ano também contou com novidades no quesito automação e segurança. A fabricante anunciou que estava distribuindo o único sistema de segurança para silos de armazenagem do setor. A tecnologia, que monitora o excesso de pressão no interior do equipamento, pode ser adotada em silos da própria marca ou de outros fabricantes.

A inovação não ficou restrita ao sistema de segurança.  O Projeto FIT, que é idealizado integralmente pela RCO, propõe ser um modelo de consultoria e modernização de concreteiras. O modelo de serviços do projeto inclui também um roteiro de informações que devem auxiliar o cliente no seu planejamento estratégico e na montagem de plantas para produção de concreto usinado com produtividade máxima mensal de 3.000 m³.

“Em 2016 devemos trabalhar em novas ações para manter nosso ritmo de crescimento”, diz Oliveira. “É desse modo que garantimos qualidade de atendimento e a eficácia do nosso slogan: ‘Inovabilidade Sempre’”, complementa.

Ações da RCO em 2015 geram Moção de Congratulação

A RCO recebeu uma Moção de Congratulação emitida pela Câmara de Vereadores de Tambaú, São Paulo. A iniciativa, encabeçada pelo vereador e presidente da câmara, Luis Fernando Viana Neves, pautou-se pelas estratégias da RCO em manter o ritmo de crescimento em 2015, lançando novos produtos, ampliando espaço fabril e investindo no capital humano. A votação foi unânime entre os vereadores para a aprovação da Moção.

Moção de Congratulação para RCO emitida pela Câmara de Vereadores de Tambaú – SP.

Carlos Oliveira, diretor da RCO, expressa que “a iniciativa da câmara de vereadores é recebida pela empresa com grande orgulho. É, pela segunda vez, um reconhecimento que demonstra que acreditamos na cidade e valorizamos a comunidade que nos acolhe.”

Com a performance empresarial que vem colhendo frutos positivos, a RCO foi pauta para recebimento de Moção de Congratulação pela segunda vez em 2015. Na ocasião anterior a iniciativa da empresa na manutenção de espaço público próximo à sede e construção de ponte para travessia de pedestres motivou os vereadores de Tambaú a aprovarem, também com unanimidade, o reconhecimento à RCO.

 

 

 

Estudo de pós-doutorado de engenheiro de Itaipu pode contribuir para durabilidade de estruturas de concreto

 

Étore Funchal de Faria, pós-doutor e especialista em Segurança de Barragens pela Universidade Estadual do Arizona (EUA)

Uma pesquisa de pós-doutorado, desenvolvida por um engenheiro civil da Itaipu Binacional na Universidade Estadual do Arizona (EUA), pode aumentar a durabilidade e a segurança de estruturas de concreto em to

O estudo mostrou como materiais compósitos – formados por fibra têxtil e argamassa de cimento, por exemplo – são capazes de selar mesmo as chamadas “fissuras vivas”, que se dilatam e retraem com variação térmica. Na prática, isso dificulta o processo de deterioração de estruturas de concreto, fazendo com que elas fiquem mais preservadas. É como se o tempo passasse mais devagar para essas estruturas.do o País e no mundo.

O resultado consta no trabalho Materiais compósitos cimentícios avançados para aplicação em fissuras em barragens de concreto, desenvolvido pelo engenheiro civil Étore Funchal de Faria, da Divisão de Obras Civis de Itaipu. Agora, este conhecimento poderá ser aplicado em Itaipu e nas empresas Eletrobras, segundo o engenheiro.

O estudo, concluído em 15 de agosto, foi feito na Universidade Estadual do Arizona, a Arizona State University (ASU), nos Estados Unidos, como parte do pós-doutoramento em Estruturas e Materiais com ênfase em Segurança de Barragens de Étore Faria.

O projeto teve apoio de Itaipu, do Parque Tecnológico Itaipu, e foi desenvolvido por meio do Programa Ciência sem Fronteiras. O convite partiu da Universidade das Empresas Eletrobras (Unise) e foi apoiado pelas superintendências de Obras e de Engenharia.

“O objetivo foi estudar um material que tivesse competência para atuar como se fosse um selo em fissuras”, explicou o pós-doutor. “Quando fazemos esse selo ‘elástico’, o material abre e fecha com a fissura. Ao se expandir e voltar, eu transformo essa fissura ‘grande’ em milhões de nanofissuras, e não tenho mais o efeito dos agentes deletérios dentro dela”.

