Sem registros de acidentes de trabalho há 2 anos, RCO celebra a marca alcançada.

O objetivo é superar o recorde mantendo ativamente departamento de Segurança do Trabalho e CIPA.

Quadro de acidentes: um recorde de 2 anos sem funcionários lesionados

Na última semana de outubro, a RCO celebrou a marca de 2 anos sem registros de acidentes de trabalho, uma conquista muito importante para todos integrantes da empresa. O índice é o equivalente a mais de 730 dias sem paradas no processo produtivo e consequente afastamento de funcionários por conta de lesões graves.

Essa marca reflete a preocupação da RCO em oferecer um local de trabalho totalmente seguro para seus colaboradores. Ao acreditar e investir em um Setor de Segurança e Medicina de Trabalho plenamente ativo e ainda com o apoio dos membros da CIPA, a empresa promove  constantemente treinamentos visando a conscientização e apresentação de medidas de prevenção dos riscos existentes no local de trabalho.

Além da conscientização, a Segurança do Trabalho fiscaliza  o uso correto dos EPI’s (equipamentos de proteção individual) e a forma que os colaboradores executam as suas atividades. “Estamos sempre pedindo a atenção máxima dos colaboradores, porque o descuido e a desatenção são os maiores vilões nos acidentes de trabalho e esperamos manter sempre essa orientação para comemorarmos três, quatro, cinco anos sem acidente. Queremos e vamos aumentar esse recorde.” afirma Celso Carvalho, Gestor de Pessoas da RCO.

Para marcar a data, um café da tarde especial foi servido a todos os colaboradores, e em paralelo foi comemorado também os aniversariantes do mês de outubro.

 

RCO confirma estratégia para o mercado sul americano durante Conexpo 2015

A RCO tem adotado inúmeras estratégias para manter seu ritmo de crescimento em 2015, estimado em 20%. Ações como ampliação de sua fábrica e lançamento de novos produtos com foco em mobilidade também fizeram parte dos planos da empresa. Agora, com a marca já consolidada em território nacional, a RCO aposta em medidas para conquistar o mercado de construção sul americano. O primeiro passo foi a participação na Conexpo Latin America 2015, evento criado com o objetivo de promover o encontro entre empresários e especialistas do setor de toda a América Latina, realizado entre os dias 21 e 24 de outubro.

Durante o evento, a empresa brasileira apresentou seus produtos lançamentos, a Central Móvel Dosadora de Concreto Nomad D-20 e o Silo Vertical Aparafusado  de 70 m³ ou 98 toneladas de capacidade. Além disso, a RCO apresentou também todo seu portfolio em centrais de concreto fixas e móveis e silos de armazenagem. A RCO também mostrou que detém tecnologia: é o caso do monitoramento de segurança para silos, comercializado pela empresa. O sistema – que inclui sensores, painéis eletroeletrônicos e avisos sonoros, indicando os níveis de armazenagem do silo e também monitora a ocorrência de excesso de pressão no interior do equipamento – evita acidentes nas plantas e pode ser instalado em silos de outras fabricantes.

“Conseguimos alcançar nossa estratégia inicial de prospectar novos parceiros e nos posicionarmos como exportadores diferenciados”, argumenta Carlos Donizetti de Oliveira, diretor da RCO. De acordo com o executivo, a RCO já participou de eventos internacionais mas a Conexpo foi o primeiro evento voltado especificamente à construção fora do pais que a empresa participa “Estamos animados com esse novo mercado e, de agora em diante, devemos participar mais desses encontros”, complementa.

A Conexpo contou com a participação de expositores, empresários e visitantes de mais de 90 países, entre eles a Argentina, Brasil, Peru, Colômbia e Bolívia – ultrapassando a marca de 32 mil pessoas, durante quatro dias de evento.

RCO investe em segurança do trabalho em suas unidades fabris

Em outubro, a RCO organizou dois treinamentos com foco em segurança de trabalho. O primeiro deles teve como tema a NR11, um regulamento técnico de procedimentos para movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. Já o segundo, abordou a NR35, uma norma que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução.

