EMSA adquire sua segunda central dosadora de concreto da RCO

Construtora destaca facilidade de operação e flexibilidade de montagem e desmontagem para atendimento de obras rodoviárias

Considerada uma das maiores construtoras brasileiras, a EMSA reforçou sua parceria com a RCO, fabricante de soluções industriais para a área de infraestrutura. Sediada em Aparecida de Goiânia, a construtora adquiriu uma central dosadora de concreto CD-30 RS, com capacidade de produção de 30 m³/h. O equipamento foi comprado em fevereiro de 2013 e, depois de oito meses de operação, passou pelo crivo dos especialistas da EMSA.

Atualmente, a CDR-30 RS está em operação no canteiro da empresa no Mato Grosso, no município de Alto Araguaia. A central é a segunda desse tipo comprada pela construtora, que já tem um histórico de utilização da marca. “Ela atingiu os requisitos de produção nominal e combina a facilidade de operação com a flexibilidade de montagem e desmontagem”, explica Gilberto Alencar Prates, gerente de Máquinas e Equipamentos da EMSA.

Responsável pela gestão desses ativos na construtora, o engenheiro destaca que havia a demanda por uma central dosadora fácil de operar e com bom desempenho. A partir dessa premissa, a gerência de máquinas e equipamentos executou uma pesquisa para determinar a aquisição mais vantajosa entre as propostas apresentadas por alguns fabricantes. Um dos fatores determinantes era o prazo de despacho. “Além de termos recebido o equipamento em pronta-entrega, as marcas concorrentes ofereciam equipamentos mais complexos e de custos mais elevados. A RCO tinha justamente o que precisávamos”, argumenta Prates.

Despachada para o Centro-Oeste, a CDR 30 produz concreto para a construção de obras de arte, o que, na engenharia civil, inclui construções especializadas ou únicas. No Mato Grosso, a central fornece o concreto para as obras de arte, como bueiros e meio fios em rodovias, um dos segmentos onde a EMSA é fortemente respeitada. “Nossos contratos exigem alta movimentação, razão pela qual valorizamos muito o aspecto de qualidade e facilidade de montagem e desmontagem das centrais dosadoras da RCO”, avalia Prates. O executivo lembra que a simplicidade de operação também é acompanhada do custo benefício, o que motivou a compra do segundo equipamento desse gênero.

Antes da aquisição formalizada em fevereiro de 2013, a EMSA já tinha outra operando em Pernambuco. Nos dois casos, elas fazem parte de um portfólio diversificado da construtora, o que inclui construção de estradas, pontes e viadutos, além de obras de saneamento, para ficar entre as atividades principais. “O atendimento, incluindo a entrega técnica, também contou a favor”, avalia Prates. “Na primeira compra, tivemos a necessidade de trocar o hidrômetro e fomos prontamente atendidos pela fábrica que substituiu a peça com rapidez” recorda.

“A EMSA é um cliente extremamente importante para a RCO, pois trata-se de uma das maiores construtoras do país, com grande experiência em várias obras e forte atuação, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste”, afirma Leonardo Cavalcante, executivo da área comercial da RCO. De acordo com ele, a parceria é recente, mas as aquisições seguidas reforçam a satisfação com a marca e o bom desempenho das centrais dosadoras em campo. “A facilidade de mobilização – montagem e desmontagem – acontece em função do projeto modular. Como é construída com materiais de alta qualidade, a robustez garante ainda que a mobilização seja feita sem prejuízo do equipamento”, finaliza.

Economia no Paraná favorece construção civil

Fonte: O Diário

Durante uma palestra realizada em Maringá, na última quinta-feira, o consultor e sócio-fundador do Bureau de Inteligência Corporativa Marcos Kahtalian mostrou que o cenário da construção civil para 2015 no Brasil não inspira superotimismo, tampouco crise. Durante o evento, promovido pelo Sinduscon/NOR em parceria com o Sebrae/PR e apoio da prefeitura, ele explicou que o crédito imobiliário deve motivar o setor.

Conforme a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e o Banco Central do Brasil, de 2013 para 2014 houve aumento de 15% na oferta de crédito imobiliário. Kahtalian destaca que 70% do crédito disponibilizado tem como finalidade o financiamento imobiliário. E lembra dados da Caixa Econômica Federal, que mostram que 90% das compras de imóveis são para uso final, e não investimento.

