Obras da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro adotam silos horizontais da RCO

Equipamentos personalizados foram a solução para montagem de dispositivos de armazenamento em local com restrição de altura

Prevista para entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2016, a Linha 4 do Metrô carioca deve transportar cerca de 300 mil pessoas por dia e retirar nada menos do que 2 mil veículos por hora no pico do trânsito no Rio de Janeiro. O projeto liga as regiões da Barra da Tijuca à Zona Sul e inova em vários aspectos. Um deles é a adoção de silos horizontais, da RCO, no canteiro de obras do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô entre Ipanema e a Gávea.


Os silos horizontais foram uma opção para a falta de espaço vertical, uma vez que obras em túnel apresentam limitação de altura. A RCO participou do desenvolvimento do silo com as dimensões necessárias para o projeto. Quanto à operação, o sistema funciona da mesma forma que os silos verticais.

Dos três silos horizontais usados pelo Consórcio Linha 4 Sul na obra, dois são utilizados para estoque de cimento e o terceiro pelo armazenamento de bentonita. Juntos, o trio de equipamentos serve para alimentar o material utilizado na central de grout (argamassa composta por cimento, areia, água, quartzo e aditivos especiais). O grout é a matéria-prima do grauteamento, processo de preenchimento de vazios e juntas de alvenaria industrial.

Além da participação ativa da RCO na personalização dos silos, o Consórcio Linha 4 Sul também contou com o valor competitivo dos equipamentos e o bom atendimento do suporte comercial e da área de pós-venda da RCO.

Leonardo Cavalcante, Coordenador Comercial da RCO, destaca que a tecnologia de silo horizontal fabricado pela empresa incorpora know how europeu e, diferente de outros modelos comercializados no mercado brasileiro, não apresenta problemas para realizar a descarga de materiais. O silo horizontal, segundo ele, é uma alternativa valiosa para as plantas que têm limitação de altura e, portanto, não podem adotar silos verticais, caso da Linha 4 do Metrô carioca. Disponível em modelos de 47 a 150 toneladas de capacidade de armazenamento, o equipamento é indicado para armazenagem de cimento, cal, areia, bentonita, sílicas e diversos outros tipos de materiais em pó.

“Eles podem ser utilizados em conjunto com centrais de concreto, ou aplicados isoladamente, no processo produtivo do cliente”, explica Cavalcante. O especialista lembra que a eficiência do equipamento é garantida pelo sistema de extração de material exclusivo da RCO, onde o processo é realizado através de rosca transportadora tipo calha. Essa tecnologia oferece escoamento perfeito do material devido ao contato que ele tem com a rosca transportadora ao longo de todo o percurso do helicoide (hélice), presente na parte inferior do silo.

Além disso, o design diferenciado do silo horizontal da RCO facilita o escoamento do material para a rosca transportadora e isso supre o efeito da gravidade, que dá a eficiência dos silos verticais. “A mobilidade é a principal vantagem desse equipamento e ela existe porque as ligações elétricas e pneumáticas são feitas na nossa fábrica, permitindo que o silo siga pronto para a montagem no destino”, explica Cavalcante.

Sobre a Linha 4 do Metrô

A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Serão seis estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. A Linha 4 do Metrô entrará em operação no primeiro semestre de 2016, após passar por uma fase de testes. Será possível ir da Barra a Ipanema em 13 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. Os usuários poderão ainda deslocar-se da Barra da Tijuca até a Pavuna, pagando apenas uma tarifa.

Silos Horizontais RCO operam em obra do Metro Linha 4 no Rio de Janeiro

A nova solução RCO em armazenagem já estão instalados com sucesso em seu primeiro case de fornecimento. Os silos horizontais compõem o portfólio da RCO para atendimento de necessidades de armazenagem em situações onde há restrições de altura ou espaços fechados, e, para a obra do Metro Linha 4 no Rio de Janeiro, os equipamentos começarão sua operação brevemente.