De acordo com Celso Carvalho, Gestor de Pessoas da RCO, os treinamentos foram oferecidos a 66 colaboradores da companhia que, direta ou indiretamente, trabalham com equipamentos pesados como empilhadeiras ou que desempenhem suas funções em altura – seja na RCO, parceiro ou cliente. “Nosso objetivo é intensificar o preparo desses profissionais, elevando a qualidade do serviço prestado”, explica o executivo. Para ele, os treinamentos também elevam a qualidade do Serviço Ampliado Direcionado (SAD) oferecido pela empresa.

Para Cláudio de Oliveira Junior, que compõe a equipe de produção da RCO, o preparo é fundamental no exercício da profissão. “Essa experiência nos mostrou os riscos do trabalho em altura e acredito que todos deveriam fazer o treinamento”, finaliza.

Areia de brita: uma oportunidade que merece atenção

A busca por formas econômicas e eficientes para produzir areia de brita está aumentando, à medida que os depósitos de areia natural localizados próximos de centros em crescimento estão se esgotando e as leis ambientais ficam mais exigentes. Ao mesmo tempo, muitos produtores de agregados estão estudando a possibilidade de produzir areia de brita e tratar as crescentes pilhas de resíduos das pedreiras que contém considerável proporção de agregados finos comerciais

Existe uma solução que beneficie todas as partes envolvidas? Rolands Cepuritis, um especialista do uso de areia triturada na produção de concreto, e Tero Onnela, Especialista de Processo de Trituração da Metso, examinam a questão em profundidade.

A AREIA DE BRITA PODE SUBSTITUIR A AREIA NATURAL EM UMA SÉRIE DE APLICAÇÕES

A areia —independentemente de ser extraída de brita natural ou de depósitos de areia, ou ser produzida com rochas sedimentares trituradas— é usada em diversas aplicações graças às suas qualidades minerais e físicas. A aplicação mais comum da areia é o concreto, composto por cerca de 30-40% do volume de material.

Tero Onnela insiste no ponto básico: “O concreto é o material mais comum produzido pelo homem; pode ser encontrado em qualquer lugar. É um elemento essencial na construção de infraestruturas e no setor da construção. Uma grande parte da rede de rodovias dos EUA foi construída em concreto durável que suporta o tráfego pesado e as mudanças das condições meteorológicas. As barragens —como a Barragem das Três Gargantas, na China, onde o equipamento de britagem da Metso foi utilizado para produzir agregados— constituem as maiores estruturas construídas com concreto.

A AREIA NATURAL É UM RECURSO CADA VEZ MAIS ESCASSO

“O asfalto, comum na construção de estradas e rodovias, é a segunda aplicação mais importante. Há também os conhecidos agregados funcionais usados, por exemplo, para a purificação da água em estações de tratamento, campos de golfe e silos, em parques infantis, campos de equitação, assim como rodovias e calçadas em lugares expostos a gelo e neve para prevenir deslizamentos e derrapagens. Em todas essas aplicações, é possível substituir a areia natural pela areia de brita e até mesmo melhorar as propriedades do produto final”.

O uso de areia natural é regulamentado por lei em muitos lugares e totalmente proibido em outros, como Japão. Alguns países, incluindo a Suécia, apelam para o uso de areia de brita ao invés de areia natural sempre que possível. Na Austrália e no Brasil, as restrições para obter as licenças também estão aumentando. A extração ilegal de areia está se tornando um problema em alguns países em desenvolvimento, onde a demanda é muito alta e a fiscalização é ineficiente. A venda de areia é considerada uma maneira rápida de obter dinheiro com pouco investimento —tudo o que se necessita é um caminhão, um motorista e um lugar de onde extrair a areia. Esta é uma das razões pelas quais a Índia, entre outros, estabeleceu uma política de areia para estimular a criação de novas unidades de produção de areia artificial, facilitando o processo de permissões para novas pedreiras. “Eu diria que há três categorias de países. Veja, por exemplo, a Suécia, onde existe um imposto especial para a brita natural que regula a extração de areia. Outros países europeus restringem a abertura de novos poços através de outros meios. E há países, como a Índia, Singapura e Malásia, que enfrentam enormes problemas com recursos de areia natural esgotados ou que estão diminuindo rapidamente. Nesses países, a areia é extraída de poços abertos, de praias, de dunas interiores e dragada dos leitos do mar e rios. A legislação nem sempre está atualizada ou simplesmente não é efetiva”, assinala Rolands Cepuritis.

