Congresso prevê investimentos anuais de R$ 560 bilhões no setor de construção até 2022

Os dados vêm de estudo realizado pelo Congresso Brasileiro de Construção, mais conhecido como Construbusiness

O estudo realizado pela Construbusiness, congresso desenvolvido pelo Departamento da Indústria da Construção da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deconcic-Fiesp), avaliou um cenário de 9,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e previu que o Brasil vai investir anualmente R$ 560 bilhões por ano – cerca de 9% do PIB nacional – para atingir um patamar econômico positivo até 2022.

De acordo com nota publicada pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), o estudo apresenta dados que mostram que a média anual de investimentos em infraestrutura, entre os anos de 2010 e 2014, foi de mais de R$ 180 bilhões (3,8% do PIB brasileiro). O resulto é maior infraestrutura e geração de empregos. Em entrevista à Associação, Carlos Eduardo Auricchio, diretor do Deconcic, explica que esses investimentos têm enorme impacto sobre a competitividade do país no setor. Para ele, esse comportamento garante a oferta de serviços de transporte, energia e telecomunicação, aumentando a produtividade de toda a economia do Brasil.

Necessidade de investimento em infraestrutura é destacado na abertura da CONSTRUCTION EXPO 2013

Abertura da Construction Expo 2013: urgência em novas infraestruturas para o país. – fonte: www.constructionexpo.com.br

O Brasil precisa, urgentemente, trocar o vetor do consumo pelo dos investimentos públicos e privados, com ênfase nas áreas de infraestrutura para crescer e gerar empregos. Com esse recado, foi aberta nesta quarta-feira, a Construction Expo 2013 – 2ª Feira Internacional de Edificações e Obras de Infraestrutura, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. “Há um consenso na sociedade que a elevação do volume de investimentos em infraestrutura, tanto públicos como privados, é o principal instrumento para os ganhos de competitividade que tanto necessitamos para acelerar o crescimento do PIB”, afirmou Afonso Mamede, presidente da Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, organizadora da feira. 

Em seu discurso para uma plateia de aproximadamente 250 pessoas, formada em sua maioria por autoridades federais, estaduais e municipais, além de representantes das 135 entidades ligadas à construção civil, que apoiam o evento, Mamede destacou a importância da construção civil para a economia do Pais. “Todos os setores da economia demandam produtos da construção. Em razão disso, o setor é um dos principais componentes do investimento do país. Além disso, estudos da LCA Consultoria e do IBGE apontam que para cada R$ 1,00 aplicado na construção, são gerados R$ 1,88 na economia como um todo, bem como a cada R$ 1 milhão produzidos na construção gera 70 empregos na economia”, afirmou. 

Fora esses dados, o presidente da Sobratema lembrou ainda que o setor da construção civil é o quarto maior gerador de empregos do País, tendo alcançado em 2010 a marca de 11,3 milhões de pessoal ocupado na cadeia da construção. 

Continue reading

Centrais de Concreto RCO conquistam o mercado da construção civil

A RCO entra no mercado de cimento e concreto, segundo semestre de 2012, de forma consistente e diferenciada. Desde 2011, a empresa vem produzindo Centrais Dosadoras de concreto onde atualmente alguns modelos já fazem parte do cenário de grandes obras pelo território brasileiro, desde a mais simples solução em dosagem de concreto até a solução mais completa.

Todas as soluções RCO em centrais de concreto são de desenvolvimento próprio, fabricadas no Brasil, dentro de um conceito de projeto que privilegia a robustez, durabilidade e a modularidade.

Considerando o portfólio de soluções, inicia-se pelo modelo mais simplificado CDR 30 RS, conhecida também como “central rasga-saco”. O principal benefício, além dos conceitos de projeto, é a praticidade. Pequena e de fácil montagem, ocupa pouco espaço e não necessita de fundações de concreto para fixação.

Já no modelo CDR 40, conhecida também como “central tow-go com silo”, tem-se um upgrade a partir do modelo CDR 30. O conjunto “rasga-sac0″ dá lugar a um silo de 70 m³ de capacidade para a armazenagem do cimento. Além disso, os principais benefícios giram em torno da agilidade, precisão e confiabilidade no traço de concreto!

A central dosadora CDR 80, que também é conhecida no meio por “central P4″, é um upgrade do modelo CDR 40, onde há mais um silo de 70 m³ de capacidade, totalizando em armazenamento de cimento a capacidade de 140 m³. Além disso, conta com um caixa de agregados de 4 compartimentos, que podem ser ampliados conforme o traço desejado de concreto.

Todas essas soluções RCO contam a facilidade de estarem a pronta-entrega, isto é, os modelos já se encontram disponíveis para venda e entrega rápida, sem grandes delongas.

Centrais Dosadoras RCO: a eficiência e a qualidade agora a pronta-entrega!

 

Hidrelétrica de Jirau: novo recorde para a engenharia brasileira

Canteiro de obras em Jirau, no Rio Madeira. Nota-se no lado direito inferior os silos RCO, aparafusados e de alta capacidade, ainda em processo de montagem. Atualmente a obra encontra-se em estágio mais avançado ao exibido na imagem. A foto mosta uma pequena parte da obra, onde a mesma se extende por uma área imensa.

A construção da hidrelétrica de Jirau é considerada atualmente a maior obra de engenharia em andamento no Brasil. A RCO orgulhamente participa desse feito com o fornecimento de silos de cimento de alta capacidade e demais serviços de montagem de equipamentos em campo. Veja abaixo reportagem da revista M&T mostrando os números dessa grande obra que contribuirá significadamente para o incremento de fornecimento de energia elétrica ao país.

O  relógio aponta 2h00 da madrugada e o ronco dos motores dos equipamentos pesados interrompe o silêncio da floresta Amazônica no entorno da obra. Para implantar a maior usina hidrelétrica em execução no Brasil desde a construção de Tucuruí – e 14ª maior do mundo – a construtora Camargo Corrêa mobiliza uma frota de cerca de 2.000 equipamentos de grande porte, entre escavadeiras hidráulicas, tratores, caminhões, guindastes, carretas de perfuração e outros, que operam ininterruptamente durante 22 horas por dia, em dois turnos de trabalho.

Até concluir a construção da usina hidrelétrica de Jirau, a construtora deverá acrescentar alguns recordes a sua extensa lista de projetos desse tipo. Um deles certamente será o prazo de execução. Entre a data da licença de instalação (LI) da obra, obtida em junho de 2009, e o início da operação das primeiras unidades geradoras, previsto para março de 2012, terá transcorrido pouco mais de dois anos e meio. Sem dúvida, trata-se de um feito inédito para uma usina do porte de Jirau, que terá 3.450 MW de potência instalada e vai gerar uma energia assegurada de 2.000 MW médios. Continue reading