RCO é patrocinadora exclusiva do aplicativo mobile do Concrete Show South America 2015

Simples e de fácil manuseio, o aplicativo pode ser instalado de forma gratuita nos smartphones com sistema operacional Android e IOS

Para garantir a organização e a interatividade aos visitantes do evento, os organizadores do Concrete Show South America, em parceria com a RCO, mantiveram a novidade lançada em 2014: um aplicativo para celulares que otimizará o tempo e a experiência dos participantes. Patrocinado exclusivamente pela RCO, fabricante de centrais de concreto e silos que participa da feira pelo terceiro ano consecutivo e já se encontra entre os principais expositores, a tecnologia tem como objetivo orientar os usuários com informações gerais de tudo o que acontece durante os três dias de feira, possibilitando conhecer rapidamente e de forma direcionada os expositores do evento.

Para os visitantes, informações variadas sobre o evento são disponibilizadas (ver quadro abaixo), facilitando e otimizando o processo de visita aos variados ambientes da feira. De acordo com Carlos Donizetti de Oliveira, principal executivo da RCO, o patrocínio exclusivo do aplicativo pela empresa mostra e reafirma o posicionamento de mercado da fabricante. “Estarmos alinhados com plataformas digitais de interação é uma ação que reforça nosso slogan: “Inovabilidade, sempre.”, diz. Ainda de acordo com ele, as expectativas para a edição 2015 do evento são positivas, mesmo em um ano em que a economia brasileira encontra-se abalada. “Estamos confiantes e acreditamos que novos negócios estão por vir. O foco da companhia está em ampliar o trabalho e marcar cada vez mais espaço no mercado”, finaliza.

A 9ª edição do Concrete Show South America acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, no São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes). Considerado e reconhecido como um dos mais importantes pontos de encontro da construção civil mundial, sendo o maior na América Latina e 2º maior do mundo no segmento, o evento contará com diversas soluções tecnológicas para a cadeia produtiva do concreto e da construção civil, com a participação de diversas empresas da cadeia de pavimentação, terraplanagem, soluções em administração de materiais e suprimentos, movimentação de materiais, equipamentos, entre outros.

Para download do aplicativo, clique no link: http://concreteshow.com.br/pt/visitar/aplicativo-mobile, e comece a interagir desde já com o Concrete Show South America.

Funcionalidades do aplicativo

 

  • Relação de expositores nacionais e internacionais;
  • Planta interativa do evento;
  • Opções de rotas para circulação no pavilhão;
  • Localização dos stands;
  • Informações sobre expositores e seus respectivos produtos e serviços;
  • Atrações e serviços do evento;
  • Notícias em tempo real sobre a feira;
  • Programação completa de cursos e seminários

Na contramão da crise, RCO amplia fábrica em Tambaú, lança novos produtos e prevê crescimento de 20% em 2015

Empresa também cria índice para avaliar desempenho de centrais de concreto e silos de armazenagem. Novidades serão apresentadas na edição 2015 do Concrete Show, que acontece de 26 a 28 de agosto no São Paulo Expo

Carlos de Oliveira, Diretor da RCO

O ano de 2015 teria tudo para brecar a RCO: a construção civil, de modo geral, está em modo de espera e os projetos de infraestrutura também caminham a passos lentos. Mas a empresa, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, resolveu partir para o ataque. A estratégia é aperfeiçoar seus produtos, criando equipamentos diferenciados e com maior tecnologia, ampliar o conhecimento detalhado dos clientes e investir nas suas duas unidades de produção sediadas em Tambaú, no interior de São Paulo. Em termos de resultados, as iniciativas devem levar ao crescimento de 20% em 2015, percentual suportado tranquilamente pelo aumento de 35% nas instalações de sua fábrica principal. “Nossa meta é totalmente realista, porque estamos ganhando espaço de mercado, mesmo que o crescimento seja mínimo em 2015”, resume Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da RCO.

