Silo da RCO ajuda Grupo CMP a fortalecer sua área de concreto usinado

Empresa mineira adotou o silo de 98 toneladas para atender operação combinada em três cidades de Minas Gerais, otimizando logística de entrega de concreto.

Silo RCO de 98t. Foto: CMP Concreto Usinado

Sediado em Passos, no interior de Minas Gerais, o Grupo CMP é uma das maiores corporações do estado com foco em cinco áreas: construção, caldeiraria, fabricação de pré-moldados, concretagem e empreendimentos.  A distribuição de negócios contempla quatro empresas. A área de construção, semente do grupo ainda em 1990, levou à criação das demais áreas, incluindo a CMP Concreto Usinado em 1994.

A sinergia entre as operações pode ser verificada com a compra da Concretar Pré-Moldados, em 2004, responsável pela produção de galpões industriais e rurais com estruturas pré-moldadas. “É essa integração que marca nossa estratégia de atuação, inclusive geográfica”, explica Sílvio Costa, gerente da divisão de Concreto Usinado.

Com a ampliação das demandas em 2015, a empresa resolveu investir, principalmente em maquinário, mas tinha que levar em conta o fato de possuir três plantas ativas, uma na sede em Passos, outra em Formiga e a terceira em Piumhi. “Nós já tínhamos adquirido uma usina de concreto completa no passado, mas sentimos a necessidade da implantação de mais um silo já a partir de 2014 em Piumhi”, explica Costa.

Apesar de definida a necessidade, a companhia tinha o desafio de continuar a atender uma produção de grande porte e, ao mesmo tempo, posicioná-la estrategicamente entre as três unidades. Para isso, a empresa resolveu adotar um silo com capacidade para 98 toneladas e instalá-lo na unidade de Piumhi. A escolha do local facilitou a operação logística de fabricação e entrega do concreto.

Com as operações de concreto usinado focadas nas três cidades, o Grupo consegue atender diversas cidades as margens da Rodovia MG050 sem encarecer os custos de transporte e a prejudicar a qualidade do produto. Simples: existe um prazo médio de quatro horas entre a fabricação e a entrega do concreto no cliente final. Dentro desse range, não há danos na qualidade do produto. A geografia, nesse caso, ajuda.

“Se estivéssemos somente com a planta de Passos, precisaríamos enviar muitos caminhões de uma só vez para atender o mesmo cliente, além da dificuldade de atender aos que compram grandes quantidades” diz. “Com a nossa operação atual, podemos utilizar uma quantidade menor de caminhões, fazendo com que eles retornem a uma planta mais próxima para reabastecer”, completa.

A qualidade do concreto também é garantida por outro fator: o controle da temperatura do cimento usado. Ela não deve exceder os 75 ºC, caso contrário vai exigir uma mistura com mais água em sua composição. O resultado afetaria negativamente a qualidade do concreto produzido.

Para evitar esse tipo de situação na planta de Piumhi, a empresa utiliza os dois silos para intercalar o armazenamento do cimento “O produto chega da cimenteira com a temperatura alta, então revezamos a armazenagem nos silos. Isso mantém a produção de concreto com a matéria prima na temperatura ideal”, diz.

O consultor técnico da RCO, Alex Nogueira, afirma que essa característica do equipamento se dá pela robustez dos materiais aplicados em sua produção. “A qualidade dos silos fabricados pela marca é um diferencial para o cliente. Por esse motivo, temos hoje modelos com capacidade de estocagem que varia de 40 até 4 mil toneladas de material em pó como cimento e calcário”, diz.

Costa destaca ainda a importância da consultoria técnica e do timing correto da visita da RCO. No segundo caso, ele ressalta que a presença do especialista da fabricante paulista aconteceu no momento de definição do silo a ser comprado. Já a respeito da consultoria, o gerente explica que o histórico de conhecimento de outros clientes com demandas similares é um diferencial importante.

