Hidrelétrica de Jirau: novo recorde para a engenharia brasileira

Canteiro de obras em Jirau, no Rio Madeira. Nota-se no lado direito inferior os silos RCO, aparafusados e de alta capacidade, ainda em processo de montagem. Atualmente a obra encontra-se em estágio mais avançado ao exibido na imagem. A foto mosta uma pequena parte da obra, onde a mesma se extende por uma área imensa.

A construção da hidrelétrica de Jirau é considerada atualmente a maior obra de engenharia em andamento no Brasil. A RCO orgulhamente participa desse feito com o fornecimento de silos de cimento de alta capacidade e demais serviços de montagem de equipamentos em campo. Veja abaixo reportagem da revista M&T mostrando os números dessa grande obra que contribuirá significadamente para o incremento de fornecimento de energia elétrica ao país.

O  relógio aponta 2h00 da madrugada e o ronco dos motores dos equipamentos pesados interrompe o silêncio da floresta Amazônica no entorno da obra. Para implantar a maior usina hidrelétrica em execução no Brasil desde a construção de Tucuruí – e 14ª maior do mundo – a construtora Camargo Corrêa mobiliza uma frota de cerca de 2.000 equipamentos de grande porte, entre escavadeiras hidráulicas, tratores, caminhões, guindastes, carretas de perfuração e outros, que operam ininterruptamente durante 22 horas por dia, em dois turnos de trabalho.

Até concluir a construção da usina hidrelétrica de Jirau, a construtora deverá acrescentar alguns recordes a sua extensa lista de projetos desse tipo. Um deles certamente será o prazo de execução. Entre a data da licença de instalação (LI) da obra, obtida em junho de 2009, e o início da operação das primeiras unidades geradoras, previsto para março de 2012, terá transcorrido pouco mais de dois anos e meio. Sem dúvida, trata-se de um feito inédito para uma usina do porte de Jirau, que terá 3.450 MW de potência instalada e vai gerar uma energia assegurada de 2.000 MW médios. Continue reading

Aumento de 35% em efetivo na RCO

A RCO Maschinenfabrik aumentou, desde novembro passado, seu efetivo em 35%. O quadro  de funcionários atual atenderá o volume de pedidos e processos de grande porte que a RCO possui atualmente em andamento. Mesmo com as festividades de final de ano, a empresa não diminuirá o ritmo de produção e atendimento aos clientes, iniciando 2011 com carga máxima de produtividade.

RCO contribui para expansão da Votorantim Cimentos

 

Com o posicionamento sempre alinhado à solução da necessidade do cliente, mantendo um comprometimento com o resultado, a RCO Maschinenfabrik se destaca como parceira estratégica na unidade da Votorantim Cimentos, na unidade de Cubatão-SP.

Esse importante destaque foi organizado em um informativo e e encartado na revista Isto É de 20 de Outubro de 2010. Um dos critérios para se integrar ao informativo foi o histórico de fornecimento que a RCO tem com a Votorantim e a capacidade produtiva que a mesma possui perante projetos e equipamentos de médio a grande porte que atendem o segmento de fabricação e processamento de cimento.

Mais sobre a Votorantim Cubatão:  unidade responsável pela fabricação do cimento CPIII 32RS 50 kg e Cimento CPIII 40RS Granel além de produzir escória seca. A Votorantim Cimentos é considerada uma das dez maiores fabricantes mundiais de cimento, concreto e agregados, com 40 unidades fabris, 70 centros de distribuição e 90 centrais de concreto no Brasil e cerca de 11 mil colaboradores.  Está presente também na Bolívia, Paraguai, Chile, Argentina e Uruguai.

Melhores do Ano 2010 em Tambaú

José Roberto Bitencourt e Celso Carvalho representam a RCO na premiação.

Pela segunda vez consecutiva, a RCO Maschinenfabrik é agraciada pelo prêmio “Melhores do Ano 2010″ que tem por objetivo indicar as empresas e pessoas que se destacaram na comunidade local em seus ramos de atuação. A RCO credita essa indicação pelo histórico de investimentos e valorização da mão-de-obra local além da expansão do volume de novos negócios que a empresa vem angariando.

A RCO Maschinenfabrik dedica o reconhecimento a todos os colaboradores que integram a família RCO e contribuem para que os resultados sejam alcançados e desafios superados.

“Começou a desindustrialização do Brasil”, diz Mendonça de Barros.

Para economista, casos de fechamento de fábricas aumentam. “Os próprios industriais estão diminuindo a atividade produtiva e passam a importar toda a linha para manter o mercado”

O Brasil iniciou recentemente um processo de desindustrialização que, além do câmbio valorizado, tem como culpado o elevado custo de produção das empresas, na opinião do ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, José Roberto Mendonça de Barros.

Na semana passada, vazou um documento do Ministério do Desenvolvimento que adverte para os riscos de fechamento de indústrias no Brasil por causa da queda do dólar e da concorrência dos produtos importados. Em comunicado, o governo informou que o documento é interno e serve apenas de subsídio para os debates técnicos. Continue reading