Empresas atuantes no mercado de concreto podem melhorar sua qualidade

Egydio Hervé Neto, entrevistado RCO

Atualizado em 28/07/2015. 

Como as companhias envolvidas com o segmento de concreto podem melhorar a qualidade dos serviços de concretagem realizados no mercado? Com essa pergunta em mente, o informativo da RCO, ouviu o engenheiro civil Egydio Hervé Neto, diretor da empresa brasileira VentusCore – Engenharia de Concreto. Na entrevista, o consultor explica como todos os players envolvidos podem contribuir para melhorias no setor, inclusive na gestão da produção de estruturas pré-moldadas em canteiro.

Informativo: Como é o trabalho da VentusCore?

Egydio Hervé Neto (EHN): nossa empresa atua como consultora das Construtoras, organizando os passos para a gestão das concretagens em obras. De forma geral, as etapas de um processo de controle envolvem uma sequencia de atividades básicas tais como: inicialmente analisar e completar a especificação do(s) concreto(s) da obra, com base no projeto estrutural e características da obra, eventualmente assessorar a Construtora na contratação do laboratório e da concreteira, sempre inspecionar o(s) concreto(s) diretamente na central da concreteira com o apoio do laboratório, de modo a garantir a conformidade quanto à consistência e seu tempo de permanência, bem como verificar as demais características visuais do concreto fresco. Também passamos instruções por escrito para a concreteira a respeito das exigências técnicas (aferição de equipamentos, cumprimento da NBR 7212), necessidade da existência e procedimentos do Sistema da Qualidade e sobre a logística do trabalho e condições específicas da obra.

Informativo: Em termos de Brasil, como está a questão de controle de qualidade de concreto. Quais são as recomendações de vocês como especialistas?

EHN: quem tem que comprovar a qualidade das construções são as Construtoras. São elas as responsáveis pelo fornecimento da obra ao mercado e entrega aos usuários, sejam públicos ou privados e neste sentido a lei que rege estas relações é o Código de Defesa do Consumidor. De acordo com a NBR 6118, a Norma de Projeto das Estruturas de Concreto, a obra deve ser documentada quanto à prova de sua conformidade e estas informações devem ser entregues ao usuário como parte do Manual de Utilização, Inspeção e Manutenção, elaborado por profissional habilitado e ninguém mais lógico para isso do que engenheiro responsável pela execução. No caso de reclamação de defeito, durante ou após a construção, será a construtora e seus responsáveis técnicos os responsáveis pelo problema, mesmo que a causa seja de projeto ou erro da concreteira ou outro fornecedor. A construtora deve apenas contratar empresas qualificadas, tanto em concretagem, como o próprio laboratório e a supervisão de uma boa consultoria.

Informativo: como o setor de concretagem pode melhorar o controle de qualidade de concreto?

EHN: os fornecedores de serviços de concretagem são empresas de engenharia especializada e têm uma grande – talvez a maior responsabilidade sobre a qualidade das obras e do concreto. No entanto, o mercado não conhece e acaba não exigindo isso. Basta ver que são raras as concreteiras que têm registro no sistema CONFEA-CREA, o que é uma exigência básica para quem presta serviços de engenharia neste nível de responsabilidade. Outro aspecto importante é seguir rigorosamente a NBR 7212 e todas as normas da ABNT. A NBR 7212 é uma norma bem formulada e a base para um elaborado sistema de qualidade que cada concreteira deveria implantar com precisão.

Informativo: Como tem sido o trabalho de vocês na área de especificações e ajustes de traços de concretos?

EHN: um dos primeiros passos de nossa consultoria é conhecer e completar as especificações do projetista para ajustar-se às exigências técnicas e características da obra. As recomendações podem sugerir, por exemplo, a substituição de um tipo de concreto ou de concretagem, em função das necessidades específicas da obra. Assim, um projeto com grande densidade de armaduras poderá exigir a troca de um concreto para aumentar a sua consistência. Um concreto convencional ou bombeável pode até ser substituído por um autoadensável, assim como uma aceleração de cronograma pode impor a necessidade de uso de um CAD em substituição a um concreto de menor resistência. Isso também pode acontecer quando se constata uma agressividade ambiental maior do que a percebida pelo projetista. Os ajustes citados devem ser feitos sempre em comum acordo com a Construtora e o Projetista. Os concretos com gelo têm sido hoje mais utilizados em fundações de edificações devido ao porte dos empreendimentos, assim como o concreto compactado com rolo passou a dominar o mercado de barragens de gravidade por apresentar vantagens reconhecidas.

Informativo: como vocês têm atuado na área de gestão de controle de concreto em estruturas?