O crédito e programas como o Minha Casa, Minha Vida, além de concessões, darão fôlego ao setor no ano que vem, mas para ele os índices da construção civil no Paraná deverão ser melhores que os nacionais. Isso porque há indicadores que mostram que a realidade econômica é mais positiva no Paraná que em outros Estados da federação. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado fechou acima da média nacional, com 5% de crescimento.

Além disso, o Paraná emprega mais na construção civil. No País, em 2014, os empregos no setor representam 10% do total, enquanto no Estado são 16% do total de empregos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A economia também mostra força em outros setores. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que no acumulado de 12 meses, até fevereiro deste ano, a produção industrial no Paraná cresceu 6,9% enquanto no País cresceu 1,2%; o comércio varejista avançou, no mesmo período, também 6,9% no Parará e 5% no Brasil. A exportação também merece destaque: no acumulado de 12 meses até março deste ano, no Paraná cresceu 6,87%, enquanto no Brasil foi de 1,09%, segundo a Secretaria de Comércio Esterior (Secex).

Em Maringá, que deverá fechar o ano com crescimento econômico entre 3% e 4%, há muitas oportunidades para a construção civil. Segundo Kahtalian, um terço dos domicílios (43 mil aproximadamente) ainda são de aluguel. E até 2020, a projeção é de que cidade tenha 26 mil novos moradores. Para se ter ideia do mercado em Maringá, em 2011 e em 2012 a cidade teve mais de um milhão de metros quadrados licenciados, enquanto Curitiba, que é cerca de cinco vezes maior,3 milhões de m2.

Kahtalian lembra que o setor terá desempenho melhor que outros no País. Isso porque apesar de a projeção para a construção civil ser de recuo de 3,8% em 2014, para 2015 a expectativa é de que haja crescimento de 2,3%. Já quanto ao PIB nacional, a expectativa do governo para 2015 é de que a economia cresça 3%, mas o mercado financeiro espera crescimento de menos de 1,5%.

A baixa sentida pela indústria da construção civil neste ano se deve a fatores como a queda de investimentos por causa do baixo nível de confiança dos investidores no País. Outro fator é a oferta maior que a demanda. “O volume comprado tem se mantido o mesmo, mas a oferta aumentou”, diz. Maringá tem 1,4 mil unidades no estoque. Nas principais cidades da região Sul, há 32 mil. “Retraíram os lançamentos, mas para o ajuste da oferta ficou bom”, acrescenta.

Ele explica que como a demanda tem limites frente às ofertas – e as famílias estão consumindo menos por causa da inflação e encarecimento do crédito, aumentará a competitividade. Por essa razão, o momento é de as empresas melhorarem a produtividade, com novas tecnologias e métodos construtivos, por exemplo.

Financiamentos
para a aquisição de imóveis, na comparação entre o 1º semestre de 2013 e o 1º semestre de 2014, cresceu 25%. Para a aquisição de imóveis usados, houve retração (-0,7%).

RCO demonstra supremacia de suas Centrais Dosadoras Fixas

A linha de Centrais Dosadoras Fixas da RCO inclui modelos de 30 a 120 m³ por hora de produção de concreto e se destaca no mercado pelos preceitos de inovação e durabilidade. No aspecto inovação, um diferencial recente é o incremento de silo e balança de cimento no conjunto, algo pontuado como upgrade da série anterior de Centrais Dosadoras Fixas da RCO, a RS.

Os modelos podem ser instalados em qualquer região do Brasil e a RCO dispõe de tecnologia e corpo técnico para efetuar o dimensionamento diferenciado para instalação em áreas com atividades sísmicas, alta salinidade ou outros vieses climáticos.

No aspecto tecnológico, os equipamentos da RCO trazem esteiras transportadoras com sistema otimizado de roletes, que proporcionam maior vida útil às correias, dotadas de raspadores internos e externos. O bocal de descarregamento também é de tecnologia avançada, todo feito em chapa de aço de alta resistência e sistema de redução de desgaste.

