E quando desmontar é a vantagem…

Em toda obra, em especial as de grande porte, demanda-se planejamento intenso para que a execução da mesma flua sem interrupções e com baixo índice de imprevistos. Um dos critérios importantes é a logística, isto é, a gestão de recursos, equipamentos e informações para execução de determinadas tarefas numa empresa ou ainda a gestão de um projeto na construção civil.

Para obras civis de grande porte, além do fluxo para o abastecimento de insumos básicos como cimento, recebe-se grande atenção de logística  o deslocamento de equipamentos que integram o canteiro de obras como guindastes, máquinas e a movimentação e montagem em campo de silos para armazenamento de cimento. Dependendo da demanda de cimento na obra, um silo pode compor-se de grandes dimensões, como o modelo de Silo Aparafusado RCO A-2012-2200, cujo diâmetro atinge 11 metros e mais de 30 metros de  altura, dos pés ao teto. Portanto, um equipamento que demanda transporte especializado e escoltado, em alguns casos.

E é nestas condições que a desmontagem torna-se vantajosa. Para agilizar e facilitar o deslocamento deste grande equipamento os Silos Aparafusados RCO tem a possibilidade da desmontagem de grande parte de sua estrutura. Com o equipamento desmontado, torna-se mais fácil e barato seu deslocamento até o canteiro de obras para o processo de montagem na base civil. Além disso, poderá ocorrer também a utilização do mesmo equipamento em uma obra futura, já que os Silos Aparafusados RCO tem esse diferencial de montagem e desmontagem modular, além da robustez das peças integrantes.

A ocorrência da reutilização de um mesmo equipamento em outra obra deu-se, por exemplo,  no projeto de reforma da Base de Alcântara, no Maranhão. Os Silos Aparafusados RCO que já estão em operação na reforma vieram de uma obra já concluída, onde foram utilizados para armazenagem de cimento. Com a conclusão da Hidrelétrica de Foz do Chapecó, em Santa Catarina, os silos foram desmontados e deslocados até a obra de Jirau, no estado de Rondônia e então posteriormente para o Maranhão, para que fossem novamente montados, tendo num total de mais de 6.000 km em deslocamento.

Mesmo com a distância entre as obras, mostra-se que um dos diferenciais técnicos do equipamento RCO é a desmontagem e a durabilidade, onde o custo benefício do equipamento pode ser confirmado, além de contribuir para a gestão logística da obra.

Silo Aparafusado RCO em Alcântara, no Maranhão: a possibilidade da desmontagem permitiu o deslocamento de mais de 6.000 km a partir de Santa Catarina e passando por Rondônia.

Silos da RCO na EMBRAPORT já estão em operação

3 Silos RCO de 200 toneladas de capacidade cada: solução aprovada pela Odebrecht.

Os 3 silos da RCO de 200 toneladas de capacidade de armazenamento cada já estão em operação plena na obra Embraport, em Santos-SP.

Como já foi dito em post anterior, a obra Embraport está sendo considerada uma importantíssima obra para o setor portuário que, após finalizada, será considerado o maior terminal privado multiuso do Brasil.

A construtora Odebrecht, cliente RCO e integrante do consórcio construtor da obra, aprova as soluções RCO adotando as soluções em armazenamento da empresa em quase todas as suas novas obras.

Usina de Foz do Chapecó é inaugurada

Hidrelétrica Foz de Chapecó – Cimento utilizado constrói “oito Maracanãs”

Barragem da hidrelétrica com comportas em funcionamento

O consórcio formado por Camargo Correa Constuções, CNEC Engenharia e Alston Hydro Energia do Brasil finaliza a execução das obras da Usina Hidrelétrica de Foz do Chapecó, localizada no rio Uruguai, entre as cidades de Águas de Chapecó, Santa Catarina e Alpestre, Rio Grande do Sul.

A obra é um dos projetos prioritários do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento- do governo federal. Com um investimento de R$ 2,64 bilhões e uma potência instalada de 855 MW, a construção gerou 7.000 postos de trabalho direto e indiretos, tendo prioridade para o desenvolvimento da mão-de-obra local. Do total investido, cerca de R$ 135 milhões foram alocados para melhoria e ampliação da infra-estrutura regional. Como diferencial técnico que impactou na finalização da hidrelétrica foi a utilização pela primeira vez de um núcleo asfáltico na vedação da barragem, algo comum em países europeus e Estados Unidos.  A barragem, de 48 metros de altura e 598 metros de extensão, foi completamente erguida em um período de cinco meses.

A RCO novamente participa de obras que trazem grande avanço para o Brasil. Com o fornecimento de silos aparafusados de alta capacidade, a solução assegurou o armazenamento de todo cimento utilizado na obra, que, segundo os número oficiais, todo o concreto utilizado  seria suficiente para construir oito estádios iguais ao Maracanã.

 

Silos RCO em Foz do Chapecó em processo de montagem – 8 silos de 380 toneladas de capacidade cada são pequenos pontos perante toda obra.

Hidrelétrica de Jirau: novo recorde para a engenharia brasileira

Canteiro de obras em Jirau, no Rio Madeira. Nota-se no lado direito inferior os silos RCO, aparafusados e de alta capacidade, ainda em processo de montagem. Atualmente a obra encontra-se em estágio mais avançado ao exibido na imagem. A foto mosta uma pequena parte da obra, onde a mesma se extende por uma área imensa.

A construção da hidrelétrica de Jirau é considerada atualmente a maior obra de engenharia em andamento no Brasil. A RCO orgulhamente participa desse feito com o fornecimento de silos de cimento de alta capacidade e demais serviços de montagem de equipamentos em campo. Veja abaixo reportagem da revista M&T mostrando os números dessa grande obra que contribuirá significadamente para o incremento de fornecimento de energia elétrica ao país.

O  relógio aponta 2h00 da madrugada e o ronco dos motores dos equipamentos pesados interrompe o silêncio da floresta Amazônica no entorno da obra. Para implantar a maior usina hidrelétrica em execução no Brasil desde a construção de Tucuruí – e 14ª maior do mundo – a construtora Camargo Corrêa mobiliza uma frota de cerca de 2.000 equipamentos de grande porte, entre escavadeiras hidráulicas, tratores, caminhões, guindastes, carretas de perfuração e outros, que operam ininterruptamente durante 22 horas por dia, em dois turnos de trabalho.

Até concluir a construção da usina hidrelétrica de Jirau, a construtora deverá acrescentar alguns recordes a sua extensa lista de projetos desse tipo. Um deles certamente será o prazo de execução. Entre a data da licença de instalação (LI) da obra, obtida em junho de 2009, e o início da operação das primeiras unidades geradoras, previsto para março de 2012, terá transcorrido pouco mais de dois anos e meio. Sem dúvida, trata-se de um feito inédito para uma usina do porte de Jirau, que terá 3.450 MW de potência instalada e vai gerar uma energia assegurada de 2.000 MW médios. Continue reading