UHE Teles Pires com soluções em armazenamento RCO

Canteiro da UHE Teles Pires em janeiro de 2012: 1.820 megawatts de energia para abastecer 2,7 milhões de famílias. Fonte: Flickr – minplanpac

A Hidrelétrica de Teles Pires, em seu canteiros de obras, inicia a utilização de soluções RCO em armazenamento. Para esta obra, foram montados 5 silos aparafusados com 1.000 toneladas de capacidade e outros 6 silos soldados com 150 toneladas de capacidade cada equipamento, totalizando assim 5.900 toneladas de cimento armazenados em silos RCO.

Todo esse volume armazenado de cimento garante à obra uma segurança quanto ao seu andamento, pois, ao considerar o cimento como  um dos materiais fundamentais para a evolução da obra, é necessário que o mesmo esteja sempre disponível no canteiro. Leva-se também em consideração a localização da obra  e seu difícil acesso que contribuem para que haja uma quantidade considerável de cimento armazenado.

A Usina Hidrelétrica Teles Pires, sendo uma obra dentro do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento –  será construída no Rio Teles Pires, afluente do rio Tapajós, na fronteira dos estados do Pará e Mato Grosso, nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT). A UHE Teles Pires terá potência instalada de 1.820 megawatts, suficiente para abastecer uma população de 2,7 milhões de famílias.

Silos Soldados RCO com 150 toneladas em capacidade de armazenamento.

Silo Aparafusado RCO de 1.000 toneladas de capacidade em fase de montagem: a modularidade desta solução facilita da fábrica até a obra.

Com informações em Usina Hidrelétrica Teles Pires

>>>Consulte soluções em armazenagem RCO

Obra de metrô de Los Teques, Venezuela, com Silos RCO

Silos RCO aparafusados com 270 toneladas de capacidade cada: armazenagem de cimento para o Metro de Los Teques, Venezuela.

O Grupo Odebrecht, cliente da RCO, mantem atuação marcante na Venezuela, país sulamericano fronteiriço ao Brasil. Atualmente, a obra que se destaca é a do Metrô de Los Teques, cidade que se beneficiará deste meio de transporte onde reduzirá consideravelmente as chamadas “colas”, que são os congestionamentos e o tráfego intensos de veículos da cidade de Los Teques até a capital venezuelana, Caracas. Com o metrô em funcionamento, trajetos que antes demoravam mais de 2 horas, serão percorridos em poucos minutos.

“A Linha 2 será fundamental para garantir que o sistema não entre em colapso”, explica Marcelo Colavolpe, Diretor de Contrato das obras das linhas 1 e 2, há 20 anos na Odebrecht. Projetada para transportar 12 mil passageiros/dia até o fim de 2008, a Linha 1 já transporta atualmente 50 mil passageiros/dia. Por isso, a C. A. Metrô Los Teques decidiu fazer a Linha 2, ao mesmo tempo em que estuda a construção da Linha 3. Enquanto isso, a Odebrecht executa, para a C. A. Metrô de Caracas, as Linhas 3 e 5 na capital.”

Para esta obra, como acontece na maioria das situações, os silos assumem a função de manterem a continuidade do processamento de concreto através do armazenamento de cimento. Em outras palavras, silos são como “pulmões” que impedem que a obra se paralise por falta de concreto. Em Los Teques, foram implantados 4 silos aparafusados de 270 toneladas de capacidade cada, num total de mais de 1.000 toneladas armazenadas em cimento.

Saiba mais sobre a obra aqui.

Saiba mais sobre os silos aparafusados RCO.

 

E quando desmontar é a vantagem…

Em toda obra, em especial as de grande porte, demanda-se planejamento intenso para que a execução da mesma flua sem interrupções e com baixo índice de imprevistos. Um dos critérios importantes é a logística, isto é, a gestão de recursos, equipamentos e informações para execução de determinadas tarefas numa empresa ou ainda a gestão de um projeto na construção civil.

Para obras civis de grande porte, além do fluxo para o abastecimento de insumos básicos como cimento, recebe-se grande atenção de logística  o deslocamento de equipamentos que integram o canteiro de obras como guindastes, máquinas e a movimentação e montagem em campo de silos para armazenamento de cimento. Dependendo da demanda de cimento na obra, um silo pode compor-se de grandes dimensões, como o modelo de Silo Aparafusado RCO A-2012-2200, cujo diâmetro atinge 11 metros e mais de 30 metros de  altura, dos pés ao teto. Portanto, um equipamento que demanda transporte especializado e escoltado, em alguns casos.

E é nestas condições que a desmontagem torna-se vantajosa. Para agilizar e facilitar o deslocamento deste grande equipamento os Silos Aparafusados RCO tem a possibilidade da desmontagem de grande parte de sua estrutura. Com o equipamento desmontado, torna-se mais fácil e barato seu deslocamento até o canteiro de obras para o processo de montagem na base civil. Além disso, poderá ocorrer também a utilização do mesmo equipamento em uma obra futura, já que os Silos Aparafusados RCO tem esse diferencial de montagem e desmontagem modular, além da robustez das peças integrantes.

A ocorrência da reutilização de um mesmo equipamento em outra obra deu-se, por exemplo,  no projeto de reforma da Base de Alcântara, no Maranhão. Os Silos Aparafusados RCO que já estão em operação na reforma vieram de uma obra já concluída, onde foram utilizados para armazenagem de cimento. Com a conclusão da Hidrelétrica de Foz do Chapecó, em Santa Catarina, os silos foram desmontados e deslocados até a obra de Jirau, no estado de Rondônia e então posteriormente para o Maranhão, para que fossem novamente montados, tendo num total de mais de 6.000 km em deslocamento.

Mesmo com a distância entre as obras, mostra-se que um dos diferenciais técnicos do equipamento RCO é a desmontagem e a durabilidade, onde o custo benefício do equipamento pode ser confirmado, além de contribuir para a gestão logística da obra.

Silo Aparafusado RCO em Alcântara, no Maranhão: a possibilidade da desmontagem permitiu o deslocamento de mais de 6.000 km a partir de Santa Catarina e passando por Rondônia.