EHN: Alguns empresários já se deram conta de que as formas e os escoramentos podem ser até mais caros do que o próprio concreto e nossos estudos comprovam isso. O que pode parecer uma imposição negativa, caso da exigência de só retirar formas e escoramentos quando comprovadas a resistência e o módulo necessários, passa a ser um dos pilares de nossa Metodologia VentusCore. A prova do atendimento aos parâmetros estruturais, a garantia de que os escoramentos poderão ser retirados sem riscos para a estrutura fazem parte do método que criamos. Hoje, poucas construtoras se deram conta dessa vantagem e o uso da metodologia ainda é incipiente.

Informativo: como mudar, então, essa cultura?

EHN: as construtoras precisam reconhecer a importância dessa forma correta e econômica de construir, reconhecendo a importância da Engenharia do Concreto na garantia da qualidade. Da mesma forma que a eliminação de obras não conformes e até mesmo acidentes, além da capacidade de reduzir custos que a verdadeira engenharia proporciona com metodologias corretas que permitem fazer certo da primeira vez, ou seja, sem retrabalho. Sendo o concreto altamente especializado e representando a maior parcela de responsabilidade e uma grande parcela de custo das obras, ele deve ter uma supervisão terceirizada, e tal atividade deve ser creditada às empresas especializadas e independentes da Construtora.

Informativo: qual é o trabalho de implantação de procedimentos de produção e qualidade em empresas de artefatos, pré-moldados e derivados de cimento em geral?

EHN: nesse setor há um problema cultural muito forte e negativo, pois a maioria das empresas não têm um engenheiro responsável técnico. Muitas não têm muito raio de ação no sentido de seguir procedimentos, fazer controle e comprovar a qualidade dos produtos de forma contínua e regular. Um dos sérios problemas é que o tipo de concreto utilizado na produção – blocos, tubos, pavers – é geralmente muito seco, exigindo que a moldagem seja feita em protótipos na própria máquina de vibroprensagem, o que poucos técnicos e laboratoristas fazem. Este é um enorme setor com um grande trabalho a fazer, mas o porte pequeno das empresas não favorece a contratação de consultoria especializada, muito menos laboratórios de controle. Por outro lado, as empresas grandes, de alta tecnologia, habituaram-se a limitar-se ao autocontrole já que o cliente comprador pouco faz para avaliar a qualidade do que compra e isto termina sendo manipulado; por isso a importância de se atuar diretamente na correção e reformulação de traços, onde os resultados sempre serão favoráveis ao cliente, resultando em maior número de peças produzidas por saco de cimento consumido.

Pneu que seria descartável entra na produção de concreto

Material triturado substitui parte da areia na formulação de concreto sustentável. Projeto da Universidade de Uberaba avança para outras aplicações

Desenvolvido pela Universidade de Uberaba (UniUbe), o concreto sustentável produzido a base de pneu triturado já é uma realidade. O Parque Linear de Uberlândia, cidade mineira vizinha da UniUbe, por exemplo, tem todo o piso de sua ciclovia construído com o material. Três anos após sua inauguração, o concreto sustentável foi testado pela universidade e a resistência e durabilidade da via apresentaram índices satisfatórios para o mercado. Os testes, realizados no Departamento de Engenharia Civil da UniUbe, mostraram que os 15,5 pneus adotados para cada metro cúbico do concreto sustentável garantiram uma resistência de 21,6 MPa à ciclovia do Parque.

Em entrevista à Altair Santos, colunista do portal Itambé, Vanessa Rosa Pereira Fidelis, professora de materiais e tecnologia da construção civil, conta que antes de chegar ao número ideal de pneus para cada metro cúbico de concreto alguns passos precisaram ser percorridos. Em um primeiro momento, os pesquisadores substituíram a areia em quantidades de 50%, 25% e 12,5% de agregado miúdo por borracha triturada. No segundo momento, mediram-se os percentuais de resistência sendo, respectivamente: 4 MPa, 9 MPa e 16 MPa. Tendo esses números em mãos, a equipe de pesquisadores tomou a decisão de acrescentar aditivo químico plastificante à massa, reduzindo a borracha para 9% (15,5 pneus/ m³) e conquistando a resistência de 21,6 MPa.

De acordo com a professora, o concreto produzido tem aplicabilidade direcionada para pisos, já que possui menor resistência à compressão e proporciona redução de impacto. “Verificou-se também que pode ser possível a utilização do material em painéis de vedação, por eles requererem menor resistência à compressão do concreto”, completa Vanessa. Para ela, o próximo passo na conquista de mercado precisa passar pelo barateamento das matérias-primas utilizadas na produção desse material – uma vez que a trituração da borracha tem valor superior ao do agregado miúdo. “Parcerias com empresas de recapagem de pneus, que precisam descartar parte de seus resíduos, podem minimizar o preço”, finaliza.

Com o sucesso do experimento, a Universidade de Uberaba agora segue com novos projetos: adição de resíduo industrial na produção de tijolos solo-cimento, e a produção de concreto não-estrutural, que ao contrário do concreto a base de pneu inservível, ainda estão em fase de testes.