AREIA DE BRITA NA PRODUÇÃO DE CONCRETO

Atualmente, Rolands Cepuritis está finalizando sua tese de doutorado em Desenvolvimento de areia de brita para a produção de concreto com microproporção. Ele tem uma clara visão de por que a areia de brita é adequada para a produção de concreto:

“Os fabricantes de concreto precisam de margens de segurança mínimas na resistência à compressão de seus produtos. Quanto maior for a variabilidade das matérias-primas, maior será o conteúdo de cimento necessário para manter o nível dessas margens. Assim, o custo das matérias-primas de qualidade e variabilidade inferiores pode ser comparável ao custo de materiais de qualidade variável. Com a areia de brita produzida através de um processo de engenharia controlado, é possível obter uma qualidade estável. É muito mais difícil controlar a variabilidade da areia natural, especialmente se a areia não for lavada”, diz.

No entanto, nem sempre é viável lavar a areia devido a problemas como falta de espaço, disponibilidade de recursos hídricos, questões ambientais derivadas da drenagem de tanques e problemas operacionais em lugares expostos a temperaturas de congelamento, por exemplo, nos países nórdicos. “Há também outros benefícios técnicos diretos do uso de areia de brita. Por exemplo, os grãos de areia natural são arredondados como resultado do desgaste natural, e as partículas de areia de brita são tipicamente angulares e têm textura mais áspera em sua superfície, permitindo melhor ligação com a pasta de cimento no concreto e oferecendo, assim, melhores propriedades de resistência para o mesmo consumo de cimento (relação água/cimento constante)”.

Quando se desenvolve um produto de concreto com areia natural, as oportunidades de melhora são escassas. Mas com a areia de brita há muito mais oportunidades: existe uma ampla gama e você pode encontrar a que melhor se adapte aos diferentes tipos de concreto. Um obstáculo totalmente diferente é a aceitação do uso de areia de brita na composição mista. Por exemplo, em Queesland, Austrália, ainda se requer que 40% dos agregados finos usados em uma composição mista de concreto seja de areia natural. Isto deverá mudar no futuro para refletir o declínio da disponibilidade de recursos e melhorar a oferta de produtos de areia de brita de alta qualidade.

ARGUMENTOS ECONÔMICOS?

A legislação e a disponibilidade de areia natural definem o preço da areia e, consequentemente, a rentabilidade. Também há custos associados à obtenção de licenças, que podem inviabilizar economicamente a extração do recurso. “Os custos de transporte das pedreiras têm contribuição significativa no custo total do produto para o usuário final. Se o produto final tem valor superior, como no caso da areia de sílica para a fabricação de óculos, custos mais altos de transporte podem ser aceitáveis. Produtos de areia com grandes volumes e margens inferiores constituem uma situação diferente. A planta de produção de areia necessita estar próxima de onde ela será utilizada”, explica Onnela.

“Isso significa muito em termos de economia de escala. Se você dispõe de um bom areeiro no lugar onde a areia será usada, você simplesmente peneira a areia no lugar correto. Com a areia de brita, você precisa considerar muitos outros aspectos. A trituração de rocha sedimentar tem custos de produção mais altos e há custos adicionais envolvidos. Entre 30-40% — e algumas vezes até 50%— da rocha triturada pode acabar indo para a pilha de resíduos da pedreira. Quanto menor for o tamanho da partícula e mais suave o material extraído, maior será o volume de resíduos gerados. Para melhorar a rentabilidade, você precisa reduzir a quantidade de resíduos ou pensar em novos usos para os finos”, esclarece Onnela.

“As partículas inferiores a 4 mm são, com frequência, consideradas resíduos, isto é, não são suficientemente boas para qualquer finalidade. Normalmente, o material é empilhado e, cada vez mais, os produtores têm de pagar taxas de resíduos por suas pilhas. Se os finos pudessem ser usados e vendidos para outros fins, todas as partes seriam beneficiadas. Na Finlândia, este tipo de resíduo de pedreira pode ser parcialmente usado no revestimento de superfícies de caminhos e pátios. De acordo com Onnela, elaborar um argumento econômico depende muito de como o setor desenvolve e adapta as propriedades técnicas da areia de brita para diferentes aplicações. Trata-se também, em boa medida, de educar e convencer as partes interessadas sobre as boas qualidades da areia de brita para que ela seja aceita e amplamente adotada. Naturalmente, o preço deve ser competitivo.

