RCO fecha Concrete Show com vendas de novas centrais dosadoras

Mais de 15 contratos de compra foram realizados durante os três dias do evento. Depoimentos de clientes reforçam estimativa de crescimento da empresa em 2015

Criada há apenas seis meses, a Global Mix acumula a experiência de seus dois sócios – Brunno Sena e José Amaro – no mercado de concreto. Arrojada, a companhia localizada em Goianésia (GO) quer ganhar espaço no mercado de produção de concreto e placas pré-moldadas. Já a Cal Concretos, de Miritituba (PA), está de olho na expansão de projetos portuários em sua região. O que as duas empresas têm em comum – além de não falar em crise – é a necessidade de soluções adequadas em centrais dosadoras. E ambas são clientes da RCO que passaram pelo estande da empresa na Concrete Show. “Eles são empreendedores que investem em tecnologia e que comprovam nossa previsão de crescimento de 20% em 2015”, argumenta Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da fabricante.

Compradora da primeira Nomad D-20 na Concrete Show, um dos equipamentos expostos no estante, a Global Mix aposta na tecnologia embarcada e no pós-venda. “Os serviços que prestamos exigem mobilidade para atender o cliente final, o que a nova Nomad oferece”, explica o sócio proprietário Brunno Sena. José Amaro, também sócio proprietário, lembra que os dois empreendedores já conheciam a RCO de nome e por indicações de parceiros, com destaque pelo fato da empresa ser uma referência na área de silos e de centrais dosadoras. “Esperamos que o novo equipamento nos ajude a alcançar nosso objetivo, que é combinar qualidade, rapidez e precisão de horários”, completa Sena.

A Celestium Engenharia é outra empresa que formalizou a compra de equipamentos da RCO ainda durante a feira. Cesar Paulo de Moraes Ribeiro, diretor geral da empresa, destaca que já vinha pesquisando a central dosadora CDR-40 pela internet. “Acabei conhecendo a RCO há pouco mais de um mês. Nem programei fazer a compra na feira, nós viemos apenas visitar”, adianta. “Vimos o estande e negociamos. E saímos com o equipamento comprado”, destaca o executivo.

De acordo com ele, o que chamou a atenção da Celestium na hora de comprar o equipamento foi o histórico da RCO. “É uma empresa que já atende o Brasil todo e expande-se para outros países e, por ser uma companhia familiar, nos coloca em maior proximidade com quem tem o poder de decisão, o que favorece a negociação”, explica Ribeiro.

A já citada Cal Concretos também confirma a assertividade da RCO na Concrete Show. A empresa, dirigida pelo engenheiro civil Carlos Cezar Corrêa, tem como objetivo atender os portos que existem na região da cidade paraense onde está sua sede. Com bastante movimentação de transporte fluvial, a região demanda obras nas estruturas portuárias locais.

“O mercado logístico definiu nossa decisão de criar a concreteira”, adianta Corrêa. Donos de uma central dosadora CDR-40, a Cal Concretos negocia a aquisição de uma CDR-60. “Apostamos no slogan de Inovabilidade Sempre, da RCO, pois está dando certo. Em termos tecnológicos, o equipamento atendeu nossas expectativas”, argumenta o diretor.

Já a Welmix Concreto, sediada em Uberlândia (MG), é outro cliente que conhece a tecnologia da RCO – tendo adquirido uma central de concreto, modelo CDR-40, em 2013 -, que esteve no evento. O equipamento trabalha com uma produção de 40 m³/h e até o final de agosto desse ano já teria produzido cerca de 14 mil m3 de concreto.  “Estamos muito satisfeitos com o equipamento, que vem atendendo todos os requisitos necessários. O que mais nos surpreendeu, no entanto, foi o suporte de pós-vendas oferecido pela RCO”, destaca o gerente de Produção e sócio-proprietário Cassio Alvim.

“Trabalhamos com diversos fornecedores e temos que correr atrás deles quando precisamos de algum suporte. Mas com a RCO, não. A empresa sempre se antecipa, fazendo visitas periódicas para acompanhar o funcionamento da máquina e solucionar qualquer problema que possa vir a aparecer”, afirma Alvim.

Para Oliveira, o depoimento dos clientes é a melhor tradução do relacionamento que a empresa estabeleceu nos últimos anos. “É importante destacar que o crescimento que estamos estimando para 2015 tem bases sólidas”, diz. Segundo o diretor geral da RCO, a base do incremento da empresa é a maior participação num mercado com novas empresas do setor de concreto, de olho em novas oportunidades de negócios. “Criamos uma área específica, o SAD, sigla para Serviço Ampliado Direcionado, justamente para consolidar toda a experiência de pós-venda”, complementa.

Segundo ele, o departamento tem uma agenda prevista de 700 auditorias in loco nos clientes da RCO até o final do ano e já cumpriu quase metade da meta. Além da proximidade com os clientes, Oliveira aposta na inovação tecnológica, caso da nova central Nomad D-20, apresentada na feira, e do silo aparafusado de 3.000 mm de diâmetro, outro lançamento do evento que tem como característica a montagem e desmontagem rápida. O equipamento é mais uma solução da RCO que atende as demandas de maior mobilidade, principalmente entre as empresas de pequeno e médio porte do segmento concreteiro.

