Retomada da indústria do cimento começa já em 2017

Avaliação é do presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), feita nessa manhã, durante a abertura do Concrete Show South America em São Paulo. 

A indústria brasileira do cimento deve fechar o ano com uma retração entre 10% e 12%, segundo a ABCP, entidade que congrega os fabricantes do setor. Com isso, o Brasil opera com cerca de 57 milhões de toneladas/ano, quase 60% da capacidade instalada das fábricas locais. Apesar de longe dos 70 milhões de toneladas produzidas em 2014, há uma expectativa de retomada – lenta – a partir do ano que vem.

A sinalização de melhoria foi feita por Renato Giusti, presidente da ABCP, hoje de manhã na abertura do Concrete Show South America, evento que acontece em São Paulo até essa sexta. Em entrevista ao InfraRoi, Giusti ressaltou que o momento ainda é de prudência. “Precisamos avançar em inovações tecnológicas que garantam um custo menor e agilidade nas obras e a Concrete Show vem para colaborar nesse sentido. Uma feira é sempre um encontro otimista, que eleva o animo e incentiva a produtividade”, argumentou.

Consolidado como um dos principais eventos do mercado de construção, a 10° edição do Concrete Show South America reúne mais de 500 marcas nacionais e internacionais, de 150 segmentos distintos. Entre os expositores destacam-se empresas como a Basf, Gerdau, Liebherr, Yanmar, Schwing Stetter, Husqvarna, Votorantim Cimentos, LarfageHolcim e Volvo, entre outros. De acordo com os organizadores, a feira tem a expectativa de receber mais de 25 mil visitantes este ano.

Fonte: InfraROI

Mercado de imóveis de alto padrão está no paraíso

O segmento que envolve empreendimentos com valor superior a R$ 3 milhões por unidade corre por uma pista livre, diferentemente de outros setores do mercado imobiliário. Significa que as vendas seguem aquecidas, lastreadas principalmente pela cotação do dólar. Quem adquire esse tipo de residência tem suas economias em moeda estrangeira, sejam brasileiros ou estrangeiros. Por isso, construtoras e incorporadoras que atendem a esse público desconhecem a palavra crise. Para elas, os imóveis de alto padrão estão no paraíso.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, o volume de lançamentos de imóveis voltados para a classe média (Valor geral de venda [VGV] até R$ 1 milhão) fechou 2015 com queda de 38%. No entanto, os empreendimentos de luxo cresceram 20%, de acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitação do estado de São Paulo). Em Curitiba, não é diferente. Relatório da Ademi-PR (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná) mostra que o número de lançamentos de edifícios superluxo praticamente dobrou na capital paranaense de 2014 para 2015, saltando de 12 para 22 empreendimentos.

De acordo com o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi-PR, Fábio Tadeu Araújo, de fato não há crise para esse segmento. “Trata-se de um padrão de imóvel que sofre menos o efeito das variações econômicas e financeiras no país, pois seu púbico comprador é menos dependente do financiamento habitacional”, explica. “Esse tipo de imóvel tem outra característica, que é a valorização consistente, ou seja, o metro quadrado não para de crescer”, completa Lucas Vargas, vice-presidente executivo do Viva Real – portal especializado em análises do mercado imobiliário.

Fonte: Massa Cinzenta 

BRT’s são tema de seminário técnico da ABCP

Exemplo de corredor para transporte público

São José dos Campos (SP) foi a cidade escolhida para sediar o Seminário Execução e Controle Tecnológico do Pavimento de Concreto para BRT‘s. Organizado pela Associação de Engenheiros e Arquitetos de São José dos Campos (AEA/ SJCampos) em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), o evento aconteceu no último dia 14 de julho e teve como principal objetivo discutir o cenário, conceitos e controles existentes no mercado de concreto para corredores de ônibus.

O conceito de BRT é composto por diversos elementos – que envolvem infraestrutura, planejamento e controle operacional – cujo objetivo é promover a mobilidade urbana. Os convidados para compor a mesa de seminaristas foram o presidente da AEA/SJCampos e engenheiro civil, Carlos Vilhena; o gerente regional do Estado de São Paulo da ABCP, Ricardo Moschetti; e o secretário de Transportes de São José dos Campos, Luiz Marcelo Silva Santos.

Juntos, os três foram responsáveis por coordenar a discussão e passar informações gerais sobre o setor aos participantes. Por fim, apresentações como “Diretrizes Construtivas para Pavimentos de Concreto” e “Controle Tecnológico do Concreto em Pavimento” foram feitas por Leovaldo Foganhole, engenheiro especializado em obras rodoviárias, e Rubens Curti, chefe do laboratório de concreto da ABCP.

Congresso prevê investimentos anuais de R$ 560 bilhões no setor de construção até 2022

Os dados vêm de estudo realizado pelo Congresso Brasileiro de Construção, mais conhecido como Construbusiness

O estudo realizado pela Construbusiness, congresso desenvolvido pelo Departamento da Indústria da Construção da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deconcic-Fiesp), avaliou um cenário de 9,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e previu que o Brasil vai investir anualmente R$ 560 bilhões por ano – cerca de 9% do PIB nacional – para atingir um patamar econômico positivo até 2022.