“É possível usar a maioria das rochas para a produção de concreto. É necessário que a rocha tenha um certo grau de dureza. Um dos maiores inimigos é o alto conteúdo de mica, cuja remoção é difícil e cara. A questão é: como está o mercado? Há muita concorrência? Em outras palavras, há muita areia disponível a um preço razoável?”,diz. “A qualidade da areia natural varia mais do que a areia produzida em processo industrial. A qualidade consistente é uma característica típica da areia de brita. Os fabricantes de concreto se beneficiam do uso de areia com qualidade estável porque ela lhes permite usar menos cimento, normalmente entre 5-20% menos. A redução do uso de cimento também favorece o meio ambiente através da redução das emissões de CO2”, continua Onnela. Cepuritis aborda o problema com um exemplo ilustrativo:

“Vou citar, como exemplo, um caso da Noruega. Neste caso, a distância de transporte é curta, menos de 40 quilômetros —tanto para a areia industrial como para a natural. O preço da areia natural de alta qualidade é 80-85 NOK por tonelada, e o preço da areia de brita como um subproduto da produção de agregados graúdos é 30-35 NOK. Há espaço para investir recursos na melhora da qualidade. Para adicionar um britador VSI, você deveria incluir 10 NOK nos custos de produção, e para a classificação de finos, outros 10 NOK. Isto permitiria obter um produto com uma margem de lucro mais alta. No entanto, não é tão simples: você também deve ser capaz de investir recursos consideráveis no desenvolvimento de todo o processo. O produtor necessita trabalhar junto com o cliente e entender suas necessidades —e praticar vendas técnicas em um nível totalmente novo que, em geral,  não é comum no mercado de agregados. É, ao mesmo tempo, um desafio e uma oportunidade”. A pedreira Velde Pukk, em Sandnes, Noruega, é um bom exemplo de como aproveitar ao máximo as matérias-primas disponíveis. “Eles operam em pedreiras, perfuração de rochas, transporte, concreto pré-misturado, decapagem de superfícies, aterros sanitários, produção de asfalto e pavimentação, além da reciclagem de concreto e asfalto”, observa Onnela.

A ESCOLHA DA TECNOLOGIA CORRETA

“A produção de areia de brita é normalmente um processo muito mais complexo do que a simples extração de areia natural. As plantas de areia de brita autônomas são raras e a produção está, normalmente, integrada na produção de agregados”, explica Cepuritis. “O layout exato de uma planta de britagem pode variar. O processo de produção normalmente envolve diversos estágios de redução de tamanho, incluindo britagem, transporte, controle de tamanho e equipamento de classificação”.

“Em termos de equipamento, toda a tecnologia necessária já está lá. A Metso tem um amplo conhecimento nessa área e pode fornecer critérios valiosos para os clientes que estejam considerando a fabricação de areia de brita”, diz Onnela.

“Estamos desenvolvendo novas soluções. O maior problema é a tecnologia dos materiais para concreto. Até agora, todos os manuais têm sido escritos assumindo como norma o uso de areia natural. Os técnicos não conhecem suficientemente o novo material britado ou como otimizar seu uso. Ao longo dos últimos anos foram feitas inúmeras pesquisas, mas elas não têm sido muito aplicadas”conta o especialista.

“Se você quer desenvolver um produto de areia de brita na pedreira, você deverá ter um bom conhecimento do material final, ou seja, o concreto. Não se trata de simplesmente dar uma amostra ao cliente final —ele fará testes com o conhecimento atual e, em muitos casos, falhará. Ao invés disso, é necessária uma abordagem de venda técnica muito mais direta para educar o cliente quanto às possibilidades do novo material e conduzir ensaios de laboratório juntos – da mesma forma que, por exemplo, são vendidos os aditivos para o concreto”, conclui Cepuritis.

AREIA MANUFATURADA OU AREIA DE BRITA?

Areia manufaturada, areia industrial, areia de brita, areia enriquecida, areia projetada e areia artificial são nomes usados para falar sobre os substitutos da areia natural.

