Prealto cria nova divisão de negócios e adota central dosadora CDR-40 da RCO

Baseada em Coromandel, cidade mineira da região de Uberlândia, a Pré-moldados Alto Paranaíba (Prealto) tem uma história de crescimento e diversificação. Fundada em 1998, a empresa posicionou-se como um empreendimento para produção de pré-fabricados de concreto, especialmente postes de energia e blocos para construção civil. A primeira mudança aconteceria em 2010, quando a companhia ampliou sua atuação e passou a incorporar os serviços de concretagem. Três anos depois, a Prealto estabeleceu outro desafio: montar uma planta industrial totalmente nova, criando uma divisão para atuar como concreteira, inclusive com marca e CNPJ próprios. Esse terceiro salto da empresa teve como resultado o nascimento da Phivela Concreto.

Com a criação da Phivela Concreto, um dos desafios era substituir a central dosadora tow-go, pois a nova unidade teria não só uma frota independente da empresa-mãe como também sua própria planta industrial. Sediada num imóvel próprio com 10 mil m2 de área em Coromandel, a fábrica engloba um sistema de estocagem de agregados, com baias amplas e seguras. A unidade possui ainda casa de máquinas e de comandos com vidros e ar condicionado. As instalações também foram projetadas com piso concretado liso, poço artesiano e um mecanismo com caixas de decantação e reaproveitamento de água. Ou seja, uma linha de produção nova e alinhada com requisitos de sustentabilidade.

Para funcionar como peça central dessa operação, a Phivela definiu-se pela central dosadora CDR-40, fabricada pela RCO. A aquisição, em 2013, selou a parceria entre as duas empresas. “Escolhemos a CDR 40 porque ela atendia a nossa meta de ampliar o investimento no segmento de concreto”, explica João Ary Gomes, fundador e diretor da Prealto. De acordo com ele, a instalação da central, aliada às novas instalações e equipamentos, trouxe benefícios para todos os segmentos da empresa, agregando maior produtividade, melhor qualidade do produto e mais rapidez na entrega. “O destaque, no entanto, é o menor custo de produção, especialmente pelo sistema de silo de cimento automatizado”, ressalta Gomes. Outro ponto positivo da CDR-40 é a combinação de segurança e maior conforto para os operadores do equipamento. Do lado dos clientes, o diretor avalia que a satisfação observada atualmente deve impulsionar o ingresso de outros compradores.

Sobre o relacionamento com a RCO, Gomes lembra que os equipamentos instalados conseguiram vencer os desafios da rapidez e da qualidade do produto. “Foram diferenciais importantes, ao lado do atendimento”, esclarece. Segundo ele, o processo de aquisição envolveu uma pesquisa com outros fornecedores, seguida por reuniões presenciais com a equipe da RCO, que deslocou até Coromandel e até Itaúna, região de Belo Horizonte, para discussões técnicas. O atendimento focado fez a diferença. “Já havíamos adquirido o conjunto de outra empresa, mas, diante da exposição dos diferenciais do equipamento da RCO, optamos pelo cancelamento do pedido anterior e fechamos a aquisição da CDR 40”, detalha.

O bom relacionamento também deve influenciar, segundo ele as novas fases de ampliação da Phivela Concreto. Os planos incluem a aquisição de uma central móvel ou, dependendo dos resultados da usina de Coromandel, a montagem de uma planta completa em outra cidade. “Com certeza, a RCO será chamada para apresentar sua proposta no momento de avaliação dos novos investimentos”, finaliza Gomes.

O consultor de Vendas, Alex Nogueira responsável pelo atendimento à Phivela Concreto reforça que o atendimento diferenciado, aliada ao domínio técnico da solução RCO, agrega credibilidade e transmite a segurança no momento da compra “Acreditamos que o atendimento e clareza nas informações e os grandes diferencias das centrais de concreto RCO foram fundamentais para que o sr. Gomes nos desse o voto de confiança. Temos orgulho de ver uma planta muito bem montada e organizada”, diz ele.

Nogueira lembra que a CDR-40 é um equipamento versátil, de fácil montagem e operação e que se encaixa perfeitamente em obras de pequeno e médio porte, com produção de 40 m³/h reais. A central pode ainda ter sua produção ampliada para 60 m³/h com a aquisição de um conjunto de equipamentos e software para automação total da CDR-40, possibilitando a emissão de relatórios diários de produção e controle de estoque dos agregados e cimento. O consultor de Vendas destaca também que a CDR-40 possui o melhor custo/benefício para as empresas que apresentam planos de ingressar no segmento. Isso se deve ao custo acessível do equipamento e à produção razoável de concreto, além dos benefícios de se ter um silo de estocagem de cimento que reduz a mão de obra, elimina poeira e o desperdício dessa matéria prima.

