Internet das coisas (IoT) ajuda a reforçar a indústria do cimento

Entenda como o uso de sensores embarcados pode contribuir com a redução de custos e com o aumento da qualidade dos produtos.  

O interesse em torno da Internet das Coisas (IoT) tem crescido à medida em que os fabricantes e fornecedores começaram a perceber os benefícios reais do uso de sensores embarcados em diversas operações.

Em artigo publicado na D!gitalist Magazine, Jennifer Scholze, líder global de Marketing da Indústria para os produtos do moinho e mineração na SAP, aponta que a quantidade de informação fluindo de produtos e equipamentos inteligentes está aumentando cada vez mais: os dados que estão sendo gerados tem previsão de alcançar 44 trilhões de gigabytes até 2020, segundo um relatório das empresas  IDC e da EMC.

Para a especialista, o uso de dados de maneira inteligente pode trazer ganhos concretos às empresas, incluindo a redução de custos na manutenção dos equipamentos e logística otimizada. Na indústria de cimento não é diferente. “Alguns executivos estão sob a falsa impressão de que trazer essas companhias para o mundo digital requer milhões de dólares de investimento. Na realidade, o custo de sensores embarcados tem caído significativamente e o aprendizado de como se utilizar esses dados pode ser feito passo-a-passo”, ressalta Jennifer no artigo.

Acompanhe, abaixo, alguns exemplos citados pela líder de Marketing da SAP, que mostram como os dados estão sendo usados para mudar a indústria de fabricação.

  1. 1.      Monitoramento de equipamentos

Analistas Gartner, empresa de consultoria internacional, estimam que 526 milhões de peças de equipamentos fabricados serão capazes de se comunicar através de uma rede de sensores até 2020.

A saúde desse fluxo de máquinas conectadas e o status dos dados que serão capturados por sistemas de monitoramento vão trazer parâmetros de normalidade, permitindo que os trabalhadores resolvam os problemas imediatamente ou, em alguns casos, que o equipamento se ajuste automaticamente.

A resolução de problemas em tempo real e a identificação do problema podem economizar tempo e dinheiro. Um bom exemplo disso é o da Joy Global, fabricante de equipamentos de mineração subterrânea. Instalada no cliente, uma das máquinas da empresa apresentou superaquecimento. Os engenheiros pensarem que o controle de ajustes de velocidade e potência do motor havia falhado. Mas, depois de analisar os dados dos sensores da máquina, identificou-se a necessidade da substituição do dispositivo de troca de calor – um trabalho de reparo muito menor.

O mesmo pode ser aplicado na indústria de concreto, na qual o monitoramento remoto pode ser usado para se ter uma visão maior de grandes veículos que transitam na pedreira e reportam métricas chaves como consumo de combustível por tonelada, tonelada por entrega ou horas de operação.

  1. 2.      Manutenção preditiva

Quando analisamos os status dos equipamentos e as performances de dados para determinar tendências ou mesmo para enriquecer um conjunto de dados de fabricação, é possível predizer o potencial de más funções e necessidade de manutenções. Usando essas informações, as companhias podem agendar manutenções durante o tempo de menor impacto e evitar custos de paradas não previstas.

A manutenção preditiva tem, por exemplo, diminuído significativamente o custo da indústria de óleo e gás. Quando a peça de um equipamento de uma sonda de petróleo é monitorada, é possível prever uma série de problemas, fazendo o reparo das peças e entregando no tempo correto.

O mesmo procedimento pode ser adotado na indústria cimenteira, por meio do acompanhamento de equipamentos críticos, tais como fornos e moinhos. Outra forma é combinar os dados provenientes dos sensores instalados em caminhões com informações padrões de uso, para prever quando um veículo pode falhar.

  1. 3.      Qualidade preditiva

Após implantar o monitoramento remoto e soluções de manutenção preditiva, é possível dar o próximo passo em direção à previsão de qualidade do produto. A qualidade preditiva envolve a revisão de todos os tipos de dados do processo produtivo, tais como pressão e eletricidade, correlacionando-a com parâmetros de qualidade. Mais especificamente, os sensores podem monitorar características específicas do produto durante a fabricação, permitindo ajustes em tempo real.

Uma companhia que usa esse modelo é a fabricante de carpetes Mohawk. Com a ajuda de sensores, os trabalhadores podem fazer melhorias que garantam a consistência entre os tapetes. A coleta de dados também permite a certificação de qualidade para reduzir os custos associados com as reclamações de garantia e fornece melhores detalhes de cada lote produzido.

E como se pode predizer a qualidade na indústria de cimento? Bom, cimentos de alta qualidade exigem uma mistura muito homogênea antes de entrar no forno. Então o calcário deve ser britado consistentemente, o que requer o monitoramento dos materiais que estão entrando no moinho, bem como os ajustes da velocidade do mesmo para ganhar melhor produção.