De acordo com Rolands Cepuritis, areia manufaturada é provavelmente o termo mais popular, com a típica definição de um material entre 0/2 mm, 0/4 mm ou algumas vezes de 0/8 mm processado a partir de rocha ou brita triturada e destinado para a construção civil para diferenciá-lo dos finos de pedreiras. No entanto, não existem critérios quantitativos universalmente aceitos que definam quando a areia melhorada de finos de pedreiras se torna areia manufaturada. Cepuritis recomenda areia de brita como o melhor nome para todos os agregados finos para concreto com um tamanho máximo de 8 mm e produzidos pela britagem de rocha ou brita dura. Isto inclui todos os tipos possíveis de agregados finos produzidos pela britagem de rocha e facilitaria o uso de critérios baseados no desempenho para entender a qualidade da areia de brita atual, ao invés de termos qualitativos, como areia de qualidade manufaturada.

*Este material foi retirado da revista Results Minerals + Aggregates, produzida pela Metso.

Sobre a Metso

A Metso é líder no fornecimento de desempenho de processos, com clientes nos setores de mineração, construção, e petróleo e gás. Possuímos soluções e serviços de ponta para melhorar a disponibilidade e a confiabilidade no processamento de minerais e controle de vazão, proporcionando melhorias no processo e lucro sustentáveis. As ações da Metso estão listadas na bolsa de valores de NASDAQ OMX Helsinki LA Metso emprega cerca de 16.000 profissionais em 50 países. Expect results.

www.metso.com, www.twitter.com/metsogroup

RCO apoia seminário promovido pela ABCP

No último dia 15 de outubro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), em parceria com a RCO, promoveu o seminário “Desafios do projeto, produção e aplicação do Concreto”. O evento, que teve como principal objetivo, promover debates sobre tendências, práticas e tecnologias do concreto, contou com a participação de empresários e especialistas do setor.

Para Alex Nogueira, representante comercial da RCO, os resultados do encontro foram muito positivos. “Tendências importantes de mercado e projeções que podem, inclusive, impactar na qualidade produtiva do concreto foram temas abordados”, diz. “Com isso, o seminário promove maior profissionalismo e rigor técnico no setor concreteiro”, complementa.

RCO firma parceria com instituições de ensino e lança o programa “De Portas Abertas”

Iniciativa permite que alunos de ensino fundamental, médio e superior visitem as instalações da fabricante

Em 2015, a RCO, fabricante de silos e centrais de concreto, lançou uma série de ações com o objetivo de estimular o setor e promover a aproximação da empresa com o público. Seguindo essa lógica, a empresa iniciou um novo programa, denominado “RCO de Portas Abertas”. Com a iniciativa, alunos de qualquer instituição de ensinos fundamental, médio e superior, podem visitar a empresa e conhecer seu processo de produção.

Só no primeiro mês, o programa levou cerca de 30 alunos para as instalações da RCO. De acordo com Celso Carvalho, gestor de pessoas da companhia, o objetivo da ação é proporcionar aos estudantes o contato direto com a realidade dos negócios. “É a chance de perceberem como a teoria funciona na prática, principalmente nos processos de engenharia e produção mecânica”, diz.

Um grupo de jovens do ensino fundamental da Escola Municipal Inspetor Pedro Mazza, em Tambaú, foram os primeiros a conhecer o caminho percorrido pelos equipamentos da fabricante. Segundo Carvalho, a área de produção, na qual se encontram empilhadeiras e outras máquinas de grande porte, foi a que mais chamou a atenção dos visitantes mais jovens. Em outra oportunidade de visita à empresa, estudantes de graduação em Psicologia procuraram conhecer o dia-a-dia na gestão de pessoas e políticas organizacionais. “No caso dos estudantes do ensino superior, o foco se deu nas políticas internas adotadas pela RCO”, explica Carvalho.

Para a estudante de psicologia, Flaviany Modena, a experiência foi uma chance de vivenciar os resultados do trabalho em equipe. “Todos foram muito atenciosos e apresentaram tudo com muito cuidado”, diz. “Consegui entender que se trata de uma equipe organizada, que busca o melhor para seus colaboradores”, complementa.

Essa não é a primeira vez que a RCO estreita seu relacionamento com estudantes. Em agosto, durante a Concrete Show South America, maior feira do setor concreteiro da América Latina, a fabricante contou com mais atendentes que normalmente. Isso porque parte do time RCO foi designado para o atendimento a estudantes de engenharia civil, curso que, geralmente, visita mais a feira. “Muitos alunos frequentam o evento e queríamos ajuda-los”, conta Oliveira.