A receita

A produção do concreto sustentável envolve:

240 kg de cimento CP V-ARI

374 kg de areia fina

554 kg de areia grossa

1.015 kg de brita

1,80 kg de borracha

195 litros de água e 0,96 litro de aditivo.

RCO inova ao iniciar o pós-venda ainda nos primeiros dias de operação

Auditores especializados da empresa visitam os clientes de máquinas recém-adquiridas para avaliar nível de produtividade e antecipação de falhas nos equipamentos

O Serviço Ampliado Direcionado (SAD) é uma inovação de pós-vendas da RCO, fabricante nacional de centrais dosadoras, silos verticais e horizontais de concreto. Com ele, cada cliente recebe a visita de um auditor da fabricante, num período máximo de 90 dias após a compra de um equipamento novo. O intuito? Simples: aferir os principais dados operacionais nos primeiros dias de funcionamento e, assim, evitar o prolongamento de avarias ou até mesmo a falta de ajustes básicos para alcançar a produtividade máxima dos equipamentos.

Luis Antonio Zuli, Gestor de Atendimento ao cliente da RCO, lidera o projeto e explica que o SAD consiste no check-list de produtividade dos equipamentos em seus primeiros dias de operação. “Tudo passa a ser baseado em um software, que foi implementado em março/2015, alimentado com dados da data de instalação, do start de equipamentos de produção como usinas de concreto, com informações de acompanhamento de manutenção, etc.”, afirma. Segundo ele, uma das colunas do software agrega a data prevista da visita do auditor, permitindo a criação de uma agenda dinâmica para a RCO no sentido de poder regionalizar o atendimento. “Ou seja, os auditores atuam por regiões dos estados de São Paulo e Minas Gerais, inicialmente, e depois de todo o Brasil”, completa.

Durante a auditoria, a RCO também aplicará pesquisa de atendimento ao cliente, obtendo feedbacks tanto para o processo fabril, quanto para o comercial e ao departamento de compras. “O SAD está cogitando a possibilidade de implementar o carregamento de kits emergenciais, com as principais peças de desgaste, para o caso de alguma manutenção básica durante sua visita”, diz Zuli.

Além do enfoque de atendimento e pós-vendas diferenciado para a comodidade dos clientes, a auditoria tem como meta reduzir ou impedir falhas, evitando paradas inesperadas e garantindo maior disponibilidade do equipamento para os clientes. Desta forma, também é possível antecipar eventuais problemas que possam causar gastos maiores com uma manutenção corretiva e consequente parada de produção, além de um melhor planejamento da equipe técnica da RCO. “Após seis meses de operação, os clientes receberão uma segunda visita de auditoria. Essa, porém, com caráter mais técnico, para garantir as manutenções preventivas necessárias”, acrescenta o Gestor.

A equipe de auditores da RCO é formada por profissionais experientes, com bom conhecimento comercial e técnico para resolução dos principais problemas em campo. As informações das auditorias serão disponibilizadas em relatórios e, segundo Zuli, durante 2015, a meta é fazer 700 visitas entre primeira e segunda auditoria.

Concreto usinado é aliado da sustentabilidade

Segundo pesquisador da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o avanço de práticas sustentáveis passa pela adoção das usinas de concreto

Desde que a Fundação Dom Cabral publicou os resultados da primeira edição da pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras, com dados de 2012, a construção civil virou foco estratégico para que o Brasil alcance melhores índices de sustentabilidade. No documento – que ouviu 172 empresas, sendo 56 do ramo da construção civil – os índices davam conta de que esse setor consumiria até 75% dos recursos naturais e até 44% da energia do país. Desde 2012, novos estudos mantiveram a questão na ordem do dia e o tema sustentabilidade foi inserido definitivamente na agenda dos players desse segmento.

E é o que comprova José de Almendra Freitas Júnior, especialista em concreto e professor do Departamento de Construção Civil, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Para ele, termo sustentável é difícil de definir, mas no caso das misturas de concreto, o enfoque está no uso de agregados artificiais (areia) e na maior durabilidade das estruturas. “Outro ponto sustentável é a utilização de cimentos com grandes quantidades de adições (escórias e cinzas volantes) sempre que possível”, complementa. Ele destaca ainda que as iniciativas de otimização também fazem parte dos projetos de usinas de concreto, principalmente a redução de custos.

Freitas Júnior salienta que a rota das soluções sustentáveis envolve fortemente a adoção do concreto usinado, em volumes cada vez maiores por parte das construtoras, principalmente as que lidam com pequenas obras. “Em projetos médios e grandes, o concreto usinado por centrais dosadoras e com aspectos voltados à sustentabilidade já é largamente utilizado no Brasil”, diz.