Reforçando o conhecimento do “padrão de uso” no cliente  

A experiência de mais de 20 anos de mercado, e há 07 atendendo o mercado consumidor de centrais de concreto e silos de armazenagem deu à RCO um fôlego para posicionar equipamentos como a tecnologia de silo horizontal adotado pelo Consórcio Linha 4 Sul, construtor da linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro. Mas, desde 2014, a empresa criou um departamento exclusivo para entender melhor o que os usuários esperam de centrais de concreto e silos de armazenagem. Trata-se do Serviço Ampliado Direcionado (SAD). O departamento tem uma agenda prevista de 700 auditorias in loco nos clientes da RCO até o final do ano.

O levantamento mais recente envolveu a visita a mais de 250 plantas no Brasil e apontou os principais pontos de melhoria. “Com base nos dados reais de operação, criamos o Índice RCO, que mede a performance das centrais e silos de concreto, ressaltando o aumento da produtividade e conferindo maior segurança em campo”, explica Oliveira. Inédita no setor, a criação do SAD cria uma massa crítica de informações que pode orientar novos clientes da RCO a tirarem o máximo de produtividade de seus equipamentos.

 

Novos equipamentos para novos mercados

Nomad D-20

O melhor conhecimento do cliente – e do momento atual da economia brasileira – também impulsionou a RCO a destacar soluções mais compactas para empresas que começam a entrar no mercado de produção de concreto. Duas dessas soluções são destaques no Concrete Show desse ano: a Central Dosadora de Concreto Móvel Nomad D-20 e o Silo Aparafusado Vertical com diâmetro de 3000 mm. Nos dois casos, a principal característica é a mobilidade. O silo, por exemplo, com montagem aparafusada permite que seja deslocado, rapidamente de uma obra a outra, diferenciando-se dos modelos montados com solda. Além disso, a logística para transporte destes novos equipamentos é reduzida e ainda podem ser transportados em contêineres. Já a Nomad D-20, com capacidade para 20 m³/h, pode substituir centrais dosadoras tradicionais. No Concrete Show 2015, ela será apresentada em conjunto com um silo horizontal, outra diferenciação da RCO. “Ambos representam bem nossa campanha “Equipamentos Compactos – Grandes Resultados”, nosso mote para novos mercados.”, explica Oliveira.

A Nomad RCO acaba de ser escolhida como a vencedora do Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil 2015 – iniciativa da Editora PINI em conjunto com a Revista Téchne, cujo objetivo é identificar e premiar empresas pelo desenvolvimento de produtos, sistemas construtivos ou equipamentos inovadores, capazes de melhorar a produtividade nas obras e o desempenho do ambiente construído.

Tecnologia de ponta já adotada no Brasil

Além de novas soluções, a RCO vai destacar soluções inovadoras já adotadas no Brasil. É o caso do silo horizontal, cuja maior vitrine brasileira é a construção da Linha 4, do Metrô do Rio de Janeiro. Três deles estavam alocados na obra e foram especialmente desenhados em função da limitação de altura dos túneis da via em construção. A eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Silo pro horizontal RCO

A marca RCO também está presente em processos inovadores como o da AVS Artefatos, do Rio Grande do Sul. Fabricante de blocos de concreto leve, a companhia é a primeira, no Brasil, a adotar o poliestireno (isopor) como ingrediente da produção de concreto leve, material que pode reduzir, em média, 30% do custo total de obras. Além de sustentável, a tecnologia agrega uma economia média de 30% no custo final de uma obra em relação à alvenaria tradicional. Na planta da fabricante gaúcha, os dois silos modelo S-70-98, têm capacidade para armazenar 98 toneladas de materiais: um deles é abastecido com cimento Portland e o outro com cinzas volantes de carvão, operando em sincronia para abastecer os equipamentos de mistura que alimentam a produção do bloco celular.