Passível de aquisição via Finame e cartão BNDES, a RCO assegura garantia de 12 meses para suas Centrais Dosadoras Fixas e comprova a qualidade de seus produtos com uma gama ampla de casos de sucesso, envolvendo clientes como Odebrecht, Camargo Corrêa, Engemix e outras (veja mais sobre os cases em www.rco.ind.br/cases)

Paraná ampliará participação no mercado nacional de cimento (*)

O Estado é o terceiro maior produtor de cimento do Brasil e caminha para galgar posições nesse ranking. O primeiro passo será a instalação de uma planta da fabricante de cimentos Tupi, de Volta Redonda (RJ), que vai expandir suas operações para a região Sul do país. A companhia estima investir R$ 915 milhões em uma fábrica em Adrianópolis (distante cerca de 130 quilômetros de Curitiba).
O município é rico em matérias-primas e está em processo de receber outras duas indústrias cimenteiras, segundo Luiz Eduardo Sebastiani, secretário da Fazenda do Estado do Paraná. “O Estado é o terceiro maior produtor de cimento, atrás de Minas Gerais e São Paulo, mas algumas cidades ainda não atraem muitas indústrias, por isso intensificamos os incentivos”, disse ele ao jornal Folha de São Paulo.
A companhia estima que a nova planta produza 1,5 milhão de toneladas de cimento ao ano e movimente 250 empregos diretos e 1.200 indiretos. “Por conta dos altos custos do frete, a planta atenderá o mercado até 150 quilômetros do entorno do município. As operações devem começar em três anos”, diz Rodrigo Frazão, diretor da Tupi.
A companhia, fundada em Volta Redonda (RJ), tem unidades também em Carandaí (MG) e Mogi das Cruzes (SP), que produzem os cimentos portland composto e portland de alta resistência. São fabricados cerca de 2 milhões de toneladas do produto por ano nas três plantas.
As empresas Margens Cimento, Companhia Vale do Ribeira e Cimento Tupi vão receber incentivos como parcelamento de ICMS incremental, imposto diferenciado para energia elétrica e gás natural, entre outras ações. “A expectativa é que o Estado se torne um polo produtor de cimento e fique ainda melhor posicionado do que já está”, afirma o secretário da Fazenda paranaense.
* Com informações da Folha de São Paulo

 

Welmix mede resultados de central de concreto da RCO em Uberlândia

A Welmix Concreto, empresa sediada em Uberlândia (MG), adquiriu sua primeira central de concreto, uma CDR-40 da RCO, para atender à crescente gama de clientes na cidade. O equipamento integra a frota da empresa desde setembro de 2013, trabalhando com uma produção de 40 m³/h. A central de concreto está equipada com silo de cimento de 100 toneladas de capacidade.
De acordo com o Gerente de Produção da Welmix Concreto, Cassiano Silveira, o equipamento atendeu a todos os requisitos necessários e já produziu mais de 10 mil m³ de concreto desde que foi instalado. “Estamos satisfeitos com o produto e pronto-atendimento da RCO para ajustes e acompanhamento, garantindo a qualidade que pudemos ver durante a Concrete Show 2013, onde a usina estava exposta”, afirma.
As pequenas e médias demandas para construir moradias representam quase a totalidade dos negócios da Welmix, que atende estritamente à cidade de Uberlândia. Para Silveira, além de ser um mercado de bom faturamento, as pequenas encomendas pulverizam o negócio, permitindo que a Welmix faça cerca de 15 entregas por dia. “Atendemos essa demanda com quatro caminhões betoneira que temos disponíveis na frota”, diz Silveira. “O atendimento pulverizado, para nós, é mais rentável do que o atendimento a grandes obras”, completa.
Segundo o especialista, o negócio cresce bastante desde 2010, quando foi inaugurada a empresa, em parceria com a Welmix Areia e Brita. “Começamos com esse nicho depois que a empresa identificou o crescimento de demanda por concreto na cidade mineira, algo decorrente da expansão urbana”, diz. “Houve um grande desafio para começarmos, principalmente no que tange atender aos clientes nos prazos e horários de entrega. Isso nos mostrou que, mesmo no nosso caso, com conhecimento no mercado de areia e brita, o trabalho com concreto é totalmente diferente e requer especialização”, conclui.

 

Conheça o projeto FIT: uma revolução no mercado brasileiro de concreto

A RCO acaba de se tornar a primeira empresa a oferecer um processo completo para instalação de usinas de concreto no Brasil, incluindo planejamento, processos e equipamentos eficientes. A solução tem um nome bastante apropriado: Projeto FIT e foi apresentada, em primeira mão, na Concrete Show 2014.  A ideia da RCO é resolver questões básicas e complexas para as instalações de novos investidores ou de concreteiras e empreiteiras que buscam expansão de suas plantas.