Para a obra do Metro Linha 4 no Rio de Janeiro, foram fornecidos 3 silos horizontais com 110 m³ de capacidade cada. Eles armazenarão cimento e bentonita para grande parte do processo de construção do empreendimento. Pelo motivo de obra ser estruturada toda em túneis, há a restrição de altura para implantação de silos verticais onde, neste caso, os silos horizontais atenderam adequadamente a necessidade. Além disso, os silos horizontais RCO podem ser movimentados com facilidade pois não são fixados em estruturas civis convencionais onde, com isso, os mesmos podem se movimentar para outros locais de operação conforme a obra avança para outros locais. Porém, para esta obra específica, os silos ficarão determinados a um local específico, sem necessidade de movimentação. Os silos horizontais RCO são ofertados ao mercado brasileiro em parceria com a empresa britânica Antar@Pressvess que possui grande expertise na fabricação deste tipo de solução.

Segundo o consórcio construtor da obra, o Metro Linha 4 do Rio de Janeiro ligará a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, a Ipanema, na Zona Sul e transportará mais de 300 mil pessoas por dia e retirará das ruas cerca de 2 mil veículos por hora. A obra ainda é composta por 16 km de túneis, seis estações, zonas de manobra e estacionamento de composições ao custo total, incluindo a aquisição do material rodante (trens) de R$ 8,5 bilhões, com conclusão do projeto  a partir de 2016.

*Mais informações em www.metrolinha4.com.br

**Mais informações de Silos Horizontais RCO em www.rco.ind.br/armazenagem

Silos Horizontais RCO na obra do Metro Linha 4: restrição de altura direcionou a adoção desta solução em armazenagem.

 

 

RCO adota novas cores em centrais de concreto e silos

Tons de vermelho e cinza são as novas cores padrão em centrais de concreto e silos RCO

Central Dosadora CDR 80 com 2 silos: cores que para uma identidade visual RCO

Para os modelos de Centrais de Concreto RCO, a empresa aplica novas cores com objetivo de dar uma nova identidade aos equipamentos. Cinza e vermelho, aplicados em tons escuros, integram o conjunto, dando um destaque visual no local onde o mesmo é colocado em operação como obras e concreteiras.

Os modelos de silos padronizados da RCO também recebem as cores padrão. Vale ressaltar que cores e outras personalizações solicitadas pelo cliente como aplicação de logotipo, ainda são normalmente atendidas pela empresa.

Obra de metrô de Los Teques, Venezuela, com Silos RCO

Silos RCO aparafusados com 270 toneladas de capacidade cada: armazenagem de cimento para o Metro de Los Teques, Venezuela.

O Grupo Odebrecht, cliente da RCO, mantem atuação marcante na Venezuela, país sulamericano fronteiriço ao Brasil. Atualmente, a obra que se destaca é a do Metrô de Los Teques, cidade que se beneficiará deste meio de transporte onde reduzirá consideravelmente as chamadas “colas”, que são os congestionamentos e o tráfego intensos de veículos da cidade de Los Teques até a capital venezuelana, Caracas. Com o metrô em funcionamento, trajetos que antes demoravam mais de 2 horas, serão percorridos em poucos minutos.

“A Linha 2 será fundamental para garantir que o sistema não entre em colapso”, explica Marcelo Colavolpe, Diretor de Contrato das obras das linhas 1 e 2, há 20 anos na Odebrecht. Projetada para transportar 12 mil passageiros/dia até o fim de 2008, a Linha 1 já transporta atualmente 50 mil passageiros/dia. Por isso, a C. A. Metrô Los Teques decidiu fazer a Linha 2, ao mesmo tempo em que estuda a construção da Linha 3. Enquanto isso, a Odebrecht executa, para a C. A. Metrô de Caracas, as Linhas 3 e 5 na capital.”

Para esta obra, como acontece na maioria das situações, os silos assumem a função de manterem a continuidade do processamento de concreto através do armazenamento de cimento. Em outras palavras, silos são como “pulmões” que impedem que a obra se paralise por falta de concreto. Em Los Teques, foram implantados 4 silos aparafusados de 270 toneladas de capacidade cada, num total de mais de 1.000 toneladas armazenadas em cimento.

Saiba mais sobre a obra aqui.

Saiba mais sobre os silos aparafusados RCO.

 

Selo “Precisou tá na mão” atesta equipamento RCO a pronta-entrega

Soluções mais  eficientes, com a máxima rentabilidade com um menor tempo possível. Essa é uma, entre outras máximas, que norteiam os mercados. E não é diferente para a produção de concreto, item este essencial para obras civis de qualquer porte.