Dispositivo garante maior segurança aos silos

Sistema de segurança para silos comercializado pela RCO

Outra novidade da RCO no Concrete Show 2015 é o dispositivo que aumenta a segurança da operação de silos verticais e horizontais da própria marca ou de outros fabricantes. O sistema inclui sensores, painéis eletroeletrônicos e avisos sonoros, indicando os níveis de armazenagem do silo. A tecnologia também monitora a ocorrência de excesso de pressão no interior do equipamento. Com esses dados, os técnicos e responsáveis conseguem evitar possíveis riscos de explosões ou implosões, acidentes com colaboradores e entupimentos de filtros. Além da segurança dos operadores, o dispositivo de segurança amplia a durabilidade estrutural do silo. “O risco de explosões sempre deve ser avaliado, principalmente em locais fechados como os túneis, mas a instalação do dispositivo é opcional”, detalha Oliveira.

Projeto FIT avança como novo formato de negócio

Primeira no Brasil a oferecer um processo completo para instalação de usinas de concreto, incluindo planejamento, processos e equipamentos eficientes, a RCO vai reforçar a “inovabilidade” do Projeto FIT. Diferenciado, o modelo inclui serviço completo de consultoria para dimensionamento do negócio, incluindo escolhas logísticas, definições dos equipamentos e treinamento de mão de obra. Esta inovação inclui ainda um roteiro completo de informações necessárias para o planejamento estratégico na montagem de plantas para produção de concreto usinado.

O FIT está apoiado em três pilares: inteligência, economia de recursos e redução no período de implantação. Entre os principais serviços, o FIT oferece estudo de viabilidade econômica e elaboração do planejamento estratégico, incluindo aspectos de marketing, organograma e projeções de fluxo de caixa. “Ainda engloba projeto arquitetônico, instalação e start-up dos equipamentos e construção de prédio administrativo”, completa Oliveira.

Para comprovar a eficiência do projeto, a RCO está construindo uma planta piloto em Tambaú, interior de São Paulo, ao lado da filial da empresa. Dessa forma, clientes e parceiros poderão acompanhar de perto o funcionamento do FIT.

RCO recebe Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil

O concurso destaca produtos e sistemas construtivos que podem melhorar a produtividade e desempenho do setor

A RCO acaba de ser escolhida como vencedora do Prêmio Techné de Inovação na Construção Civil na categoria Máquinas e Equipamentos. O produto vencedor, indicado pela fabricante, foi a central dosadora NOMAD, que tem como característica, entre outras, a montagem simples e rápida em até 7 horas. De acordo com Carlos Oliveira, Diretor da RCO, outro diferencial do equipamento está no fato de a central ser pré-montada na fábrica. “Dessa forma, as centrais já saem da empresa com toda a ligação elétrica, pneumática e hidráulica, permitindo a mobilização de uma obra para outra em menos de um dia”, explica.

O concurso é uma iniciativa da editora Pini em conjunto com a revista Techné e tem como objetivo identificar e premiar empresas pelo desenvolvimento de produtos, sistemas construtivos ou equipamentos inovadores, capazes de melhorar a produtividade nas obras e o desempenho do ambiente construído. Além da categoria Máquinas e Equipamentos, outras duas modalidades compõem o prêmio: Produtos e Materiais de Construção, e Sistemas Construtivos. No primeiro caso, empresas como Duratex e Isover foram destaque em edições anteriores. Já para Sistemas Construtivos, os produtos vencedores da última edição foram desenvolvidos por SH Fôrmas e Casa Express.

A entrega oficial do prêmio à RCO será feita durante a Concrete Show 2015, que acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, em São Paulo. Para Carlos Oliveira receber um prêmio deste tipo tem uma importância significativa: “é a comprovação que nosso desenvolvimento e know-how estão alinhados às demandas do mercado”, finaliza.

Papel dos aditivos minerais de alto desempenho cresce na produção de concreto

A possibilidade de melhorar o concreto com a adição de aditivos de alta performance tem sido um objetivo constante de quem participa desse mercado. Para entender como a área de aditivos de concreto participa dessa busca e quais tecnologias são aplicadas atualmente, o informativo da RCO conversou com falou com o engenheiro eletrônico Flávio Frascino. Especialista no assunto, ele é executivo da Active Minerals International e, nessa entrevista, aponta as tendências do segmento para os próximos anos e como todos os envolvidos na cadeia de produção de concreto podem aproveitar as vantagens da utilização de aditivos minerais.