“Com o projeto FIT, oferecemos ao mercado um serviço completo de consultoria empresarial para dimensionamento do negócio, incluindo escolhas logísticas, definições dos equipamentos, treinamento de mão de obra e todo o roteiro complexo de informações necessárias para um planejamento estratégico na montagem de plantas para produção de concreto usinado”, explica Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da RCO.

Segundo ele, a RCO reuniu o que há de mais moderno e competente para nortear o estabelecimento de uma nova concreteira. E isso inclui aspectos que vão desde a concepção da planta até a sua operação, eliminando erros que comprometem a efetividade do negócio. “O FIT está apoiado em três pilares: inteligência, economia de recursos e redução no período de implantação. Isso ocorre porque garantimos que os investimentos aportados sejam os corretos, reduzindo também o lead time de projeto”, detalha Carlos Oliveira.

Entre os principais serviços, o FIT oferece estudo de viabilidade econômica e elaboração do planejamento estratégico, incluindo aspectos de marketing, organograma e projeções de fluxo de caixa. “Ainda engloba projeto arquitetônico, instalação e start-up dos equipamentos e construção de prédio administrativo”, completa o executivo.

RCO apresenta silo horizontal eficiente

A RCO quebra paradigmas e demonstra que os silos horizontais podem ser tão eficientes quanto os verticais e apresenta equipamento com tecnologia europeia cuja principal característica é não apresentar problemas para a descarga de materiais. Com modelos de 47 a 150 toneladas, os silos horizontais são ideais para as plantas que possuem limitação de altura e não podem adotar os equipamentos do tipo vertical. A aplicação dos silos horizontais é ampla e inclui armazenagem de cimento, cal, areia, bentonita, sílicas e diversos outros tipos de materiais em pó. “Eles podem ser utilizados em conjunto com centrais de concreto, ou aplicados isoladamente, no processo produtivo do cliente”, informa Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da RCO.

A eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Além disso, o design diferenciado do silo horizontal da RCO facilita o escoamento do material para a rosca transportadora e isso supre o efeito da gravidade, que dá a eficiência dos silos verticais. “A mobilidade é a principal vantagem desse equipamento e ela existe porque as ligações elétricas e pneumáticas são feitas na nossa fábrica, permitindo que o silo siga pronto para a montagem no destino”, explica o diretor executivo da RCO. “A instalação no local de trabalho não necessita de fundações de concreto e tudo pode ser feito com apenas um terreno nivelado e compactado. Isso reduz consideravelmente os custos e prazos do cliente tanto para a instalação quanto para a desmobilização em caso de operações móveis”, complementa.

O silo horizontal é montado rapidamente – em apenas duas horas – e de forma simples, segundo Carlos Oliveira. A mobilização e desmobilização do equipamento também é simplificada, pois tudo pode ser transportado em apenas uma carreta. “O equipamento não possui rodas, o que minimiza custos operacionais e exclui a necessidade de documentação dos órgãos de fiscalização de trânsito”, pontua o executivo.

O silo horizontal da RCO foi projetado por um parceiro britânico, o que o coloca como o único equipamento desse nível disponível para comercialização no Brasil.

 

Quando o Brasil vai deixar a turma do fundão?

Fonte: www.infraroi.com.br

Se as várias explicações de um fenômeno forem idênticas em tudo, a mais simples é a melhor”. Essa seria uma frase atribuída ao frade franciscano inglês Guilherme de Ockham e que seria, grosso modo, a base da teoria da Navalha de Ockham. A opção pelo caminho mais lógico pode ser a mais eficaz também em infraestrutura. Foi o caso da concessionária que administra a Ponte Rio-Niterói. Em 2009, ao otimizar os espaços vagos da via e adicionar mais uma pista, ela aumentou em 15% a capacidade de tráfego, sem construir nada. Esse é um dos exemplos do estudo Brazil’s path to inclusive growth, publicado em maio último pelo McKinsey Global Institute (MGI). De autoria dos especialistas Heinz-Peter Elstrodt, James Manyika, Jaana Remes, Patricia Ellen e Cesar Martins, o documento usa a navalha de Ockham com propriedade.