Ampliação da vida útil de obras de concreto é tema de simpósio

O II Simpósio sobre Durabilidade das Estruturas de Concreto já tem local e data definidos. O evento será realizado em paralelo com o 57º Congresso Brasileiro do Concreto, em Bonito (MS), de 27 a 30 de outubro. Juntas, as ocasiões têm como objetivo contribuir com a qualidade do sistema construtivo brasileiro.

A programação inclui a apresentação de pesquisadores internacionais, reconhecidos pelo Instituto da Construção Eduardo Torroja (CSIC), na Epanha, e da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU). Na primeira edição do simpósio, realizada em 2011, mais de 300 profissionais – vindos da Espanha, Canadá, Itália e Argentina- marcaram presença.

Centro de São Paulo utiliza piso removível e autolimpante

A Associação Brasileira de Cimento Portland desenvolveu, em parceria com a prefeitura de São Paulo, um novo modelo de piso em blocos de concreto. Autolimpante e removível, o novo material já está sendo aplicado em algumas regiões da cidade e, ao final, deve abranger uma área de 60 mil m². O objetivo, de acordo com a prefeitura de São Paulo, é promover a requalificação do centro da cidade.

De acordo com matéria publicada no G1.com, o piso removível evita que o piso se quebre durante uma eventual retirada. Já a característica autolimpante fica por conta das propriedades aplicadas ao material. Elas são ativadas com a luz solar e, assim, retiram manchas e odores da superfície do piso.

A previsão de finalização do projeto é para abril de 2016.

RCO fecha 15 novos negócios na Concrete Show South America

Os equipamentos mais vendidos foram a central de concreto NOMAD-D20 e o silo horizontal L2200, lançamentos da companhia para o evento

Os três dias de Concrete Show South America renderam bons frutos à RCO, fabricante de centrais de concreto e silos de armazenagem, localizada em Tambaú (SP). A companhia comprova a afirmação com a divulgação de um balanço sobre o evento, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de agosto. De acordo com a empresa, foram fechados 15 novos negócios durante a feira, grande parte deles motivada pela condição de preço especial para o evento.

A central dosadora de concreto NOMAD D-20 e o silo horizontal de armazenagem L2200, lançamentos da RCO para o evento, foram os equipamentos com o maior número de contratos fechados, além de outras soluções RCO em silos de armazenagem e centrais de concreto, como outros modelos da linha NOMAD. A nova central chegou ao mercado com o objetivo de atingir, principalmente, pequenos e médios empreendimentos: sua capacidade é de 20m³/h, o que permite uma produção mensal que varia entre 2000 e 3000 metros cúbicos, possibilitando que centrais dosadoras tradicionais sejam substituídas por ela. O diferencial também está na rapidez de montagem e operação, na mobilidade – pelo fato de não precisar de fundações-, e pela necessidade reduzida de veículos para transporte. Essas características fazem com que o equipamento seja ideal também para obras com altura restrita.

Carlos de Oliveira, diretor da RCO, explica que o número de vendas no evento é o resultado de uma ação conjunta. “Levamos mais de 15 pessoas entre atendimento comercial e suporte técnico”, diz. “Além disso, houve também a constante participação das equipes de engenharia e produção da empresa”, complementa.

O otimismo do executivo não se esgota ao período de feira. De acordo com ele, o desempenho da RCO na Concrete Show refletirá em novos negócios até o final do ano. “Aumentamos nossa visibilidade de mercado com a qualidade técnica e atendimento diferenciado. Essas características devem render novas negociações no decorrer do segundo semestre”, finaliza.

Deconcic destaca o papel da Avaliação do Ciclo de Vida da construção

Na última quinta-feira (10/09/2015), o Departamento da Indústria da Construção da Fiesp (Deconcic) promoveu o “Workshop sobre Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) – Ampliação da Análise Ambiental de Matérias e Componentes da Construção”. O evento, que aconteceu na sede da Federação, teve como principal objetivo focar no aumento de competitividade do setor de construção por meio da avaliação de produtos e sistemas construtivos.

De acordo com nota publicada pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), as palestras organizadas para o evento exemplificavam novas tendências para a redução dos impactos ambientais do segmento por meio de estudos de caso. Para a associação, as apresentações que mereceram destaque foram as que trataram da cadeia produtiva de concreto e de artefatos de cimento – ministradas pelo Inmetro, Associação Brasileira de Avaliação de Ciclo de Vida, Centro de Tecnologia em Edificações (CTE) e, por fim, a palestra ministrada pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

Isopor volta a conquistar o mercado brasileiro de construção

Condomínios de luxo da região metropolitana da Campinas, no interior de São Paulo, têm utilizado o EPS, mais conhecido como Isopor, na construção de casas que consomem um volume de água até 50% menor no canteiro de obras. Além disso, a tecnologia permite que a produção de resíduos sólidos durante as obras seja de quase zero. A informação é do portal de notícias do setor, Massa Cinzenta.

Falando em termos de Brasil, o EPS já é utilizado em projetos financiados pelo Banco Nacional de Habitação (BNH) – mas em quantidade muito pequena. Agora, o produto volta ao mercado, ajudando projetos a conquistarem certificação sustentável. Outra característica interessante refere-se à performance termoacústica. Com a aplicação do material, as obras atendem aos requisitos das Nomas de Desempenho (ABNT NBR 15575).