Informativo: De forma geral, quais aditivos são usados na produção de concreto?

Flávio Frascino: os mais bem sucedidos no mercado são aqueles classificados como “materiais cimentícios suplementares”. Esses aditivos minerais, dependendo da aplicação, têm a capacidade de substituir uma parte do teor de cimento. Microsílica e metacaulim são os mais conhecidos, agregando-lhe novas propriedades. Outra opção seria o aditivo Acti-Gel, produzido pela Active Minerals – trata-se de uma solução que melhora o desempenho do concreto, fluindo mais rapidamente e com estabilidade. Ele tende a otimizar o processo de homogeneização do traço de concreto, além de utilizar princípios básicos da antissegregação e tixotropia.

Informativo: Quais ganhos o uso de aditivos acrescenta à produção de concreto?

Flávio Frascino: os aditivos são pensados para trazer duas vantagens principais: preço menor ou desempenho melhor. Acredito que a maior vantagem que vimos para a indústria de concreto nos últimos 20 anos é a invenção e implementação dos redutores de água a base de policarboxilato. Eles mudaram o jogo, proporcionando redução maior de água juntamente com a facilidade de manuseio – e isso a um custo decente. Agora, no entanto, o setor está inaugurando uma nova área de concreto com base no desempenho. Nesta fase, são inseridos os modificadores de reologia nos projetos que buscam ganhos significativos no processo, redução de mão de obra e, eventualmente, de cimento em operações específicas de concreto como as autonivelante, augerpilling, shotcrete e pré formados.

Informativo: Quais os avanços mais recentes nessa área e quais inovações destacaria?

Flávio Frascino: a tecnologia de modificadores de reologia, citados anteriormente, está entre os mais recentes avanços. Já a primeira geração e, principalmente, a segunda geração de aditivos químicos, são mais focados na redução da quantidade de água necessária para fazer concreto. Essa diminuição ajuda o concreto a ficar mais forte e menos susceptível a fissuras.

Informativo: Em termos de tendência, o que pode ser destacado?

Flávio Frascino: acredito que o aumento de pesquisas por outros materiais, que não a atapulgita nos modificadores de viscosidade, deve impulsionar as pesquisas e aplicações no setor.

Pesquisa da RCO aponta principais erros de operação em centrais de concreto e silos de armazenamento de cimento e de agregados

Empresa realizou levantamento em 108 plantas no Brasil, que adotam equipamentos da marca e ouviu quase uma centena de profissionais. O resultado é uma radiografia da operação e uma orientação personalizada para evitar erros em campo

A RCO, fabricante nacional de centrais dosadoras, silos verticais e horizontais de concreto, acaba de fechar uma primeira fase do Serviço Ampliado Direcionado (SAD), seu programa de pós venda. Com a iniciativa, 99 clientes foram visitados até o final de abril desse ano, totalizando 108 plantas. Nos locais, equipamentos como centrais de concreto, silos de armazenamento e sistemas de transporte foram detalhadamente avaliados. Outra ação envolveu a entrevista pessoal com os responsáveis pelas empresas e com os técnicos especializados. Do total de empresas, 65% são concreteiras e 30% são companhias fabricantes de pneus. Os 5% restantes pertencem aos setores alimentício e de cosméticos.

“As visitas serviram para realizar um levantamento dos problemas técnicos enfrentados em campo e como eles podem ser endereçados pela nossa área de engenharia”, explica Zulli, Gestor de atendimento ao cliente (SAD). De acordo com ele, as visitas são a base do banco de dados que a empresa já criou e que vai mapear os principais pontos de atenção nos equipamentos operados com a marca RCO. “Na verdade, a base de dados vai funcionar como um índice de como as centrais de concreto, silos e sistemas de transporte operam”, complementa. “Nossa ideia é criar um índice de referência para o setor e criar um roteiro de resolução de problemas para os casos onde as máquinas não têm sido adequadamente operadas”, complementa.