Calçadas em concreto, obras olímpicas saem do papel

Central de Concreto da RCO faz parte da frota usada para a construção do complexo Ilha Pura

Por Altair Santos (Portal Massa Cinzenta)

Após a Copa do Mundo de 2014, o Comitê Olímpico Internacional visitou o Rio de Janeiro e fez acender a luz amarela. A cidade-sede dos jogos olímpicos de 2016 estava muita atrasada e, nos bastidores, se cogitou até uma mudança de local. A advertência serviu como estímulo. Em pouco tempo, as obras deslancharam e o Rio fecha 2014 com o cronograma praticamente em dia. Para recuperar o tempo perdido, e alavancar a produtividade, houve investimento maciço na construção industrializada do concreto e nas estruturas mistas (concreto e aço). Através destas tecnologias, é possível verificar que o parque olímpico, localizado na Barra da Tijuca, já se torna realidade.
A pira olímpica irá se acender no estádio Maracanã no dia 5 de agosto de 2016. Até lá, somando todas as obras – incluindo as de infraestrutura e as de mobilidade urbana -, prefeitura e governo do Rio de Janeiro estimam que o volume de concreto a ser produzido para viabilizar os jogos deverá passar de 1 milhão de m³. Só o complexo Ilha Pura, que abrigará a vila olímpica, e depois será transformado em um condomínio residencial, já consumiu 350 mil m³ do material. Outra parte deste volume também está presente nas obras de infraestrutura subterrânea. São 10,5 km de redes de drenagem, 5,3 km em redes de esgoto, 8,3 km de redes de água, 5 km de redes de incêndio, 5 km de rede de iluminação pública, 9,9 km de rede de média tensão e 21,9 km de redes de telecomunicações.
Para dar conta de tanto concreto, usinas montadas no canteiro de obras do parque olímpico trabalham quase ininterruptamente para processar, cada uma, 65 m³/h para o consórcio que toca o empreendimento: o Rio Mais, formado pelas empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken. Há ainda as grandes obras de mobilidade espalhadas pela cidade, e que seguem consumindo grandes volumes de concreto. A saber: linha 4 do metrô (120 mil m³), quatro linhas de BRT (Bus Rapid Transit) (70 mil m³), 28 km de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) (23 mil m³) e recuperação e construção de 60 obras de arte (viadutos e pontes), além da abertura de três túneis.
Arquitetura nômade
Somente no parque olímpico da Barra da Tijuca, há 4.500 trabalhadores no canteiro de obras. Outros 850 atuam no complexo esportivo de Deodoro, bairro da cidade do Rio de Janeiro que irá sediar algumas competições olímpicas e dos jogos paraolímpicos. Segundo a Empresa Olímpica Municipal (EOM), criada exclusivamente para gerenciar as obras para 2016, está em uso uma arquitetura inédita neste tipo de evento: a arquitetura nômade. Significa que boa parte das estruturas pré-fabricadas poderá ser desmontada e servir para outras obras. No caso do Rio de Janeiro, algumas já têm destinação certa: irão se tornar escolas após os jogos. “Desde o início dos trabalhos foi necessário pensar em como cada equipamento olímpico seria integrado à rotina da cidade pós-evento, que é o verdadeiro legado dos jogos”, diz o presidente da EOM, Joaquim Monteiro de Carvalho.
A expectativa dos organismos governamentais envolvidos com o projeto olímpico é de que, até o final de 2015, 70% das obras estejam concluídas.
Em que estágio estão as obras para os jogos olímpicos:
Parque olímpico
Arenas Cariocas 1, 2 e 3 – Fase final de montagem das estruturas de concreto pré-moldado e da cobertura, com previsão de conclusão no terceiro trimestre de 2015.
Centro de tênis – fundações foram concluídas.
Velódromo – obras estão em fase de fundação.
Arena do Futuro – fundações e montagem da estrutura metálica (pilares principais, vigas principais da cobertura e treliças) foram concluídas.
Estádio Aquático – em fase final de fundações. Estão em andamento a concretagem da laje de piso e a montagem da estrutura metálica das arquibancadas da piscina principal.
Parque Aquático Maria Lenk – Instalação está pronta e necessita apenas de adaptações.
Arena Rio – Instalação está pronta e necessita apenas de adaptações.
Centro Internacional de Transmissão (IBC) – obra está em fase final de montagem da estrutura metálica do prédio e concretagem das lajes.
Centro Principal de Mídia (MPC) – obras de fundações, contenções e concretagem do segundo pavimento foram finalizadas. Estão em andamento as estruturas de concreto (pilares, vigas e lajes) dos níveis subsolo, térreo e mezanino e a concretagem do terceiro pavimento da torre sul.
Campo de Golfe – obras começaram em 2013 e estão dentro do cronograma.
Riocentro – local está pronto e, em 2015, receberá instalações complementares para se adequar às competições.
Complexo esportivo Deodoro
Arena da Juventude – obras estão em fase de terraplenagem e fundações. Foi concluído o estaqueamento e a colocação de blocos está em andamento.
Circuito de canoagem slalom – obras de terraplanagem estão em fase de conclusão e concretagem da laje do lago está em andamento.