Central da RCO protagoniza em comercial da Macro Concreto

A central de concreto CDR-40 da RCO marcou presença em uma propaganda elaborada pela sua parceira Macro, empresa distribuidora de materiais para construção, localizada em Ituitaba (MG). A propaganda, que foi divulgada na internet e já tem mais de 200 visualizações, aborda a importância e utilidade do concreto usinado para o Estado de Minas Gerais.

A Central dosadora CDR-40, com capacidade de produção de 40 metros cúbicos de concreto por hora, opera na nova filial da Macro, recém-instalada no Distrito Industrial Afonso Cancella. A empresa foi a primeira a receber o terreno no novo espaço industrial de Ituitaba e está investindo cerca de R$ 1,5 milhão na operação.

Assista ao vídeo na íntegra através do link http://www.youtube.com/watch?v=CavYt_8J0qE

EMSA adquire sua segunda central dosadora de concreto da RCO

Construtora destaca facilidade de operação e flexibilidade de montagem e desmontagem para atendimento de obras rodoviárias

Considerada uma das maiores construtoras brasileiras, a EMSA reforçou sua parceria com a RCO, fabricante de soluções industriais para a área de infraestrutura. Sediada em Aparecida de Goiânia, a construtora adquiriu uma central dosadora de concreto CD-30 RS, com capacidade de produção de 30 m³/h. O equipamento foi comprado em fevereiro de 2013 e, depois de oito meses de operação, passou pelo crivo dos especialistas da EMSA.

Atualmente, a CDR-30 RS está em operação no canteiro da empresa no Mato Grosso, no município de Alto Araguaia. A central é a segunda desse tipo comprada pela construtora, que já tem um histórico de utilização da marca. “Ela atingiu os requisitos de produção nominal e combina a facilidade de operação com a flexibilidade de montagem e desmontagem”, explica Gilberto Alencar Prates, gerente de Máquinas e Equipamentos da EMSA.

Responsável pela gestão desses ativos na construtora, o engenheiro destaca que havia a demanda por uma central dosadora fácil de operar e com bom desempenho. A partir dessa premissa, a gerência de máquinas e equipamentos executou uma pesquisa para determinar a aquisição mais vantajosa entre as propostas apresentadas por alguns fabricantes. Um dos fatores determinantes era o prazo de despacho. “Além de termos recebido o equipamento em pronta-entrega, as marcas concorrentes ofereciam equipamentos mais complexos e de custos mais elevados. A RCO tinha justamente o que precisávamos”, argumenta Prates.

Despachada para o Centro-Oeste, a CDR 30 produz concreto para a construção de obras de arte, o que, na engenharia civil, inclui construções especializadas ou únicas. No Mato Grosso, a central fornece o concreto para as obras de arte, como bueiros e meio fios em rodovias, um dos segmentos onde a EMSA é fortemente respeitada. “Nossos contratos exigem alta movimentação, razão pela qual valorizamos muito o aspecto de qualidade e facilidade de montagem e desmontagem das centrais dosadoras da RCO”, avalia Prates. O executivo lembra que a simplicidade de operação também é acompanhada do custo benefício, o que motivou a compra do segundo equipamento desse gênero.

Antes da aquisição formalizada em fevereiro de 2013, a EMSA já tinha outra operando em Pernambuco. Nos dois casos, elas fazem parte de um portfólio diversificado da construtora, o que inclui construção de estradas, pontes e viadutos, além de obras de saneamento, para ficar entre as atividades principais. “O atendimento, incluindo a entrega técnica, também contou a favor”, avalia Prates. “Na primeira compra, tivemos a necessidade de trocar o hidrômetro e fomos prontamente atendidos pela fábrica que substituiu a peça com rapidez” recorda.

“A EMSA é um cliente extremamente importante para a RCO, pois trata-se de uma das maiores construtoras do país, com grande experiência em várias obras e forte atuação, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste”, afirma Leonardo Cavalcante, executivo da área comercial da RCO. De acordo com ele, a parceria é recente, mas as aquisições seguidas reforçam a satisfação com a marca e o bom desempenho das centrais dosadoras em campo. “A facilidade de mobilização – montagem e desmontagem – acontece em função do projeto modular. Como é construída com materiais de alta qualidade, a robustez garante ainda que a mobilização seja feita sem prejuízo do equipamento”, finaliza.