Zulli também lista o plano de ações elaborado pela RCO para atender as demandas de campo observadas na pesquisa. “A partir de agora devemos levantar os pontos mais críticos apresentados por nossos clientes e implementar um plano de ação com o objetivo de suprir as falhas apresentadas – nesse caso, estimulando receita e venda de novos produtos”, explica. Além disso, as novas medidas envolvem o planejamento para a criação do chamado Kit Emergencial: serão três tipos diferentes de kits com planilhas e recursos que auxiliam os próprios proprietários na hora de fazer a manutenção preventiva dos equipamentos já instalados.

As recomendações gerais para a operação correta das centrais de concreto

De acordo com Zulli, a experiência da RCO em campo mostra que vários pontos de operação devem ser observados pelos operadores de centrais de concreto. Entre as recomendações gerais, ele cita a atenção para a falta de manutenção em filtros de cartuchos. Segundo o especialista, a limpeza deve ser feita de acordo com o manual do equipamento e, se for o caso, deve-se substituir os cartuchos.

Outro ponto é a manutenção e limpeza na válvula de subpressão, assim como o controle da lubrificação dos mancais, que nunca podem ficar sem esse processo. No caso das válvulas, a atenção deve ser concentrada no excesso de umidade, principalmente na válvula da balança de cimento, o que pode ocasionar o travamento do dispositivo.

O entupimento dos dutos pneumáticos de acionamento dos aeradores é outro problema comum na operação incorreta de centrais de concreto, assim como o desalinhamento da correia dos transportadores. Já o travamento em roletes, igualmente comum, precisa de uma ação imediata: substituir os dispositivos deficientes e fazer a análise posterior dos mesmos para entender as razões do problema.

Uma ocorrência comum, não diretamente relacionada às centrais, mas que as afeta acontece quando o operador da pá-carregadeira que abastece a balança de agregados faz uma manobra indevida. “O problema ocorre quando a roda da máquina toca a  estrutura das centrais, o que pode levar à desregulagem das células de carga que fazem parte da balança”, detalha.

No caso específico dos silos, Zulli chama a atenção para a ausência de limpeza em filtros e válvulas. “A manutenção preventiva evita esse problema”, argumenta.

Tabela – o que se observar em cada componente da central de concreto

Silos: limpeza e verificação geral mensal de filtros e válvula de subpressão.

Aeradores: verificação semanal de todo sistema pneumático (dutos) e checando se o ar comprimido está sendo suficiente para aciona-los.

Compressor de ar: semanalmente abrir e esgotar a agua que se acumula internamente.

Parafusos e porcas: reaperto em toda a estrutura semestralmente.

Válvula da balança de cimento: limpeza de mensalmente, pois devido à umidade existente no local pode ocorrer a formação de uma crosta dura de cimento. Essa ocorrência dificulta o acionamento da válvula, ou seja, o processo de abrir e fechar.

RCO apresenta soluções em centrais de concreto no III Workshop da revista O Empreiteiro

Como tema em 2015, o III Workshop da revista O Empreiteiro apresentou “As práticas de sucesso na gestão profissional de obras e projetos”. Acompanhando o tema proposto pela organização do evento, a RCO participou da ocasião com dois palestrantes: Mauro Conceição dos Santos, diretor da BR Mix – parceira da fabricante – e Leonardo Cavalcante, coordenador técnico de Vendas da RCO.

Mauro dos Santos, Diretor da BR Mix

A primeira apresentação, ministrada por Santos, teve 15 minutos de duração e foi suficiente para que ele conseguisse passar suas experiências com as centrais dosadoras fabricadas pela RCO. “Conseguimos perceber que os visitantes gostaram do que viram”, conta Leonardo Cavalcante.

