Jirau e as soluções RCO em silos na revista ‘Grandes Construções’

A Revista Grandes Construções, do grupo Sobratema, na edição nº 28 de Julho de 2012, destaca a obra da Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, na região norte do Brasil.

A pauta de capa destaca a grandiosidade da obra  nas águas do Rio Madeira e também o status do projeto que se encontra com 65% de conclusão. Além da obra, aborda-se também toda a estrutura adjacente para acomodar os operários trabalhadores. “Nós construímos praticamente uma cidade aqui dentro. Temos 15 mil pessoas trabalhando em Jirau e chegamos a ter 18 mil há pouco tempo. Tivemos de criar alojamentos, área de lazer, toda a parte social necessária, para acomodar toda essa quantidade de pessoas num único local”, afirma José Antonio Clarette Zanotti, gerente de Planejamento da Camargo Correa, construtora da obra. A Hidrelétrica de Jirau, com seu término em 2015, terá capacidade instalada de 3.750 Megawatts (MW) e garantia fisica de 2.184,6 MW médios – suficiente para abastecer mais de 10 milhões de casas.

Considerando toda essa magnitude de Jirau, a demanda por maquinas, equipamentos, processos e pessoas seguem na mesma linha e no mesmo porte. Não foi diferente com o armazenamento de cimento. Segundo Paulo Ruggero, gerente executivo de equipamentos da Camargo Correa, em depoimento a RCO, explica que os silos funcionam como um pulmão, impedindo que a obra paralise por falta de cimento. Sendo assim, dentro da grandiosidade de Jirau, os silos aparafusados RCO atenderam esta necessidade de grande volume de material a ser armazenado. Alem disso, a facilidade no deslocamento do equipamento para a montagem em campo fica mais facilitado pois toda sua estrutura é desmontável. No total, são 17 silos com capacidade individual de armazenamento de 1.000 toneladas de material. Segundo Ruggero, “a RCO deu ouvidos às nossas necessidades”.

Alem de toda essa eficiência já atestada em campo pelo cliente, a RCO lança, no segundo semestre de 2012, Silos e Centrais de Concreto a pronta entrega. Agora toda eficiência com disponibilidade imediata.

 Confira a edição digital da Revista Grandes Construções de Julho de 2012.

E quando desmontar é a vantagem…

Em toda obra, em especial as de grande porte, demanda-se planejamento intenso para que a execução da mesma flua sem interrupções e com baixo índice de imprevistos. Um dos critérios importantes é a logística, isto é, a gestão de recursos, equipamentos e informações para execução de determinadas tarefas numa empresa ou ainda a gestão de um projeto na construção civil.

Para obras civis de grande porte, além do fluxo para o abastecimento de insumos básicos como cimento, recebe-se grande atenção de logística  o deslocamento de equipamentos que integram o canteiro de obras como guindastes, máquinas e a movimentação e montagem em campo de silos para armazenamento de cimento. Dependendo da demanda de cimento na obra, um silo pode compor-se de grandes dimensões, como o modelo de Silo Aparafusado RCO A-2012-2200, cujo diâmetro atinge 11 metros e mais de 30 metros de  altura, dos pés ao teto. Portanto, um equipamento que demanda transporte especializado e escoltado, em alguns casos.

E é nestas condições que a desmontagem torna-se vantajosa. Para agilizar e facilitar o deslocamento deste grande equipamento os Silos Aparafusados RCO tem a possibilidade da desmontagem de grande parte de sua estrutura. Com o equipamento desmontado, torna-se mais fácil e barato seu deslocamento até o canteiro de obras para o processo de montagem na base civil. Além disso, poderá ocorrer também a utilização do mesmo equipamento em uma obra futura, já que os Silos Aparafusados RCO tem esse diferencial de montagem e desmontagem modular, além da robustez das peças integrantes.

A ocorrência da reutilização de um mesmo equipamento em outra obra deu-se, por exemplo,  no projeto de reforma da Base de Alcântara, no Maranhão. Os Silos Aparafusados RCO que já estão em operação na reforma vieram de uma obra já concluída, onde foram utilizados para armazenagem de cimento. Com a conclusão da Hidrelétrica de Foz do Chapecó, em Santa Catarina, os silos foram desmontados e deslocados até a obra de Jirau, no estado de Rondônia e então posteriormente para o Maranhão, para que fossem novamente montados, tendo num total de mais de 6.000 km em deslocamento.

Mesmo com a distância entre as obras, mostra-se que um dos diferenciais técnicos do equipamento RCO é a desmontagem e a durabilidade, onde o custo benefício do equipamento pode ser confirmado, além de contribuir para a gestão logística da obra.

Silo Aparafusado RCO em Alcântara, no Maranhão: a possibilidade da desmontagem permitiu o deslocamento de mais de 6.000 km a partir de Santa Catarina e passando por Rondônia.

Hidrelétrica de Jirau: novo recorde para a engenharia brasileira

Canteiro de obras em Jirau, no Rio Madeira. Nota-se no lado direito inferior os silos RCO, aparafusados e de alta capacidade, ainda em processo de montagem. Atualmente a obra encontra-se em estágio mais avançado ao exibido na imagem. A foto mosta uma pequena parte da obra, onde a mesma se extende por uma área imensa.

A construção da hidrelétrica de Jirau é considerada atualmente a maior obra de engenharia em andamento no Brasil. A RCO orgulhamente participa desse feito com o fornecimento de silos de cimento de alta capacidade e demais serviços de montagem de equipamentos em campo. Veja abaixo reportagem da revista M&T mostrando os números dessa grande obra que contribuirá significadamente para o incremento de fornecimento de energia elétrica ao país.

O  relógio aponta 2h00 da madrugada e o ronco dos motores dos equipamentos pesados interrompe o silêncio da floresta Amazônica no entorno da obra. Para implantar a maior usina hidrelétrica em execução no Brasil desde a construção de Tucuruí – e 14ª maior do mundo – a construtora Camargo Corrêa mobiliza uma frota de cerca de 2.000 equipamentos de grande porte, entre escavadeiras hidráulicas, tratores, caminhões, guindastes, carretas de perfuração e outros, que operam ininterruptamente durante 22 horas por dia, em dois turnos de trabalho.

Até concluir a construção da usina hidrelétrica de Jirau, a construtora deverá acrescentar alguns recordes a sua extensa lista de projetos desse tipo. Um deles certamente será o prazo de execução. Entre a data da licença de instalação (LI) da obra, obtida em junho de 2009, e o início da operação das primeiras unidades geradoras, previsto para março de 2012, terá transcorrido pouco mais de dois anos e meio. Sem dúvida, trata-se de um feito inédito para uma usina do porte de Jirau, que terá 3.450 MW de potência instalada e vai gerar uma energia assegurada de 2.000 MW médios. Continue reading