Nos Estados Unidos, a pesquisa foi feita com um tipo de fibra têxtil e argamassa de cimento e vários tipos de ensaio, incluindo a correlação digital de imagem, que fotografa todas etapas de surgimento das fissuras. No Brasil, o estudo deve continuar com o emprego de outras fibras. Tudo será registrado e publicado em artigos científicos. Em 2016, o projeto será apresentado no Parque Tecnológico Itaipu, com a presença do Professor Doutor Barzin Mobasher, da Universidade do Arizona, que recepcionou o colega nos Estados Unidos.

“Poderemos usar até fibras de garrafas pet”, disse o engenheiro, que não pretende parar suas pesquisas, iniciadas quando ele ainda cursava Engenharia Civil na Universidade do Estado de Minas Gerais, em meados de 1990. Desde então, ele percorreu um caminho acadêmico paralelo à experiência profissional por empresas como Furnas e Petrobras. “Quem trabalha em barragens não quer saber de outra coisa”, comenta. Em 2004, obteve o título de mestre em Estruturas pela COPPE-UFRJ (2004). Já na Itaipu, conquistou o doutorado em Estruturas e Materiais pela COPPE-UFRJ, em 2012.

Conheça a usina de Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,3 bilhões de MWh. A hidrelétrica é responsável pelo abastecimento de cerca de 17% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 75% do Paraguai.

Desde 2003, Itaipu tem como missão empresarial “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”.

A empresa tem ainda como visão de futuro chegar a 2020 como “a geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.

Fonte: assessoria de comunicação da usina de Itaipu Binacional.

Programa Reconhecer da RCO premia atitude que busca resultado

O diferencial promovido pelo colaborador e seu devido reconhecimento. Essa é a principal orientação que se baseia o Programa Reconhecer RCO.
Implantado pelo departamento de Recursos Humanos da empresa, o programa busca congratular o funcionário que, na maioria das situações, vai além de suas atribuições principais. Esse funcionário gera diferenciais, motiva seus pares e busca sempre o resultado final com qualidade e satisfação do cliente interno ou externo.

O funcionário Lucas Eduardo recentemente superou suas expectativas de trabalho. Em uma ação de montagem externa assumiu o papel de liderança e a gestão da equipe de montadores e, por fim, realizou toda a integração necessária para com o cliente. Toda esse iniciativa de Lucas foi além de suas atribuições principais e contribui para que a RCO atendesse o cliente de forma plena.

“Precisamos de atitudes como essa. Atitudes dinâmicas, que demonstrem garra e vontade de atingir os resultados focando sempre nos clientes”, pondera Celso Carvalho, gestor de pessoas da RCO. Carvalho ainda ressalta que “esse posicionamento profissional deve e pode acontecer em qualquer função na empresa, da coordenação ao chão de fábrica.”

 

Lucas Eduardo foi premiado com um final de semana em família no Hotel Fazenda Poços de Caldas, na cidade de Poços de Caldas em Minas Gerais. O local é indicado para lazer com a família e descanso em meio às paisagens mineiras.

Hotel em Copenhague leva concreto pré-fabricado ao limite

Na Dinamarca, a construção industrializada do concreto foi submetida a um de seus mais rigorosos testes, e passou com louvor. O hotel Bella Sky, inaugurado em 2011 em Copenhague, foi construído totalmente com estruturas pré-fabricadas, incluindo paredes de concreto. O desafio da obra foi viabilizar duas torres com inclinação de 15° que, juntas, formam um complexo com formato em “V”. Segundo o engenheiro estrutural, Kaare K. B. Dajhl, responsável pela obra, a opção pelo pré-fabricado foi importante para que as peças fossem perfeitamente construídas. Cada prédio tem 76,5 metros de altura e todo o complexo consumiu 7.100 elementos pré-fabricados, onde o peso das peças maiores chegou a 15 mil quilos. O volume de concreto empregado na obra foi de 13 mil m³ e mais 7.200 m³ aplicados nas fundações.

Kaare K. B. Dajhl disse que não teria sido possível projetar um edifício com essa complexidade sem o uso doBIM (Building Information Modeling). “Quando uma estrutura desta natureza é projetada, é impossível obter uma boa compreensão sem um modelo 3D. Neste caso, o BIM foi usado extensivamente para decidir e compreender como a estrutura de apoio iria transferir as vastas forças para a fundação”, explicou. O uso do modelo não envolveu apenas a equipe de projetistas e de engenheiros da construtora Ramboll – responsável pela obra. Todo o sistema foi compartilhado com as concreteiras contratadas, os fabricantes de aço, de estruturas pré-moldadas e os demais prestadores de serviço ligados à execução do empreendimento. “A comunicação foi um dos alicerces desta obra”, completou o engenheiro.