Leonardo Cavalcante, coordenador técnico de Vendas da RCO

Depois de apresentada a visão do usuário, partiu-se para a segunda palestra. Conduzida por Cavalcante, o tema abordado foi “Flexibilidade e agilidade da central dosadora móvel de concreto NOMAD D-40”. De acordo com o coordenador de Vendas, a segunda palestra foi bastante produtiva contanto, inclusive, com vídeos do equipamento. “Foi uma boa oportunidade para mostrar nossas soluções a uma grande plateia”, diz Cavalcante. “Passamos informações de montagem e operação, o que contribui para o aperfeiçoamento do canteiro de obras”, completa.

Dado o sucesso da experiência, Cavalcante salienta que a intenção da empresa é participar, cada vez mais, de eventos como este. “Estar presente em eventos desse tipo é muito importância para nós, pois nos aproxima do setor”, finaliza.

RCO inova ao iniciar o pós-venda ainda nos primeiros dias de operação

Auditores especializados da empresa visitam os clientes de máquinas recém-adquiridas para avaliar nível de produtividade e antecipação de falhas nos equipamentos

O Serviço Ampliado Direcionado (SAD) é uma inovação de pós-vendas da RCO, fabricante nacional de centrais dosadoras, silos verticais e horizontais de concreto. Com ele, cada cliente recebe a visita de um auditor da fabricante, num período máximo de 90 dias após a compra de um equipamento novo. O intuito? Simples: aferir os principais dados operacionais nos primeiros dias de funcionamento e, assim, evitar o prolongamento de avarias ou até mesmo a falta de ajustes básicos para alcançar a produtividade máxima dos equipamentos.

Luis Antonio Zuli, Gestor de Atendimento ao cliente da RCO, lidera o projeto e explica que o SAD consiste no check-list de produtividade dos equipamentos em seus primeiros dias de operação. “Tudo passa a ser baseado em um software, que foi implementado em março/2015, alimentado com dados da data de instalação, do start de equipamentos de produção como usinas de concreto, com informações de acompanhamento de manutenção, etc.”, afirma. Segundo ele, uma das colunas do software agrega a data prevista da visita do auditor, permitindo a criação de uma agenda dinâmica para a RCO no sentido de poder regionalizar o atendimento. “Ou seja, os auditores atuam por regiões dos estados de São Paulo e Minas Gerais, inicialmente, e depois de todo o Brasil”, completa.

Durante a auditoria, a RCO também aplicará pesquisa de atendimento ao cliente, obtendo feedbacks tanto para o processo fabril, quanto para o comercial e ao departamento de compras. “O SAD está cogitando a possibilidade de implementar o carregamento de kits emergenciais, com as principais peças de desgaste, para o caso de alguma manutenção básica durante sua visita”, diz Zuli.

Além do enfoque de atendimento e pós-vendas diferenciado para a comodidade dos clientes, a auditoria tem como meta reduzir ou impedir falhas, evitando paradas inesperadas e garantindo maior disponibilidade do equipamento para os clientes. Desta forma, também é possível antecipar eventuais problemas que possam causar gastos maiores com uma manutenção corretiva e consequente parada de produção, além de um melhor planejamento da equipe técnica da RCO. “Após seis meses de operação, os clientes receberão uma segunda visita de auditoria. Essa, porém, com caráter mais técnico, para garantir as manutenções preventivas necessárias”, acrescenta o Gestor.

A equipe de auditores da RCO é formada por profissionais experientes, com bom conhecimento comercial e técnico para resolução dos principais problemas em campo. As informações das auditorias serão disponibilizadas em relatórios e, segundo Zuli, durante 2015, a meta é fazer 700 visitas entre primeira e segunda auditoria.

Crescimento da RCO resulta em ampliação de fábrica

Sede da RCO em Tambaú- SP

Com projeção de crescimento em torno dos 20% para 2015 – considerado um ano de crise para o mercado-, agora, a RCO investe em suas instalações. Para começar bem  o ano, a companhia tratou de aumentar sua capacidade de produção através da ampliação de sua fábrica, localizada em Tambaú, interior de SP. Os objetivos da ação, de acordo com Eduardo Talamoni, Coordenador de P.C.P da RCO, eram separar alguns setores do restante da fábrica, aumentar a área de material armazenado e preparado para a produção, ampliar o almoxarifado da empresa e, principalmente, melhorar o fluxo do material em processo de produção, preparando todas as peças antes da montagem global.