Alunos do ensino regular que visitaram a RCO

O “RCO de Portas Abertas” não tem data de término, nem restrições em relação às instituições de ensino. Basta que a escola ou faculdade interessada entre em contato com a empresa e reserve uma data.

RCO participa da Conexpo Latin America no Chile

Feira e congresso começam dia 21 de outubro em Santiago. Foco da empresa é divulgar soluções que estão fazendo sucesso no Brasil e que podem ser adotadas nos países vizinhos

Com previsão de crescimento de 20% em 2015, a RCO está na contramão da crise econômica atual. A estratégia da empresa – de ganhar participação de mercado no Brasil, com novas soluções personalizadas e com um pós-venda diferenciado – vai ser apresentada aos potenciais clientes latino-americanos a partir do dia 21 de outubro. A fabricante brasileira participa da Conexpo Latin America, que acontece em Santiago, capital chilena, durante quatro dias.

“O mercado latino-americano, principalmente o da América do Sul, é interessante para o tipo de equipamento que temos fabricado”, explica Carlos Donizette de Oliveira, diretor da RCO. Segundo ele, ao incorporar alta tecnologia e equipamentos para segmentos personalizados, a RCO vem ganhando espaço no Brasil. Na avaliação dele, a mesma estratégia pode ser replicada nos países vizinhos, com as devidas adaptações.
O primeiro passo já foi dado. Há três anos, a RCO tem exportado equipamentos para a Bolívia: duas centrais dosadoras CDR-30-RS – uma em 2013 e uma em 2014. Já em 2015, a segunda central recebeu um upgrade, com a implementação de um descarregador de BIG-BAG com balança. Também neste ano, uma CDR-60, da RCO, saiu do Brasil com destino ao país vizinho.


Novos equipamentos para novos mercados, inclusive da América LatinaUm dos destaques que a equipe da RCO deve mostrar no Chile são as soluções compactas para empresas que começam a entrar no mercado de produção de concreto. Entre elas, a Central Dosadora de Concreto Móvel Nomad D-20 e o Silo Aparafusado Vertical com diâmetro de 3000 mm.Nos dois casos, a principal característica é a mobilidade. O silo, por exemplo, com montagem aparafusada permite que seja deslocado, rapidamente de uma obra a outra, diferenciando-se dos modelos montados com solda. Além disso, a logística para transporte destes novos equipamentos é reduzida, pois eles podem ser movimentados em contêineres. Já a Nomad D-20, com produtividade em 20 m³/h, pode substituir centrais dosadoras tradicionais. A linha de centrais dosadoras NOMAD RCO ainda conta com modelos de produtividade de 30 e 40 m³/h.

Tecnologia de ponta já adotada no Brasil

Além de novas soluções, a RCO vai destacar soluções inovadoras já adotadas no Brasil. É o caso do silo horizontal, cuja maior vitrine brasileira é a construção da Linha 4, do Metrô do Rio de Janeiro. Três deles estavam alocados na obra e foram especialmente desenhados em função da limitação de altura dos túneis da via em construção.

A eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Dispositivo garante maior segurança aos silos

Outra novidade da RCO é o dispositivo que aumenta a segurança da operação de silos verticais e horizontais da própria marca ou de outros fabricantes. O sistema inclui sensores, painéis eletroeletrônicos e avisos sonoros, indicando os níveis de armazenagem do silo. A tecnologia também monitora a ocorrência de excesso de pressão no interior do equipamento.

Com esses dados, os técnicos e responsáveis conseguem evitar possíveis riscos de explosões ou implosões, acidentes com colaboradores e entupimentos de filtros. Além da segurança dos operadores, o dispositivo de segurança amplia a durabilidade estrutural do silo. “O risco de explosões sempre deve ser avaliado, principalmente em locais fechados como os túneis, mas a instalação do dispositivo é opcional”, detalha Oliveira.

Projeto FIT avança como novo formato de negócio

Primeira no Brasil a oferecer um processo completo para instalação de concreteiras, incluindo planejamento, processos e equipamentos eficientes, a RCO tem um modelo diferenciado.

O escopo do Projeto FIT inclui consultoria completa para dimensionamento do negócio, incluindo escolhas logísticas, definições dos equipamentos e treinamento de mão de obra. Esta inovação envolve ainda um roteiro completo de informações necessárias para o planejamento estratégico na montagem de plantas para produção de concreto usinado.