O material começa relembrando – infelizmente – o fato de que, em termos de qualidade de infraestrutura, o Brasil está na turma do fundão, classificado em 114 lugar no ranking do Fundo Econômico Mundial. Pela classificação, estamos abaixo do Camboja, Etiópia e Uganda. A sinalização dada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é um bom indicador, segundo o MGI, mas o momento pede foco para que sejam alcançados resultados mais rápidos e com melhor execução. Um dos principais problemas na área de infraestrutura é o planejamento ou, aliás, a falta de, como ficou comprovado pela corrida contra o relógio da Copa. A ausência de um norte é tão clara que nem se fala mais em começar os projetos de mobilidade urbana e sim em acabar os estádios a tempo.

A análise do MGI é cirúrgica ao dizer que os maiores projetos de infraestrutura no Brasil carecem de uma ligação com a rede de logística existente ou enfrenta sérios gargalos. Santos, maior porto do país em carga, não têm ramais dedicados de ferrovias. Parte da carga que entra ou sai por ele passa pelas mesmas vias usadas para transporte de passageiros, destaca o documento. Algumas das plantas de geração eólica já construídas no Nordeste, ainda segundo a consultoria, não fazem parte da geração integrada de energia porque o governo federal está atrasado na construção de linhas de transmissão.

Apesar dos erros, o país pode se beneficiar de experiências internacionais. Uma delas se refere ao mapeamento dos gargalos. O gerenciamento mais atento e o maior controle do orçamento estão entre elas. O MGI baseia sua análise nos dados de aproximadamente 40 estudos prévios sobre entre 1994 e 2012, os quais mostram que é possível reduzir em cerca de 30% os custos dos projetos de infraestrutura. A redução começa mesmo antes de qualquer movimentação de terra, incluindo a aceleração dos processos de aprovação, além das várias simulações de diversos projetos ao mesmo tempo. São etapas que ajudam na escolha de materiais e a planejar melhor cada etapa. Os recursos do chamado big data são um dos exemplos mais recentes: histórico de dados que podem construir modelos otimizados dos empreendimentos em análise.

No caso do Brasil, o MGI lembra que uma das barreiras mais difíceis é a burocracia para licenciamento ambiental, fase que pode se prolongar por várias instâncias. No caso das pequenas centrais hidrelétricas, por exemplo, há a necessidade de aprovação de órgãos municipais, estaduais e federais e regulações que podem mudar ao longo do tempo. Outro problema é o financiamento. Dados da McKinsey indicam que 75% dos investimentos totais em infraestrutura nos últimos quatro anos foi bancado por financiamento público. De 2005 a 2011, os desembolsos do BNDES teriam crescido a uma média de 20% ao ano. Já o incremento das receitas que alimentam os fundos de financiamento não acontecem na mesma medida e o exemplo dados pelo MGI é o do PIS/Pasep, que teria apresentado uma média de crescimento de 15% ao ano, portanto abaixo do nível dos investimentos do BNDES. A solução, de acordo com a consultoria, reside em investimentos privados.

Aqui, a cobra volta a morder o rabo: os investidores privados precisam de uma legislação estável em áreas como as de meio-ambiente e garantias de respeito aos contratos, além de uma clareza em termos de tributação. Sem isso, os projetos acabam tendo um custo maior. As incertezas levaram, por exemplo, a um aumento de 5% nos projetos de infraestrutura na área de água em 2003, segundo o Banco Mundial. Somente esse fator de risco pode aumentar em 20% a tarifa ao consumidor final. A saída para o imbróglio seria uma avaliação dos projetos também do ponto de vista do investidor.

É o caso do Chile, que possui um Plano Master de Infraestrutura e criou um planejamento de longo prazo desvinculado da agenda política. Com ele, há um plano que considera cada projeto de acordo com o que já existe em termos de infraestrutura e como poderia haver a integração das pontas. As análises e métricas são padronizadas permitindo a integração de informações, o que facilita a priorização dos investimentos. Se uma iniciativa como essa fosse tomada, não teríamos quadros como os citados acima, nos quais a iniciativa privada entregou vários parques de geração eólica no prazo, mas o governo nem tinha iniciado as linhas de transmissão. A lista de erros pode ser ampliada ao infinito. A questão, no entanto, é saber se o Brasil consegue ter uma agenda de infraestrutura independente da política, algo difícil principalmente na disputa acirrada que se avizinha em termos de eleição presidencial.