Não demorou nem um semestre para que o resultado aparecesse. Para Eduardo, foram muitas as melhorias em função do pouco tempo de existência do novo ambiente. “Conseguimos uma melhor gestão visual dos processos em andamento e dos processos que ainda iam iniciar, aumentamos nosso espaço de conferência com laser, aumentamos o espaço de estocagem com prateleiras produzidas pela própria RCO, acelerando, consequentemente, a separação dos pedidos de vendas”, conta ele.Além disso, a empresa conseguiu centralizar todos os materiais, insumos e consumíveis da companhia em seu próprio almoxarifado.

Eduardo salienta ainda as melhorias relacionadas ao capital humano da RCO, destacando a revitalização da fábrica com nova pintura, placas de sinalização e banners motivacionais. “Desenvolvemos também um novo layout de segurança, com o objetivo de proteger nossos colaboradores, clientes e parceiros”, finaliza.

RCO comemora 24 anos de existência com colaboradores

Retrospectiva e premiação fizeram parte da programação do evento

Fundada em 1991, a RCO completou neste mês seu 24º aniversário. A data, além de marcar uma longa jornada de dedicação, trabalho em equipe e força de vontade, contou com uma comemoração organizada pela empresa em homenagem aos seus colaboradores. O objetivo do evento foi promover a aproximação das equipes de trabalho.

Com duração de uma hora e a participação de mais de 100 colaboradores, o encontro teve como uma das atrações a retrospectiva dos melhores momentos RCO – mostrando desde a sua fundação até os dias de hoje, dando um panorama da posição favorável de mercado na qual a empresa se encontra. “Começamos nossas atividades com um sonho idealizado por um de nossos diretores, e hoje vivenciamos uma realidade. Fazer parte deste time é motivo de muito orgulho para nós. E que venham muitas outras comemorações!”, diz Celso Carvalho, Gestor de RH da RCO.

O melhor, no entanto, veio depois: quando Abraão Zanardi, Líder de Produção Mecânica, e Alex Zompero, Coordenador de Marketing – o mais antigo e o mais novo colaborador, respectivamente – foram premiados com um final de semana em um hotel fazenda em Poços de Caldas (MG). A premiação de acordo com a empresa foi a forma encontrada de homenagear aqueles que ajudaram e ainda vão ajudar a RCO a alcançar seus objetivos.

Treinamento aperfeiçoa segurança do trabalho na RCO

A empresa reuniu seus colaboradores em Mococa (SP) para discutir a norma regulamentadora NR10
A RCO promoveu, no último dia 11 de abril, um encontro entre os colaboradores da área elétrica da empresa, com o objetivo de capacitar a equipe os participantes foram apresentados a conteúdos que incluíam a identificação de riscos em instalações e serviços com eletricidade, identificação de equipamentos de proteção individual e coletiva e capacidade para aplicação de normas e procedimentos de segurança do trabalho e proteção ao meio ambiente. As habilidades de trabalho em equipe, atenção aos detalhes e organização também foram trabalhadas.

Com o treinamento, a RCO mantém sua cultura de segurança, evitando fazer parte das estatísticas do Tribunal Superior do Trabalho (TST), as quais indicam que os acidentes de trabalho registrados no Brasil aumentaram significativamente. Em 2010, o número de casos foi de 709.479, enquanto em 2011, esse total subiu para 711.164. Muitos desses acidentes estão relacionados à eletricidade e a Norma Regulamentadora 10 (NR-10) ajuda a evitar o crescimento dessas estatísticas, uma vez que seu principio parte da ideia de propiciar segurança do trabalho para os colaboradores que, de forma direta ou indireta, mantêm contato com eletricidade no ambiente em que trabalham.