O FIT está apoiado em três pilares: inteligência, economia de recursos e redução no período de implantação. Entre os principais serviços, o FIT oferece estudo de viabilidade econômica e elaboração do planejamento estratégico, incluindo aspectos de marketing, organograma e projeções de fluxo de caixa.

“Ainda engloba projeto arquitetônico, instalação e start-up dos equipamentos e construção de prédio administrativo”, completa Oliveira.

RCO fecha Concrete Show com vendas de novas centrais dosadoras

Mais de 15 contratos de compra foram realizados durante os três dias do evento. Depoimentos de clientes reforçam estimativa de crescimento da empresa em 2015

Criada há apenas seis meses, a Global Mix acumula a experiência de seus dois sócios – Brunno Sena e José Amaro – no mercado de concreto. Arrojada, a companhia localizada em Goianésia (GO) quer ganhar espaço no mercado de produção de concreto e placas pré-moldadas. Já a Cal Concretos, de Miritituba (PA), está de olho na expansão de projetos portuários em sua região. O que as duas empresas têm em comum – além de não falar em crise – é a necessidade de soluções adequadas em centrais dosadoras. E ambas são clientes da RCO que passaram pelo estande da empresa na Concrete Show. “Eles são empreendedores que investem em tecnologia e que comprovam nossa previsão de crescimento de 20% em 2015”, argumenta Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da fabricante.

Compradora da primeira Nomad D-20 na Concrete Show, um dos equipamentos expostos no estante, a Global Mix aposta na tecnologia embarcada e no pós-venda. “Os serviços que prestamos exigem mobilidade para atender o cliente final, o que a nova Nomad oferece”, explica o sócio proprietário Brunno Sena. José Amaro, também sócio proprietário, lembra que os dois empreendedores já conheciam a RCO de nome e por indicações de parceiros, com destaque pelo fato da empresa ser uma referência na área de silos e de centrais dosadoras. “Esperamos que o novo equipamento nos ajude a alcançar nosso objetivo, que é combinar qualidade, rapidez e precisão de horários”, completa Sena.

A Celestium Engenharia é outra empresa que formalizou a compra de equipamentos da RCO ainda durante a feira. Cesar Paulo de Moraes Ribeiro, diretor geral da empresa, destaca que já vinha pesquisando a central dosadora CDR-40 pela internet. “Acabei conhecendo a RCO há pouco mais de um mês. Nem programei fazer a compra na feira, nós viemos apenas visitar”, adianta. “Vimos o estande e negociamos. E saímos com o equipamento comprado”, destaca o executivo.

De acordo com ele, o que chamou a atenção da Celestium na hora de comprar o equipamento foi o histórico da RCO. “É uma empresa que já atende o Brasil todo e expande-se para outros países e, por ser uma companhia familiar, nos coloca em maior proximidade com quem tem o poder de decisão, o que favorece a negociação”, explica Ribeiro.

A já citada Cal Concretos também confirma a assertividade da RCO na Concrete Show. A empresa, dirigida pelo engenheiro civil Carlos Cezar Corrêa, tem como objetivo atender os portos que existem na região da cidade paraense onde está sua sede. Com bastante movimentação de transporte fluvial, a região demanda obras nas estruturas portuárias locais.

“O mercado logístico definiu nossa decisão de criar a concreteira”, adianta Corrêa. Donos de uma central dosadora CDR-40, a Cal Concretos negocia a aquisição de uma CDR-60. “Apostamos no slogan de Inovabilidade Sempre, da RCO, pois está dando certo. Em termos tecnológicos, o equipamento atendeu nossas expectativas”, argumenta o diretor.

Já a Welmix Concreto, sediada em Uberlândia (MG), é outro cliente que conhece a tecnologia da RCO – tendo adquirido uma central de concreto, modelo CDR-40, em 2013 -, que esteve no evento. O equipamento trabalha com uma produção de 40 m³/h e até o final de agosto desse ano já teria produzido cerca de 14 mil m3 de concreto.  “Estamos muito satisfeitos com o equipamento, que vem atendendo todos os requisitos necessários. O que mais nos surpreendeu, no entanto, foi o suporte de pós-vendas oferecido pela RCO”, destaca o gerente de Produção e sócio-proprietário Cassio Alvim.