RCO comemora crescimento de 60% no primeiro semestre de 2014

Resultado acontece no segmento de concreto e armazenamento, nos quais a empresa paulista agregou novos clientes à sua carteira

A RCO fechou o primeiro semestre de 2014 com um crescimento de 60% na área de centrais dosadoras de concreto e de sistemas para armazenamento, em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto a macroeconomia segue pessimista, a empresa credita o excelente resultado à conjunção de dois fatores: a maior visibilidade da companhia em ações de marketing e vendas, principalmente a feira Concrete Show de 2013, e a política de manutenção de estoques em sua sede na cidade de Tambaú, interior de São Paulo. “Apesar de a economia e do mercado não estarem se comportando como esperávamos, nosso primeiro semestre foi muito positivo e com um crescimento considerável”, explica o Diretor da empresa, Roque Carlos de Oliveira Júnior.

De acordo com o executivo, o forte incremento aconteceu pelo envolvimento, dedicação e positividade de toda a cadeia produtiva da RCO, incluindo colaboradores, fornecedores e parceiros. Oliveira Júnior adianta que a empresa fechou o primeiro semestre de 2014 contabilizando considerável venda de grandes equipamentos, incluindo a inovadora central NOMAD – destaque tecnológico da fabricante -, os silos horizontais, como também os verticais e as já consagradas centrais dosadoras. O número de novos clientes também foi incrementado, superando 40 novos relacionamentos durante o primeiro semestre do ano.

O Diretor da RCO já antecipa os prognósticos para o segundo semestre desse ano e as expectativas para 2015. Na avaliação de Oliveira Júnior, a fabricante deve aproveitar a alta exposição na Concrete Show de 2014 (que acontece em agosto em São Paulo) como um canal de suporte para a estratégia que foca na continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos. A revitalização das unidades fabris da companhia é outro fator que deve fortalecer a participação da empresa nos segmentos onde atua. A nova unidade de fabricação, localizada em Tambaú, é uma das iniciativas. Os investimentos na nova planta, que será construída numa área de 60 mil m2, já foram iniciados.

RCO expõe silo de 1000 toneladas na Concrete Show South America

O produto agrega vantagens como alta capacidade e facilidade para montagem e desmontagem

A RCO estará presente na Concrete Show South America, expondo ao mercado os diferenciais de seus produtos. Os executivos da empresa estarão no evento à disposição dos visitantes. No estande de número E-120, um dos destaques será o silo vertical aparafusado, com capacidade para armazenar até 1000 toneladas. O equipamento soma diversos casos no armazenamento de materiais em pó tais como cimento, cal, areia, bentonita, sílicas, carbonatos e outros.

Carlos Donizetti de Oliveira, diretor executivo da RCO, conta que o produto foi projetado para facilitar a montagem em menos tempo. “As peças que compõem o silo são cortadas a laser, o que garante a precisão na hora de montá-lo”, explica. Outro diferencial do equipamento, destaca Oliveira, é a possibilidade de montá-lo e desmontá-lo diversas vezes para atender diversas obras. “O silo vertical é projetado com base nas normas brasileiras e europeias e, assim como todos os produtos da RCO, possuem garantia de 12 meses”, reforça o executivo. Com diâmetro de 7600 mm, este produto da RCO possui aplicações bem sucedidas em obras de barragens, hidrelétricas, construção de aeroportos, portos, rodovias, estádios, entre outros projetos de infraestrutura.

Os clientes que visitarem a Feira ainda poderão conhecer outros produtos oferecidos pela empresa para atender mercado do concreto.  Entre eles estão a Central Móvel Dosadora e dois modelos de Centrais Fixas, o Silo Horizontal com capacidade de armazenar até 150 toneladas, além de conferir o lançamento do projeto FIT, um novo conceito na tecnologia para produção de concreto.

A RCO ainda é patrocinadora do aplicativo móvel do evento. Desenvolvido pela organizadora do evento, a UBM Brazil, o recurso vai otimizar a interação dos visitantes na feira. Pelo link http://concreteshow.com.br/pt/visitar/aplicativo-mobile é possível fazer o download do aplicativo e conferir funcionalidades dele.