“O Alex veio até aqui e mostrou o know how da fabricante. Depois, fomos convidados a conhecer a sede da RCO, com o intuito de acompanhar o processo de produção dos equipamentos e, então, fechamos o negócio. Simples assim”, finaliza.

Silo para lodo sanitário RCO atende a SESSAMM – Mogi Mirim

Silo soldado para lodo sanitário RCO

A RCO instala uma solução em armazenamento na unidade da SESSAMM - Serviço de Saneamento de Mogi Mirim. A empresa pertencente ao Grupo OHL é responsável pela coleta e tratamento de esgoto doméstico do município.

Em operação desde 2011, a estação de tratamento de esgoto tem capacidade de processamento de 150 l/s, representando 62% do esgoto coletado. Para 2015, a meta é atingir 100% de tratamento do esgoto produzido pelo município, com índice de processamento de 300 l/s.

Dentro do processo de tratamento de esgoto, há necessidade de armazenagem de lodo residual que deve ser descartado posteriormente, com uso de caminhões, sem danos ao meio ambiente. Para isso, a SESSAMM instalou um silo para lodo sanitário da RCO, disposto em estrutura elevada.  O silo conta ainda válvulas guilhotinas para controle de saída do material e pintura especial anti-corrosão, além de escadas e plataformas de acesso.

Com informações em www.ambient.com.br

Silo RCO é fornecido para a Ajinomoto

Silos RCO com 80 m³ de capacidade na planta da Ajinomoto de Laranjal Paulista.

Silos RCO estão cada vez mais sendo aplicados em diversas finalidades e segmentos industriais. Silos atendem a necessidade primária de armazenamento de componentes para aplicação no processo produtivo. Na indústria alimentícia Ajinomoto, na unidade de Laranjal Paulista,  não foi diferente.

A Ajinomoto adiquiriu dois Silos RCO com capacidade de 80m³ para armazenamento de carbonato de cálcio. Com uma estrutura soldada e, baseando-se em silos no padrão RCO, o equipamento foi customizado conforme a necessidade do processo. O silo para Ajinomoto ainda conta com alguns aprimoramentos focados em segurança e melhor funcionalidade como escadas em lance, maior número de  fluidizadores para escoamento do material armazenado e maior número de sensores de nível.

SESC 24 de Maio, em São Paulo, recebe Silo RCO

O Serviço Social do Comércio – SESC – da unidade 24 de Maio em São Paulo, recebe silo RCO de 100 toneladas de capacidade com balança dosadora.

Todo o sistema, desenvolvido e fabricado pela RCO, consiste na armazenagem de cimento e, em um outro módulo inferior, dosar o material a ser aplicado na obra como um todo. A montagem e instalação do equipamento completo aconteceu recentemente e contou com bastante perícia e planejamento da equipe técnica, pois o espaço para movimentação das estruturas e peças era pouco, além de estar localizado em área de grande movimentação de pedestres. Obviamente, pelo porte de toda estrutura para a montagem, a ação chamou a atenção dos transeuntes e das pessoas dos prédios vizinhos.

A então considera super-unidade do SESC 24 de Maio, localizado na Rua 24 de Maio, no centro da cidade de São Paulo, está fechada para reformas desde fevereiro de 2009. As obras, assumidas pela construtora Mendes Junior, visam a criação de um centro cultural e desportivo moderno e funcional  e contribuirá para a revitalização do centro histórico da cidade de São Paulo. A obra total tem uma área construída de 27.905 m², distribuída em 12 andares, três subsolos e cobertura, com espaços de lazer e entretenimento, teatro, oficina, serviços odontológicos, restaurante, salas multiuso, biblioteca e  áreas para práticas esportivas. O projeto todo é considerado arrojado contando também com piscina panorâmica na cobertura do prédio. A unidade é destinada ao atendimento dos trabalhadores do comércio e serviços da região e também à comunidade paulistana em geral.

A previsão para entrega da obra é para o segundo semestre de 2012.

Processo de montagem do Silo RCO 100 toneladas com balança

Início da montagem do silo: processo exigiu perícia técnica e chamou atenção dos transeuntes.