Outras aplicações incluem monitoramento e medida da durabilidade da mistura do concreto e o reporte sobre se ele está de acordo com as normas internacionais baseadas na qualidade preditiva do concreto, ao invés de esperar por análise de laboratório.

  1. Logística conectada

A racionalização logística muitas vezes proporciona a maior oportunidade de melhoria e a indústria do cimento não é exceção. A coleta, comparação e integração de dados de várias fontes para identificar as melhores práticas ou anomalias estão provando ser úteis na tomada de decisões inteligentes que melhoram o rendimento da produção e gestão de frotas.

O gerenciamento da frota é mais uma oportunidade para alavancar ideias e aumentar a eficiência. Frotas interligadas combinam dados do veículo (pressão dos pneus, velocidade do motor, etc.); dados de comportamento de condução (velocidade, aceleração, frenagem, o tempo gasto carga e descarga); e dados de negócios para economizar em custos de transporte.

Por exemplo, ao visualizar o consumo de combustível em várias condições, as empresas podem identificar as viagens com o maior consumo de combustível a fim de reduzir as atividades que levam a custos mais elevados do que o normal.

  1. Análise preditiva

Para organizações que precisam de dados bastante sofisticados, a análise preditiva pode providenciar insights avançados, muito próximos da avaliação do ciclo de vida do produto.

A Joy Global, por exemplo, tem alcançado benefícios significativos usando a análise preditiva para manter um ambiente de segurança e garantir operações consistentes. A companhia monitora a pressão de máquinas que estão fazendo a perfuração de rochas, o que permite a comparação da perfuração com parâmetros seguros.

 

Pontes de concreto avançam no Mato Grosso

Mais resistentes, novos elevados substituirão as antigas estruturas de madeiras.

A maior ponte de madeira da América Latina, que liga as cidades de Colniza e Aripuanã, no Mato Grosso, está vivendo os seus últimos dias. Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), a construção será substituída por uma nova ponte de concreto, com 350 metros de comprimento, que deve ser entregue até o final de agosto.

Quando for efetivada a conclusão da obra, a rodovia MT 208 ganhará um novo caminho de travessia sobre o Rio Aripuanã, a cerca de 1 mil km de capital, Cuiabá. Além disso, outra ponte de concreto deverá ser entregue em Colniza até o segundo semestre deste ano: o elevado sobre o Rio Guariba terá 128 metros de extensão e pista simples com quase 10 metros de largura.

Em ambos os casos, as antigas pontes de madeira darão lugar a uma construção mais sólida, garantindo maior segurança aos moradores. De acordo com a Seinfra-MT, as pontes de madeira da região Noroeste do estado foram as que mais sofreram com a falta de manutenção nos anos anteriores. As que estão localizadas sobre os rios Guariba e Aripuanã, por exemplo, sofreram rupturas, com partes arrastadas diversas vezes pela força da água acumulada dos rios no período de chuvas.

Transpantaneira também recebe novas estruturas

Desde 2014, as pontes de madeira da Rodovia MT-060, mais conhecida como Transpantaneira, estão sendo substituídas por elevados de mistos de concreto e aço. No total, serão 31 pontes nestes moldes entre o início da Transpantaneira e o rio Pixaim, sendo que 13 já foram concluídas. A entrega final está prevista para o primeiro semestre de 2017.

Na última semana de julho, a Sinfra-MT lançou o edital de chamamento público para selecionar organizações da sociedade civil interessadas em realizar a manutenção e conservação rodovia. Segundo o órgão, serão disponibilizados mais de R$ 2.400 mil por 12 meses de atividades.

A organização escolhida deverá garantir a trafegabilidade da Transpantaneira entre o perímetro urbano (fim do trecho duplicado) do município de Poconé até o Porto Jofre, além da limpeza da faixa de domínio, a reforma do posto fiscal, manutenção das pontes de madeira existentes no trecho e a construção de mirantes.

Os envelopes com as propostas deverão ser apresentados nos dias 23 e 24 de agosto, na sala de reuniões da Secretaria Adjunta de Logística. A análise dos recursos e a divulgação do resultado final estão previstas para o dia 09 de setembro.

Areia de brita produzida a seco é opção ao mercado concreteiro

Areia de brita

Com aumento das restrições ambientais dos últimos anos, os produtores de areia de todo o país têm buscado e investido em novas opções de extração. Uma das mais conceituadas no mercado atualmente é a extração de areia artificial, também conhecida como areia de brita – fruto do beneficiamento do pó de pedra, com aplicação de melhorias, inclusive, em seu formato.

Prova do aumento pela procura desse material é dada por Fernando Valverde, presidente da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para a Construção Civil (ANEPAC), em entrevista concedida ao portal Massa Cinzenta. De acordo com ele, a demanda de mercado por areia de brita era de cerca de 20 milhões de toneladas por ano até 2014.