Veja mais detalhes na reportagem de Altair Santos, do portal Massa Cinzenta: http://www.cimentoitambe.com.br/hotel-copenhague-concreto-pre-fabricado/ 

Forcemix adota central dosadora da RCO em planta no interior de São Paulo

Instalação do equipamento na planta da Forcemix

Baseada no Distrito Industrial de São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Forcemix começou a atuar em janeiro desse ano. A experiência dos fundadores da companhia, no entanto, supera a média de 30 anos de mercado. Focada no segmento de concretos e microconcretos dosados em central, a empresa oferece uma gama de produtos padronizados, incluindo concretos convencionais, bombeáveis, CAD, CAR, estacas hélice, concretos celulares e pigmentados, além de guias extrusadas. Com esse portfólio diversificado, a Forcemix atende desde pequenas obras até grandes projetos. “Da nossa base, fornecemos serviços num raio de até 60 km a partir de nossa central dosadora”, explica Carlos Alberto Maschietto, engenheiro da empresa.

Dona de uma CDR-40, da RCO, a concreteira utiliza o equipamento para fornecer o concreto pré-misturado aos seus clientes regionais. A máquina também permite a fabricação do microconcreto pré-misturado, opções que são oferecidas com os serviços de bombeamento. Apesar de adquirida em 2014, a central de concreto já era conhecida desde a Concrete Show de 2013, quando os profissionais da Forcemix entraram em contato com a tecnologia da RCO. “A qualidade do equipamento me impressionou na íntegra, pela qualidade, robustez e modernidade dos elementos e pelo alto nível do processo de soldagem, entre outras características”, diz Carlos Alberto. A experiência do profissional também pesou na definição do equipamento. “Estou no ramo de concretagem há trinta anos e já participei da aquisição e instalação de várias unidades”, detalha. “Os equipamentos da RCO mostraram-se muito completos, além de práticos”, complementa.

Tecnologicamente, ele classifica a CDR-40 como “muito moderna”. O empresário, inclusive, acompanhou parte da fabricação e montagem do quadro de comando e ficou impressionado positivamente com a carga tecnológica dos dispositivos implantados. Em termos de serviços, ele avalia que tudo o que foi acordado com a RCO tem sido cumprido à risca, desde os prazos de fabricação e entrega, bem como a montagem. “Fica outro elogio, pois o cronograma firmado entre a Forcemix e a RCO foi cumprido dentro do prazo pré-estabelecido de cinco dias”, argumenta o Engenheiro.

O especialista é um entusiasta do mercado onde atua. “Estou na direção da Forcemix, porque acredito nesse maravilhoso material que vem a ser o concreto. O que tem me deixado muito satisfeito é a evolução dos serviços de concretagem”, explica. “A construção civil no Brasil está saindo do processo artesanal e nosso segmento colabora ativamente para isso”, avalia. Ele credita o avanço da Forcemix também à parceria com a RCO. “Ela está dando um passo importante no processo, investindo em tecnologia, prazos e preços compatíveis com os custos do nosso setor”, comenta.

Maschietto destaca ainda que a Forcemix acredita no mercado onde entrou recentemente, principalmente por combinar a experiência dos profissionais fundadores as ideias inovadoras da equipe de técnicos. Isso, sem perder as o foco nas atividades fim da companhia. “Se dermos início a outros projetos, com certeza vamos utilizar a tecnologia da RCO. Temos um histórico recente, mas se o padrão for mantido, seremos grandes parceiros”, finaliza.

Natã Sachetto, Consultor Técnico de Vendas da RCO, destaca que a CDR-40 é um equipamento robusto, e foi projetada para atender pequenas e médias demandas de concreto com baixo custo de manutenção, o que segundo ele, foi essencial na consolidação do atendimento à Forcemix. “Eles têm experiência em Centrais de Concreto e aliado a isso, os aspectos técnicos, diferenciais de projeto e o processo de fabricação da central foram elementos essenciais na escolha da CDR-40 pela Forcemix”, diz.

Novembro Azul e a saúde masculina

Em novembro acontece uma expressiva campanha de saúde voltado exclusivamente aos homens: Novembro Azul. A campanha visa incentivar o público masculino para prevenção do câncer de próstata e adoção de hábitos de vida saudáveis.

Na RCO, em conjunto com a Prefeitura Municipal de Tambaú, foi realizada uma ação para aplicação de exames básicos de saúde como medição de pressão cardíaca e de índice glicêmico. Além disso foi distribuído um kit orientativo para prevenção de DST (doenças sexualmente transmissíveis) e promoção da saúde bucal.

Na empresa, 83% do quadro de funcionários é composto pelo público masculino. Ações como essa voltadas à conscientização da saúde demonstra significativo interesse da empresa com o bem-estar dos colaboradores, onde, concluiu-se que todos os participantes que passaram pelos exames obtiveram índices satisfatórios e dentro da normalidade.