Economia no Paraná favorece construção civil

Fonte: O Diário

Durante uma palestra realizada em Maringá, na última quinta-feira, o consultor e sócio-fundador do Bureau de Inteligência Corporativa Marcos Kahtalian mostrou que o cenário da construção civil para 2015 no Brasil não inspira superotimismo, tampouco crise. Durante o evento, promovido pelo Sinduscon/NOR em parceria com o Sebrae/PR e apoio da prefeitura, ele explicou que o crédito imobiliário deve motivar o setor.

Conforme a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e o Banco Central do Brasil, de 2013 para 2014 houve aumento de 15% na oferta de crédito imobiliário. Kahtalian destaca que 70% do crédito disponibilizado tem como finalidade o financiamento imobiliário. E lembra dados da Caixa Econômica Federal, que mostram que 90% das compras de imóveis são para uso final, e não investimento.

O crédito e programas como o Minha Casa, Minha Vida, além de concessões, darão fôlego ao setor no ano que vem, mas para ele os índices da construção civil no Paraná deverão ser melhores que os nacionais. Isso porque há indicadores que mostram que a realidade econômica é mais positiva no Paraná que em outros Estados da federação. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado fechou acima da média nacional, com 5% de crescimento.

Além disso, o Paraná emprega mais na construção civil. No País, em 2014, os empregos no setor representam 10% do total, enquanto no Estado são 16% do total de empregos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A economia também mostra força em outros setores. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que no acumulado de 12 meses, até fevereiro deste ano, a produção industrial no Paraná cresceu 6,9% enquanto no País cresceu 1,2%; o comércio varejista avançou, no mesmo período, também 6,9% no Parará e 5% no Brasil. A exportação também merece destaque: no acumulado de 12 meses até março deste ano, no Paraná cresceu 6,87%, enquanto no Brasil foi de 1,09%, segundo a Secretaria de Comércio Esterior (Secex).

Em Maringá, que deverá fechar o ano com crescimento econômico entre 3% e 4%, há muitas oportunidades para a construção civil. Segundo Kahtalian, um terço dos domicílios (43 mil aproximadamente) ainda são de aluguel. E até 2020, a projeção é de que cidade tenha 26 mil novos moradores. Para se ter ideia do mercado em Maringá, em 2011 e em 2012 a cidade teve mais de um milhão de metros quadrados licenciados, enquanto Curitiba, que é cerca de cinco vezes maior,3 milhões de m2.

Kahtalian lembra que o setor terá desempenho melhor que outros no País. Isso porque apesar de a projeção para a construção civil ser de recuo de 3,8% em 2014, para 2015 a expectativa é de que haja crescimento de 2,3%. Já quanto ao PIB nacional, a expectativa do governo para 2015 é de que a economia cresça 3%, mas o mercado financeiro espera crescimento de menos de 1,5%.

A baixa sentida pela indústria da construção civil neste ano se deve a fatores como a queda de investimentos por causa do baixo nível de confiança dos investidores no País. Outro fator é a oferta maior que a demanda. “O volume comprado tem se mantido o mesmo, mas a oferta aumentou”, diz. Maringá tem 1,4 mil unidades no estoque. Nas principais cidades da região Sul, há 32 mil. “Retraíram os lançamentos, mas para o ajuste da oferta ficou bom”, acrescenta.

Ele explica que como a demanda tem limites frente às ofertas – e as famílias estão consumindo menos por causa da inflação e encarecimento do crédito, aumentará a competitividade. Por essa razão, o momento é de as empresas melhorarem a produtividade, com novas tecnologias e métodos construtivos, por exemplo.

Financiamentos
para a aquisição de imóveis, na comparação entre o 1º semestre de 2013 e o 1º semestre de 2014, cresceu 25%. Para a aquisição de imóveis usados, houve retração (-0,7%).