Esse cenário somado a extração cada vez mais restrita de areia natural incentivou investimentos no setor de mineração e pode ser uma alternativa também ao setor concreteiro. A Pedreira Lageado, localizada em São Paulo, é um dos exemplos. A empresa está implementando sua planta de produção de areia manufaturada e pretende produzir cerca de 70 toneladas de areia de brita por hora até outubro deste ano.

Para fazer alcançar esse resultado, a Pedreira incorporará sistemas de processamento de brita a seco, desenvolvidos pela Metso, fabricante finlandesa de equipamentos para mineração. De acordo com André Luís Misael, gerente de Vendas da área de agregados da empresa, a escolha feita pela Lageado tem se tornado comum no país, já que funciona como opção aos processos realizados a úmido, com hidrociclonagem.  “Afinal, a aprovação de barragens para tanques de decantação tem sido severamente avaliada pelos órgãos ambientais depois dos últimos acidentes minerais”, diz.

Configuração do sistema

Marcelo Motti, principal executivo da Metso no Brasil, destaca que o processo é composto por um moinho autógeno (Barmac), cujo objetivo é melhorar a cubicidade do material, deixando-o em formato muito similar ao encontrado nos grãos de areia natural.

A produção de areia manufaturada a seco é finalizada por um classificador a ar (Air Classifier), algo que Motti denomina como o “coração do processo” e que é instalado logo na sequência do Barmac. “Trata-se de um equipamento dotado de filtro de manga, usado para retirar o filler do classificador a ar”, explica.

A associação das duas soluções gera, então, uma condição favorável aos produtores de concreto, que conseguiriam reduzir o consumo de água e cimento em suas misturas, utilizando areia de qualidade, segundo André Misael.

A nova planta da Pedreira Lageado conta ainda com sensores para conduzir a produção desde os transportadores de correias até a entrega final da areia manufaturada. André Misael conta que há ainda a integração do sistema a uma balança do produto final, integrando a ideia de monitorar e gerar relatório dos equipamentos com dados sobre disponibilidade operacional, manutenção e alarmes de ocorrências.

1000 dias sem acidentes é um novo recorde para a RCO

Em setembro de 2015, o Ministério do Trabalho emitiu um levantamento que abordava a ocorrência de acidentes envolvendo máquinas e equipamentos no Brasil. Segundo o ministério, entre 2011 e 2013, uma média de 12 trabalhadores por dia sofreram amputação decorrentes de acidentes, totalizando 221.843 acidentes no período sendo 13.724 amputados e 601 óbitos. As fraturas obtiveram índices de 270 ocorrências por semana.

Considerando esse cenário preocupante do índice de acidentes, a RCO surpreende e atinge, no ínicio de Agosto de 2016, o índice recorde de 1.000 dias sem registros de acidentes com afastamento. É uma marca inédita e muita satisfatória considerando o segmento produtivo metalúrgico. Os riscos envolvendo os processos produtivos em metal-mecânica variam desde manipulação de produtos químicos, abrasivos ou incandescentes passando por atividades em altura, manipulação de peças cortantes, de grande volume e peso. Sem dúvida, são riscos sérios e que, sem devida atenção, atentam profudamente contra o bem-estar e a vida humana.

A obtenção do índice de 1000 dias, ou quase 3 anos, é histórica. Nos 25 anos de fundação da
RCO, completados em 2016, a conquista ultrapassou, e muito, o recorde anterior que era de 477 dias.
Obviamente, a gestão envolvida nesse processo foi significativa. “O técnico de segurança efetivo
contribui para que os setores da RCO percebam os procedimentos envolvidos em segurança. O
parceiro Laborseg, responsável pela manutenção de ações envolvendo segurança e bem-estar
do funcionário também foi significativo para a ocorrência os 1000 dias.” pondera Celso
Carvalho, gestor de pessoas da empresa.

Comemoração: a importância de reforçar que o resultado é positivo.

A mudança de cultura neste interím de 1000 dias deve também ser levada em consideração. Segundo Carvalho, há em voga na RCO uma consciência coletiva de que o maior patrimômio que um funcionário possui é a sua própria vida e seu bem-estar físico. “Essa cultura se disseminou com a comunicação das placas de uso de EPI´s (equipamentos de segurança individual) e com o reforço das reuniões periódicas envolvendo uso correto dos mesmos e do maquinário produtivo”, completa.

Funcionários RCO: nenhuma gestão é válida sem a atenção para o bem-estar e segurança.

O desafio agora é a continuação e a manutenção dos índices. Com o recente aumento no quadro de funcionários em julho, que passou para o número de150, as orientações para o trabalho seguro se ampliam. “Ao cuidar de pessoas é preciso empatia e ir além daquilo que a legislação determina. Considero isso como o diferencial em nossa gestão” finaliza Carvalho.