Quanto ao agregado artificial, ele avalia que o uso também tende aumentar, devido à indisponibilidade de areia natural nos grandes centros. “Em muitas regiões metropolitanas, a areia artificial já é utilizada em misturas com a areia natural ou até sozinha”, detalha. “Entendemos que, devido ao seu formato anguloso, a areia artificial ainda é de qualidade inferior a natural, requerendo ligeiramente mais água, cimento e aditivos para a produção do concreto”, completa. De acordo com o especialista, para concretos de abatimento comum e resistências abaixo de 40 MPa, a aplicação da areia artificial é bem razoável e pode otimizar custos, por ser um insumo mais barato do que o natural. Já os concretos de alta resistência (CAD ou CAR) e, eventualmente, alguns concretos autoadensáveis, a utilização de areia natural ainda seria melhor e nem sempre é viável o uso de materiais artificiais.

RCO marca presença no III Workshop da revista O Empreiteiro

Entre os dias 26 e 27 de maio acontece, em São Paulo, no Espaço APAS, o III Workshop da revista O Empreiteiro. Dessa vez, o tema do evento será “As práticas de sucesso na gestão profissional de obras e projetos”, com o objetivo de apresentar soluções que auxiliem na execução eficaz dos planejamentos de construção. Com duas palestras, a RCO estará presente para acompanhar essa discussão e compartilhar experiências.

Participando pela primeira vez do workshop, a companhia contará com Leonardo Cavalcante, representante de vendas da fabricante, para apresentar sua central dosadora NOMAD D-40 na primeira palestra. A intenção é mostrar seus benefícios e o quão útil ela pode ser na hora de buscar a excelência de uma obra ou projeto. Já a segunda palestra contará com um dos clientes da empresa, que entrará em cena para compartilhar sua experiência com gestão de obras e com os produtos RCO – destacando aplicabilidade e índices de produção.

O workshop será realizado na rua Pio XI, 1200, no Alto da Lapa, em São Paulo e prevê a presença de aproximadamente 300 pessoas na plateia.

Sistemas construtivos industrializados são aposta para a sustentabilidade

Recurso visa acelerar obras e manter a sustentabilidade frente a crise

Sistemas construtivos industrializados é a proposta da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) e a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) para otimizar o dia a dia no canteiro de obras e o desenvolvimento de sistemas sustentáveis frente a crise hídrica e elétrica que passa o país.

Segundo Walter Cover, presidente da Abramat o avanço tecnológico dos produtos industrializados já permite, em alguns casos, construções muito melhores do que as de alvenaria e também incentiva a sustentabilidade. “Os pré-fabricados de concreto, aço, madeira e gesso geram baixíssimos níveis de resíduos no canteiro de obras e também economizam no consumo de água”, afirma Cover.

Além de acelerar o processo das obras, o recurso também incentiva a autonomia do consumidor no processo “faça você mesmo”, Cláudio Elias Conz, presidente da Anamaco reforça a promessa “Nestes tempos de estresse econômico, as pessoas podem querer elas mesmas promover a reforma da casa. Para isso, já existem itens que saem prontos do fabricante para serem instalados. Eles vão desde argamassas prontas até elementos de acabamento”, conclui o presidente.

Crescimento da RCO resulta em ampliação de fábrica

Sede da RCO em Tambaú- SP

Com projeção de crescimento em torno dos 20% para 2015 – considerado um ano de crise para o mercado-, agora, a RCO investe em suas instalações. Para começar bem  o ano, a companhia tratou de aumentar sua capacidade de produção através da ampliação de sua fábrica, localizada em Tambaú, interior de SP. Os objetivos da ação, de acordo com Eduardo Talamoni, Coordenador de P.C.P da RCO, eram separar alguns setores do restante da fábrica, aumentar a área de material armazenado e preparado para a produção, ampliar o almoxarifado da empresa e, principalmente, melhorar o fluxo do material em processo de produção, preparando todas as peças antes da montagem global.

Não demorou nem um semestre para que o resultado aparecesse. Para Eduardo, foram muitas as melhorias em função do pouco tempo de existência do novo ambiente. “Conseguimos uma melhor gestão visual dos processos em andamento e dos processos que ainda iam iniciar, aumentamos nosso espaço de conferência com laser, aumentamos o espaço de estocagem com prateleiras produzidas pela própria RCO, acelerando, consequentemente, a separação dos pedidos de vendas”, conta ele.Além disso, a empresa conseguiu centralizar todos os materiais, insumos e consumíveis da companhia em seu próprio almoxarifado.

Eduardo salienta ainda as melhorias relacionadas ao capital humano da RCO, destacando a revitalização da fábrica com nova pintura, placas de sinalização e banners motivacionais. “Desenvolvemos também um novo layout de segurança, com o objetivo de proteger nossos colaboradores, clientes e parceiros”, finaliza.