Pensando na agilidade, a RCO disponibiliza no mercado Silos e Centrais de Concreto a pronta entrega, isto é, “Precisou, tá na mão.” Sendo assim, não há tempo de espera para produção dos equipamentos, deixando de ser uma encomenda. Centrais de concreto e silos já estão disponíveis para fechamento de pedido com grande rapidez. Após formalização comercial e acertado todos os trâmites de aquisição de equipamentos, estes já podem serem entregues ou retirados na RCO em pouquíssimo tempo. Simples assim!

Desde agosto de 2012, as centrais de concreto modelos CDR 30 RS, CDR 40 e CDR 80 e também silos soldados, encontram-se disponíveis para compra e entrega imediata.

Consulte a equipe comercial para maiores informações.

Como especificar ou dimensionar silos? Use a régua.

Ao se levantar a necessidade da aplicação de um silo  mais adequado ao processo, dimensões e especificações técnicas do equipamento deverão ser criteriosamente consideradas. A começar pela sua capacidade volumétrica ou em peso de armazenagem do silo, densidade do material a ser armazenado e outras dimensões como diâmetro e altura que tem refletem no layout periférico ao equipamento.

A RCO já possui as especificações de silos fechadas em modelos com códigos onde facilitam a escolha da melhor solução para a necessidade do cliente. E, para facilitar ainda mais, os modelos estão organizados em uma régua deslizante exclusiva denominada Régua de Especificações de Silos RCO. Esta régua é composta por dados técnicos dos modelos de silos RCO que, a deslizarem por uma máscara específica, mostra-se as informações pertinentes aos modelos.

 
 

 

Dimensões, modelos e outros dados técnicos: tudo em um mesmo lugar.

 

A Régua de Especificações de Silos RCO é um material muito útil para encontrar a solução mais adequada em armazenamento para seu processo. E certamente agiliza o processo de decisão.

Portanto, ao especificar silos, use somente a régua.

*Entre em contato conosco para solicitar a sua Régua de Espeficição de Silos RCO, pelo e-mail mkt@rco.ind.br, enviando seus dados completos de empresa e endereço, ou também pelo site em www.rco.ind.br/contato

E quando desmontar é a vantagem…

Em toda obra, em especial as de grande porte, demanda-se planejamento intenso para que a execução da mesma flua sem interrupções e com baixo índice de imprevistos. Um dos critérios importantes é a logística, isto é, a gestão de recursos, equipamentos e informações para execução de determinadas tarefas numa empresa ou ainda a gestão de um projeto na construção civil.

Para obras civis de grande porte, além do fluxo para o abastecimento de insumos básicos como cimento, recebe-se grande atenção de logística  o deslocamento de equipamentos que integram o canteiro de obras como guindastes, máquinas e a movimentação e montagem em campo de silos para armazenamento de cimento. Dependendo da demanda de cimento na obra, um silo pode compor-se de grandes dimensões, como o modelo de Silo Aparafusado RCO A-2012-2200, cujo diâmetro atinge 11 metros e mais de 30 metros de  altura, dos pés ao teto. Portanto, um equipamento que demanda transporte especializado e escoltado, em alguns casos.

E é nestas condições que a desmontagem torna-se vantajosa. Para agilizar e facilitar o deslocamento deste grande equipamento os Silos Aparafusados RCO tem a possibilidade da desmontagem de grande parte de sua estrutura. Com o equipamento desmontado, torna-se mais fácil e barato seu deslocamento até o canteiro de obras para o processo de montagem na base civil. Além disso, poderá ocorrer também a utilização do mesmo equipamento em uma obra futura, já que os Silos Aparafusados RCO tem esse diferencial de montagem e desmontagem modular, além da robustez das peças integrantes.

A ocorrência da reutilização de um mesmo equipamento em outra obra deu-se, por exemplo,  no projeto de reforma da Base de Alcântara, no Maranhão. Os Silos Aparafusados RCO que já estão em operação na reforma vieram de uma obra já concluída, onde foram utilizados para armazenagem de cimento. Com a conclusão da Hidrelétrica de Foz do Chapecó, em Santa Catarina, os silos foram desmontados e deslocados até a obra de Jirau, no estado de Rondônia e então posteriormente para o Maranhão, para que fossem novamente montados, tendo num total de mais de 6.000 km em deslocamento.

Mesmo com a distância entre as obras, mostra-se que um dos diferenciais técnicos do equipamento RCO é a desmontagem e a durabilidade, onde o custo benefício do equipamento pode ser confirmado, além de contribuir para a gestão logística da obra.