Agora, a olhos vistos, a placa que registra publicamente os dias sem acidentes mantem números que extrapolam o espaço alocado para essa finalidade. Talvez, quem diria, ninguém havia considerado a possibilidade do recorde.

Placa de acidentes: necessário agora mais espaço para índices de 4 dígitos.

RCO amplia quadro de funcionários com índice recorde

Novas contratações no mês julho: quadro com volume recorde.

Na contramão da crise. Essa era a definição que permeou o fechamento do ano de 2015 da RCO. O ano anterior foi marcado pela instabilidade político-econômica que impactou no crescimento e no fortalecimento de diversos setores da economia. Porém, mesmo assim, a RCO se movimentou de forma precisa para não integrar o quadro de arrefecimento fechando o ano com crescimento com contribuição efetiva das unidades de equipamentos para cimento e concreto e equipamentos especiais para pneus.

Já em 2016 a estratégia continua. Com a expansão dos negócios e da carteira de pedidos, a RCO aumenta seu quadro de funcionários, atingindo um nível de contratação recorde nos seus 25 anos de fundação.
Iniciado em julho e indo até o início de agosto, deu-se um processo que resultou em 30 novas admissões, em sua maioria, para setor produtivo onde atenderão a demanda da empresa no segundo semestre de 2016. O número atual agora atinge 141 funcionários.

“Pelo volume de colaboradores contratados tivemos também que recorrer a candidatos na região” afirma Celso Carvalho, gestor de pessoas da RCO. “O processo gerou também um grande volume de recebimento de currículos na empresa onde foram devidamente analisados e cadastrados em nosso sistema.”, completa.

As vagas abertas e agora preenchidas tocam em um ponto sensível para a população que é o emprego e sua estabilidade. Com a ocorrência de índices de desemprego preocupantes nos últimos meses a população sentiu-se, nesse momento, diretamente atingida pela crise. Porém, contrariando o status quo e sem perder o tino, a RCO novamente reafirma que estar na contramão da crise é a premissa que está também norteando também o ano de 2016.

Dibasemix invade o mercado de “agroconcreto” com tecnologia da RCO

Um quinto do mercado da empresa de Mutum, região Leste de Minas Gerais, é o segmento de agronegócios, principalmente o de café.

Ronaldo Coutinho é um empreendedor nato. O criador da Dibasemix estudou o potencial mercado de Mutum (MG) e das cidades vizinhas num raio de 80 km. Situada no Leste de Minas Gerais, a cidade tem uma forte atividade de agronegócios, principalmente a produção de café. Uma das principais demandas dos cafeeiros é ter uma área plana e bem organizada para a secagem dos grãos. Pronto. Sem concorrentes no local, Coutinho criou o mercado do “agroconcreto”, que hoje responde por 20% da produção da empresa.

“Meus clientes são pequenos construtores, ou seja, uma clientela que passa ao largo do interesse das grandes concreteiras”, resume o empreendedor. Mesmo quando atendidos por elas, esse tipo de cliente enfrenta problemas de logística devido à distância entre as obras e os fornecedores de concreto, de acordo com ele.

Embora pulverizado, o número de pequenos construtores era grande em termos de volume. Pelo menos para Coutinho, que já chegou a produzir a média de 100 m³ de concreto por dia.  Com a CDR-40, central dosadora da RCO, ele automatizou a produção antes pouco mecanizada e que consistia no conjunto de caminhão betoneira e bomba de concreto.

A experiência de ter atuado na venda de materiais de construção permitiu que Coutinho ampliasse o atendimento aos pequenos construtores, identificando demandas que superam os de agronegócios, incluindo o assentamento de lajes em construção de pequeno e médio porte, entre outros. Com a compra da CDR-40 já em 2014, a empresa garantiu a demanda crescente.

“O equipamento tem capacidade de produção de 40m³/hora o que, a meu ver, é ideal para os pedidos que recebemos por aqui. Se tivéssemos escolhido uma central menor, provavelmente não conseguiríamos atender todas os serviços”, avalia Coutinho.

Alex Nogueira, Consultor de Vendas da RCO, ressalta que as centrais da fabricante se destacam por sua robustez e pela qualidade dos componentes incorporados ao equipamento, proporcionando eficiência e baixo nível de manutenção ao cliente. O portfólio da empresa reúne modelos de Usinas de Concreto que atendem obras de pequeno à grande porte, com produção de 20 a 120 m³/h. “Especificamente neste projeto, apresentamos os modelos disponíveis e, em conjunto com a Dibasemix, chegamos à conclusão de que a CDR-40 seria a opção ideal para garantir o sucesso do cliente”, finaliza Nogueira.