De acordo com nota publicada pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), o estudo apresenta dados que mostram que a média anual de investimentos em infraestrutura, entre os anos de 2010 e 2014, foi de mais de R$ 180 bilhões (3,8% do PIB brasileiro). O resulto é maior infraestrutura e geração de empregos. Em entrevista à Associação, Carlos Eduardo Auricchio, diretor do Deconcic, explica que esses investimentos têm enorme impacto sobre a competitividade do país no setor. Para ele, esse comportamento garante a oferta de serviços de transporte, energia e telecomunicação, aumentando a produtividade de toda a economia do Brasil.

Construção civil ajudou indústria a crescer no 3º trimestre

Fonte: Estadão

RIO DE JANEIRO – O crescimento da indústria no terceiro trimestre de 2012, de 1,1% ante o segundo trimestre do ano, foi influenciado pela indústria de transformação, que cresceu 1,5%, e pela construção civil, que apresentou alta de 0,3%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira. As demais atividades pesquisadas nas contas nacionais apresentaram taxas negativas. A extrativa mineral caiu 0,4% e o grupo de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana retraiu 0,5%.

Segundo o IBGE, entre os serviços, registraram crescimento os de informação (0,5%), comércio (0,4%), atividades imobiliárias e aluguel (0,4%) e outros serviços (0,3%). Administração, saúde e educação pública (0,1%) e transporte, armazenagem e correio (-0,1%) ficaram estáveis. Intermediação financeira e seguros apresentou recuo de 1,3%.

Já em comparação ao terceiro trimestre do ano anterior, a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre captou queda de 0,9% da indústria, puxada pelas quedas, em volume, do valor adicionado do setor extrativo mineral (-2,8%) e da indústria de transformação (-1,8%).

“No que se refere a esta última, o resultado foi influenciado, principalmente, pela redução da produção de máquinas e equipamentos; materiais eletrônicos e equipamentos de comunicação; veículos automotores; artigos do vestuário e calçados; metalurgia básica; e materiais elétricos. O IBGE registrou crescimento nas demais atividades industriais – eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (2,1%) e construção civil (1,2%).

Para a mesma base de comparação, o setor de serviços cresceu 1,4%, influenciado pela redução do spread bancário e da taxa básica de juros, além da inadimplência. Esses fatores determinaram o recuo da intermediação financeira e seguros em 1,0%. Também o segmento de transportes, armazenagem e correio caíram (-0,7%). As demais atividades apresentaram alta: administração, saúde e educação pública (2,7%), serviços de informação (2,3%), outros serviços (1,7%), serviços imobiliários e aluguel (1,5%) e comércio (1,2%).

A alta de 1,1% da indústria foi o melhor resultado desde o segundo trimestre de 2010, quando avançou 2,1%. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, a indústria reduziu o recuo, passando de uma queda de 2,4% no segundo trimestre para uma retração de 0,9% no terceiro trimestre.

Brasil mais propenso à produção e ao consumo

De acordo com pesquisa divulgada pelo Banco Asiático de Desenvolvimento, o Brasil é o sexto país no ranking de potencial e consumo brasileiro deve crescer continuamente.

O estudo é realizado com base em quatro fatores. O primeiro deles leva em consideraçào o nível de sotisfaçào dos produtos brasileiros. O segundo a diversificação dos mesmos. O terceiro as características únicas e o quarto avalia o potencial de vender outros produtos com vantagem comparativa para o exterior.

Na lista dos 130 países avaliados, o Brasil só perdeu para China, Índia, Polônia, Tailândia e México, respectivamente.

fonte: www.euseivender.com.br

Mercado Automotivo busca profissionais qualificados

O Mercado Automotivo é responsável por quase 5% do PIB brasileiro e gera mais de 250 mil empregos diretos.
A expectativa, que já vem sendo alcançada, é que o setor continue em expansão e por consequência disto se lança ao mercado em busca de profissionais qualificados no setor.

“Este setor está ligado diretamente à economia do País. Como as projeções são positivas tanto para a economia quanto para o setor, haverá procura por profissionais diferenciados, já que a concorrênncia neste mercado é muita acirrada”, explicou o professor e coordenador de Pós-Graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Renato Borgueresi
Ele afirma ainda que faltam profissionais no mercado que saibam pensar sobre o negócio de maneira estratégica e que entendam sobre o funcionamento de toda cadeia do setor.

Seguindo a mesma linha de raciocínio, o que o setor buscará cada vez mais no mercado são fornecedores e parceiros que atendam suas necessidades, e ainda mais importante, que estejam alinhados com suas estratégias.

Atualmente, não é apenas o prazo de entrega, o preço e a qualidade do produto ou serviço que destacam um fornecedor altamente qualificado. O “parceiro de negócios” deve ir além destes quesitos básicos de fornecimento. Hoje a necessidade é que o fornecedor participe ativamente da estratégia de cada projeto, trazendo seus conhecimentos específicos na área para compor a engrenagem da produção ou da realização de projetos industriais.