Silo Aparafusado RCO em Alcântara, no Maranhão: a possibilidade da desmontagem permitiu o deslocamento de mais de 6.000 km a partir de Santa Catarina e passando por Rondônia.

Base de Alcântara recebe silo RCO para obras de expansão

TMI

Base de Alcântara, no Maranhão, com destaque para a TMI – Torre de Móvel de Integração. Fonte: Tribuna Hoje.com

O Centro de Lançamento de Alcântara, localizado ao norte do município maranhense de Alcântara, é uma importante base brasileira para lançamento de satélites. Inaugurada em 1989, a estrutura foi uma alternativa ao Centro de Lançamento Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte. Pela proximidade à linha do Equador, a base de Alcântara torna o lançamento de satélites menos custoso devido à 30% menos em consumo de combustível. Sendo assim, Alcântara é considerado um dos mais importantes pontos de lançamento de foguetes e satélites do mundo.

Em um consórcio denominado Cyclone 4, a Odebrecht Infraestrutura e Camargo Corrêa, clientes RCO, e mais as empresas ucranianas Elkor Corporation e Concord Group, realizam obras civis e de montagem visando uma expansão da base que a deixará como uma das bases mais modernas do mundo, garantindo assim sua permanência em um seleto grupo de países que possuem estrutura semelhante. O nome Cyclone vem de um foguete desenvolvido na Ucrânia que será utilizado nos próximos lançamentos, o Cyclone 4.

Para o projeto de expansão em Alcântara, a obra conta com Silo Aparafusado de 380 toneladas de capacidade em armazenamento de cimento. Silos soldados e aparafusados RCO encontram-se atualmente em obras signicativas para o desenvolvimento do país, incluindo obras para a Copa 2014.

Arena Corinthians recebe equipamento RCO

Arena Corinthians, uma das obras para a Copa 2014 (em Janeiro/2012) – Fonte: odebrechtnacopa.com.br

Considerada uma das importantes obras para a realização da Copa 2014 no Brasil, o estádio do Corinthians, ou Itaquerão ou Fielzão, localizado na região de Itaquera em São Paulo, conta com equipamento RCO que já está em operação desde o final de 2011.

A Odebrecht, cliente RCO, é responsável por toda construção do projeto que, com um valor aproximado de R$ 820 milhões, terá um quadro de funcionários em torno de 2.000 trabalhadores na fase de pico da construção. Contará com uma capacidade para 48.000 assentos, sendo 20.000 removíveis como exigência da Copa, totalizando 68.000 assentos. Para a Arena Corinthians a Odebrecht contou com o equipamento Central Dosadora CDR 40 que é responsável por dosar os componentes para a mistura de concreto.

O aguardado estádio do Corinthians é um ideal de longa data do time paulista de futebol e que agora se concretiza para integrar o grande evento de 2014, a Copa do Mundo de Futebol.

Central Dosadora RCO CDR 40 na Arena Corinthians, à direita, com silo e caixão alimentador. Fonte: Folha.com

Carga especial e a segurança na logística

A RCO fabrica silos com especificações diversas, soldados ou aparafusados. No caso dos silos soldados, a estrutura cilíndrica do corpo, teto e, em alguns casos, parte da estrutura de fixação em solo, são expedidos para a obra do cliente já montadas de fábrica, deixando a instalação de acessórios e montagens finais para um momento posterior. Sendo assim, por estas partes já estarem soldadas, o silo torna-se um equipamento de grande volume para transporte, com dimensões de carga que podem chegar a 30 metros de comprimento e 4 metros de largura, exigindo assim serviço de transporte rodoviário especializado.

Mesmo com caminhões próprios e profissionais capacitados para o deslocamento destes equipamentos, a escolta rodoviária torna-se muita importante como auxílio. Com ela, o trabalho de logística fica mais seguro, alertando aos demais motoristas da rodovia a condição da carga em deslocamento. Isso garante que não ocorra imprevistos durante o trajeto, além de garantir a integridade do equipamento no destino final e a segurança de quem cruza com o comboio ao longo do caminho.

Sempre que necessário, a RCO conta com auxílio de escolta e também com apoio da Polícia Rodoviária, que acompanha o comboio nas estradas vicinais ou até onde o mesmo atinja rodovias com condição mais facilitada de escoamento, no caso rodovias estaduais e federais.

Silos RCO com escolta durante o transporte até o destino final.