“Trabalhamos com diversos fornecedores e temos que correr atrás deles quando precisamos de algum suporte. Mas com a RCO, não. A empresa sempre se antecipa, fazendo visitas periódicas para acompanhar o funcionamento da máquina e solucionar qualquer problema que possa vir a aparecer”, afirma Alvim.

Para Oliveira, o depoimento dos clientes é a melhor tradução do relacionamento que a empresa estabeleceu nos últimos anos. “É importante destacar que o crescimento que estamos estimando para 2015 tem bases sólidas”, diz. Segundo o diretor geral da RCO, a base do incremento da empresa é a maior participação num mercado com novas empresas do setor de concreto, de olho em novas oportunidades de negócios. “Criamos uma área específica, o SAD, sigla para Serviço Ampliado Direcionado, justamente para consolidar toda a experiência de pós-venda”, complementa.

Segundo ele, o departamento tem uma agenda prevista de 700 auditorias in loco nos clientes da RCO até o final do ano e já cumpriu quase metade da meta. Além da proximidade com os clientes, Oliveira aposta na inovação tecnológica, caso da nova central Nomad D-20, apresentada na feira, e do silo aparafusado de 3.000 mm de diâmetro, outro lançamento do evento que tem como característica a montagem e desmontagem rápida. O equipamento é mais uma solução da RCO que atende as demandas de maior mobilidade, principalmente entre as empresas de pequeno e médio porte do segmento concreteiro.

Centro de São Paulo utiliza piso removível e autolimpante

A Associação Brasileira de Cimento Portland desenvolveu, em parceria com a prefeitura de São Paulo, um novo modelo de piso em blocos de concreto. Autolimpante e removível, o novo material já está sendo aplicado em algumas regiões da cidade e, ao final, deve abranger uma área de 60 mil m². O objetivo, de acordo com a prefeitura de São Paulo, é promover a requalificação do centro da cidade.

De acordo com matéria publicada no G1.com, o piso removível evita que o piso se quebre durante uma eventual retirada. Já a característica autolimpante fica por conta das propriedades aplicadas ao material. Elas são ativadas com a luz solar e, assim, retiram manchas e odores da superfície do piso.

A previsão de finalização do projeto é para abril de 2016.

RCO fecha 15 novos negócios na Concrete Show South America

Os equipamentos mais vendidos foram a central de concreto NOMAD-D20 e o silo horizontal L2200, lançamentos da companhia para o evento

Os três dias de Concrete Show South America renderam bons frutos à RCO, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, localizada em Tambaú (SP). A companhia comprova a afirmação com a divulgação de um balanço sobre o evento, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de agosto. De acordo com a empresa, foram fechados 15 novos negócios durante a feira, grande parte deles motivada pela condição de preço especial para o evento.

A central dosadora de concreto NOMAD D-20 e o silo horizontal de armazenagem L2200, lançamentos da RCO para o evento, foram os equipamentos com o maior número de contratos fechados, além de outras soluções RCO em silos de armazenagem e centrais de concreto, como outros modelos da linha NOMAD. A nova central chegou ao mercado com o objetivo de atingir, principalmente, pequenos e médios empreendimentos: sua capacidade é de 20m³/h, o que permite uma produção mensal que varia entre 2000 e 3000 metros cúbicos, possibilitando que centrais dosadoras tradicionais sejam substituídas por ela. O diferencial também está na rapidez de montagem e operação, na mobilidade – pelo fato de não precisar de fundações-, e pela necessidade reduzida de veículos para transporte. Essas características fazem com que o equipamento seja ideal também para obras com altura restrita.

Carlos de Oliveira, diretor da RCO, explica que o número de vendas no evento é o resultado de uma ação conjunta. “Levamos mais de 15 pessoas entre atendimento comercial e suporte técnico”, diz. “Além disso, houve também a constante participação das equipes de engenharia e produção da empresa”, complementa.

O otimismo do executivo não se esgota ao período de feira. De acordo com ele, o desempenho da RCO na Concrete Show refletirá em novos negócios até o final do ano. “Aumentamos nossa visibilidade de mercado com a qualidade técnica e atendimento diferenciado. Essas características devem render novas negociações no decorrer do segundo semestre”, finaliza.