RCO amplia quadro de funcionários com índice recorde

Novas contratações no mês julho: quadro com volume recorde.

Na contramão da crise. Essa era a definição que permeou o fechamento do ano de 2015 da RCO. O ano anterior foi marcado pela instabilidade político-econômica que impactou no crescimento e no fortalecimento de diversos setores da economia. Porém, mesmo assim, a RCO se movimentou de forma precisa para não integrar o quadro de arrefecimento fechando o ano com crescimento com contribuição efetiva das unidades de equipamentos para cimento e concreto e equipamentos especiais para pneus.

Já em 2016 a estratégia continua. Com a expansão dos negócios e da carteira de pedidos, a RCO aumenta seu quadro de funcionários, atingindo um nível de contratação recorde nos seus 25 anos de fundação.
Iniciado em julho e indo até o início de agosto, deu-se um processo que resultou em 30 novas admissões, em sua maioria, para setor produtivo onde atenderão a demanda da empresa no segundo semestre de 2016. O número atual agora atinge 141 funcionários.

“Pelo volume de colaboradores contratados tivemos também que recorrer a candidatos na região” afirma Celso Carvalho, gestor de pessoas da RCO. “O processo gerou também um grande volume de recebimento de currículos na empresa onde foram devidamente analisados e cadastrados em nosso sistema.”, completa.

As vagas abertas e agora preenchidas tocam em um ponto sensível para a população que é o emprego e sua estabilidade. Com a ocorrência de índices de desemprego preocupantes nos últimos meses a população sentiu-se, nesse momento, diretamente atingida pela crise. Porém, contrariando o status quo e sem perder o tino, a RCO novamente reafirma que estar na contramão da crise é a premissa que está também norteando também o ano de 2016.

Construção civil atrai jovens atrás do primeiro emprego

Fonte: G1

“Falta de profissionais qualificados na área de construção desperta interesse de quem quer ingressar no mercado de trabalho.

A indústria da construção civil é considerada o termômetro da economia brasileira, já que representa 13% do PIB nacional, e tem a maior cadeia produtiva, pois estimula a indústria de materiais e fornecedores, da construção, comércio de materiais e serviços (como azulejistas, encanadores, pintores e etc). 

Dados da Anamaco, Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, apontam que toda a cadeia da construção civil emprega 15 milhões de pessoas, sendo quatro milhões diretamente. A entidade também reforça que falta mão de obra especializada, sobretudo, para atender a demanda de produtos novos e mais eficientes como edificação pré-fabricada, drywall e muitas técnicas que ainda são novas para grande parte desses trabalhadores.

Os números são muito atraentes para os jovens que estão de olho no mercado profissional em busca de uma oportunidade. Para o avaliador da Olimpíada do Conhecimento, Anderson da Silva Campos, a tecnologia empregada pelas empresas de construção ainda atrairá muitos investimentos para o setor. Ele frisa, entretanto, que mesmo com tanto aporte no mercado, a demanda gerada ainda não é suprida, em parte pela falta de qualificação e, também, pela baixa produtividade da própria indústria.

“A demanda é maior que a procura. Mesmo com o aumento do número de escolas e cursos, não há alunos suficientes para atender à quantidade de obras existentes. Para termos uma ideia, a reforma no Maracanã envolve 5.400 profissionais, trabalhando em dois turnos, 24 horas por dia”, afirma.

Observando o panorama atual do mercado brasileiro, justifica-se porque 18 das 54 ocupações, que estarão na 7° Olimpíada do Conhecimento, são relacionadas com a área da construção.

“São portas que se abrem. Em apenas dois anos eu consegui me sobressair diante de outros colegas, porque compreendo o processo e, com isto, posso ter mais qualidade no meu trabalho”, afirma Rodrigo Miguel. O jovem, de apenas 19 anos, treina das 8h às 18h e irá competir pela ocupação Construção em Alvenaria. À noite, faz o curso Tecnologia de Edificações, também no SENAI.

O curso, inclusive, é uma ocupação demonstrativa na Olimpíada, ou seja, será avaliado como uma nova modalidade a ser incluída em edições futuras. Seguindo a tendência do mercado, a justificativa do avaliador é simples. “É preciso analisar a sincronia e o bom andamento da equipe. É isto que observamos no dia a dia: planejamento, organização da equipe e do trabalho, segurança – que é fundamental – e a conclusão da obra. Tem que haver uma sinergia entre todos os competidores, assim como no mercado de trabalho também”, conclui.”

Emprego na construção civil cresce 7,5% em 2011 no Brasil

SÃO PAULO, 3 Fev (Reuters) – O nível de emprego na construção civil brasileira fechou 2011 com alta de 7,46 por cento, equivalente a aumento de 211,1 mil pessoas contratadas, informou nesta sexta-feira o sindicato da indústria, SindusCon-SP, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em dezembro, entretanto, foi apurada queda de 2,69 por cento nas contratações do setor em relação a novembro, com o número de demissões superando o de contratações em 83.921 pessoas.

O recuo mensal, segundo a entidade, pode ser atribuído ao retorno de uma parte dos trabalhadores a seus Estados de origem, no período de festas de fim de ano, assim como à conclusão de algumas obras.

No Estado de São Paulo, o emprego no setor aumentou 5,7 por cento no ano passado em relação a 2010, sendo que na capital paulista houve crescimento de 7,24 por cento.

“O setor atingiu um novo patamar de atividade, com um ritmo de crescimento mais moderado e adequado ao momento atual”, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, em nota. Em 2010, ano de forte expansão para o mercado imobiliário, foram criados 319 mil empregos na indústria.

Ao final de dezembro, a construção civil brasileira registrava mais de 3 milhões de trabalhadores contratados.

(Por Vivian Pereira – Reuters – http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE81201Z20120203)